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Suspeito de abusar da própria filha durante quatro anos nos EUA, e procurado pela Interpol, é preso em Minas Gerais

Homem foi localizado e preso pela Polícia Civil na cidade de Itinga, no Vale do Rio Doce


Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente em Governador Valadares investigou o caso — Foto: Polícia Civil / Divulgação
Um homem de 56 anos foi preso em Itinga, no Vale do Rio Doce, suspeito de abusar sexualmente da própria filha durante 4 anos nos Estados Unidos (EUA). Segundo informações da Polícia Civil de Minas Gerais, o homem estava sendo procurado pela polícia norte-americana e também pela Interpol.

Em julho deste ano, a equipe da Delegacia Especializada na Proteção à Criança e Adolescente em Belo Horizonte, iniciou as investigações e pediu a prisão preventiva do suspeito. O homem fugiu para o Brasil em abril de 2022 e vivia uma vida normalmente em Conselheiro Pena.

Delegado do caso, Diego Lopes, explica que “embora o crime tenha sido cometido em outro país, ele pode cumprir a pena no Brasil”, disse.

Ainda de acordo com o delegado, o homem era foragido de dois estados americanos, Massachusetts e Rhode Island. “Então eventualmente a gente não sabe determinar o quanto de pena é estabelecido nos Estados Unidos, até porque a legislação de lá varia de estado para estado e ele era foragido em dois estados distintos”, explica.

No Brasil, o crime de estupro de vulnerável, cometido contra uma pessoa menor de 14 anos, está previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro e prevê pena de 8 a 15 anos de prisão.

De acordo com a polícia, os abusos foram cometidos nos Estados Unidos quando a vítima tinha entre 10 e 14 anos. A delegada que também está no caso, Larissa Mayerhofer, acrescentou que durante todo esse tempo, o pai da menina coagia a vítima. “Ele ameaçava a filha, tanto que a mãe não tinha conhecimento desses abusos. Ele dava presentes e dinheiro para a vítima como forma de silenciá-la e até também desacreditá-la”, frisou.

Segundo a PC, agora ele ficará preso no Brasil e vai responder diante das leis brasileiras, enquanto a mãe, que é brasileira, e a filha, nascida nos EUA, permanecem fora do país.

FONTE: Itatiaia

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