Superintendente de Saúde de Varginha Participa de Diálogo sobre Melhorias na Rede de Urgência do SUS
5 de nov. de 2024
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Foto: Equipe de pesquisadores do Grupo de Estudos em Economia da Saúde e Criminalidade (GEESC/CEDEPLAR/UFMG)
No dia 31 de outubro, o dirigente regional da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Varginha, Luiz Paulo Riceputi Alcântara, participou de um diálogo deliberativo promovido pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (FACE-UFMG). O encontro foi organizado pelo Grupo de Estudos em Economia da Saúde e Criminalidade (GEESC), ligado ao Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (CEDEPLAR-UFMG), e teve como objetivo reunir diferentes grupos interessados para discutir estratégias para aprimorar a rede de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS) em regiões de difícil acesso.
O evento faz parte do projeto “Chamada nº 22/2023 - Evidências em Saúde”, uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), voltada para Políticas Informadas por Evidências e financiada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde (Decit/SECTICS/MS). Sob a coordenação de Cristina Guimarães, pesquisadora do CEDEPLAR-UFMG, e da professora Mônica Viegas Andrade, do Departamento de Economia da UFMG, o projeto busca discutir os resultados da Síntese de Evidência com gestores e especialistas do setor de saúde.
Segundo Mônica Viegas, o diálogo deliberativo foi essencial para trazer as experiências dos gestores públicos e discutir as particularidades do contexto brasileiro na área de saúde. “A participação de Luiz Paulo Riceputi foi especialmente relevante, pois ele traz uma perspectiva prática, identificando os principais obstáculos enfrentados no dia a dia para garantir o acesso aos serviços de urgência e emergência”, ressaltou.
O superintendente Luiz Paulo Riceputi destacou a importância de garantir o acesso rápido e eficiente a atendimentos de urgência e emergência, especialmente em regiões afastadas. "Discutir estratégias para melhorar o tempo de resposta nesses casos é um desafio essencial para garantir o direito à saúde e à vida do cidadão. A organização dessa rede prioritária no SUS precisa ser adaptada às especificidades do território, de forma a oferecer assistência adequada e eficiente", concluiu.
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