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Velório de sargento assassinado em BH tem forte comoção e protestos; veja

Sargento Roger Dias da Cunha, de 29 anos, foi assassinado com dois tiros na cabeça durante perseguição policial no bairro Novo Aarão Reis


Cortejo fúnebre levou o corpo do militar ao cemitério Renato Rios Neto/ Itatiaia
Diversas homenagens foram realizadas nesta terça-feira (9) ao sargento Roger Dias da Cunha, de 29 anos, que faleceu no último domingo (7), após ser alvejado com dois tiros na cabeça em uma perseguição policial no bairro Novo Aarão Reis, na região Norte de Belo Horizonte.

Familiares, amigos e colegas de trabalho do policial militar estiveram presentes no cemitério Bosque da Esperança, no bairro Jaqueline, região Norte da capital, para prestar as últimas homenagens ao sargento.

O corpo do militar foi transportado em cortejo por um carro do Corpo de Bombeiros, acompanhado de viaturas militares, equipes da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), Grupo Especial de Policiamento em Áreas de Risco (Gepar), entre outros. A Polícia Militar transmitiu o cortejo ao vivo pelo Instagram.


Já no cemitério, estiveram presentes, além de familiares e amigos, policiais civis, penais, guardas municipais e outros militares. Segundo a PMMG, várias caravanas do interior de Minas foram ao velório para prestar as últimas homenagens ao sargento.

Por ter morrido em combate, o militar terá direito a várias homenagens. “Há vários momentos de homenagem ao sargento Dias. Ele morreu em combate e isso traz direitos a honras que são devidas a esse policial militar. O primeiro deles foi o cortejo fúnebre, em carro aberto. Agora, ele tem esse momento com a família, amigos, essa última despedida, e nós temos honras fúnebres, salva de tiros, uma guarda fúnebre formada, a presença do comando geral para conversar com a família ao final, a presença de várias autoridades, então há vários ritos que são seguidos”, contou a Major Layla Brunnela, porta-voz da PMMG, à Itatiaia.

Protestos no local

No local, foram colocadas faixas em protesto às ‘saidinhas temporárias’, benefício concedido ao assassino do sargento, Welbert de Souza Fagundes. “O sargento não teve saidinha”, “Saidinha é incentivo à ressocialização, policial morto é estatística” e “Vidas policiais importam” foram alguns dos recados escritos nas placas.

Colegas, familiares e amigos se despedem de sargento assassinado por criminoso Divulgação PM
Sargento Dias foi assassinado com dois tiros na cabeça pelo criminoso, de 26 anos, durante uma perseguição policial no bairro Novo Aarão Reis, região Norte de Belo Horizonte, na sexta-feira (5). Ele foi levado por colegas para o Hospital João 23, mas teve morte cerebral declarada no domingo (7). O caso dele era considerado irreversível.

Roger Dias da Cunha, de 29 anos, deixa a esposa e uma filha, de apenas cinco meses. No sábado (6), ele completaria 10 anos de carreira na PM. Ele atuava na 18ª Companhia do 13º Batalhão da Polícia Militar.

Colegas, familiares e amigos se despedem de sargento assassinado por criminoso Divulgação PM
Colegas, familiares e amigos se despedem de sargento assassinado por criminoso Divulgação PM

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