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Suspeito de vender whisky adulterado é preso em Betim; nove pessoas foram intoxicadas

Homem de 58 anos é acusado de comercializar bebidas alcoólicas falsificadas, corrompidas e adulteradas que teriam matado, pelo menos, duas vítimas na Grande BH


Policiais apreenderam 35 garrafas de whisky com sinais de adulteração. FOTO:Divulgação/PCMG

Um homem de 58 anos suspeito de vender bebida alcoólica falsificada e adulterada foi preso pela Polícia Civil em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. As substâncias podem ter causado a intoxicação de nove pessoas e a morte de, pelo menos, duas vítimas nos últimos dias.

A prisão foi anunciada nesta terça-feira (19). Segundo a Polícia Civil, a investigação começou após o surgimento dos casos suspeitos de intoxicação na cidade. Após buscas em várias lojas, os investigadores encontraram 35 garrafas de whisky com sinais de adulteração. Lacres violados e embalagens com sinais de falsificação também foram encontradas.

O suspeito não conseguiu comprovar que adquiriu as bebidas legalmente nem falou qual pessoa ou empresa forneceu as garrafas. Com isso, ele foi preso em flagrante por comercialização de bebida alcoólica falsificada, corrompida e adulterada.

Até o momento, a Polícia Civil não confirmou se as bebidas encontradas com o suspeito seriam as mesmas consumidas pelos pacientes. A expectativa é que o órgão realize uma coletiva de imprensa em breve.

Whisky artesanal em Betim


O primeiro paciente chegou ao Hospital Regional de Betim na terça-feira (12) e morreu na quarta (13). A segunda morte foi confirmada pouco depois. Outros pacientes internados na mesma semana relataram aos médicos que ingeriram um tipo de “whisky artesanal”.

A Vigilância Sanitária municipal fiscalizou 10 estabelecimentos na região do Citrolândia, onde moravam as vítimas, mas não encontrou a bebida. O caso segue sendo investigado pela Secretaria Municipal de Saúde, que pediu aos médicos para monitorarem outros casos com os mesmos sintomas.

O caso é acompanhado pela Polícia Civil e pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.

FONTE: Itatiaia

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