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Vírus da dengue que não manifestava há 20 anos volta a BH, e prefeitura faz alerta a população


Mosquito Aedes aegypti é o transmissor da dengue, zika e chikungunya e se prolifera em locais com agua parada. FOTO: João Leus
Após 20 anos, tipo 2 da dengue voltou a circular em Belo Horizonte e cidade está à beira de uma epidemia – quando se tem mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes – na cidade. A informação foi divulgada, nesta quarta-feira (31), pelo secretário municipal de Saúde, Danilo Borges.

"Houve um aumento no número de dados da doença. Hoje, contamos com 211 casos a cada 100 mil habitantes. Então estamos prestes a passar por uma epidemia", alertou.

"A preocupação é de um sorotipo diferente se sobrepor ao anterior. E o fato do tipo 2 ter circulado há mais de 20 anos, deixa que a imunidade da população em geral fique mais suscetível", explicou.

Para prevenir os casos graves e barrar o aumento dos números, o secretário afirmou que a prefeitura vai reforçar o atendimento à saúde.

De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, até o momento, são 6.182 casos notificados da dengue em Belo Horizonte.

Em Minas, a primeira morte confirmada pela doença em 2024 foi registrada no município de Monte Belo, no Sul de Minas. Segundo o prefeitura da cidade, a vítima foi uma mulher de 79 anos.

Atendimento de saúde ampliado

  • Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, além do funcionamento dos cincos centros de saúde durante o fim de semana, mais de 600 profissionais vão reforçar o atendimento nas unidades de pronto atendimento (UPAs). Também serão abertos dois centros de atendimento à dengue na Região Centro-Sul e em Venda Nova, e uma unidade focada em reidratação.


Alerta 2024

O Ministério da Saúde fez uma projeção de casos de dengue para 2024 e afirmou que Minas Gerais tem "potencial epidêmico" de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Segundo a secretaria, com a chegada do período chuvoso e das temperaturas elevadas, historicamente o número de casos de dengue, chikungunya e zika sobe significativamente.

E neste verão, a probabilidade deve ser potencializada por causa das mudanças climáticas e dos efeitos do El Niño.

FONTE:G1

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