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Brasileiros estão entre os estrangeiros que mais morrem na guerra da Ucrânia

30 de jul.
1 min de leitura
Reprodução
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A guerra na Ucrânia tem registrado um número elevado de mortes de brasileiros que decidiram integrar as forças ucranianas como voluntários. Segundo levantamento citado pelo Jornal Nacional, o Brasil está entre os países com maior número de estrangeiros mortos no conflito, cenário atribuído principalmente ao grande contingente de brasileiros que se alistaram desde o início da invasão russa em larga escala.

De acordo com a reportagem, muitos brasileiros são atraídos pela promessa de salários considerados altos em comparação com os rendimentos no Brasil, além da possibilidade de atuar em unidades militares ucranianas. O governo da Ucrânia intensificou campanhas de recrutamento voltadas para estrangeiros, inclusive com materiais em português, em uma tentativa de ampliar o número de combatentes.

Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que diversos voluntários chegam ao país sem experiência militar suficiente para enfrentar combates de alta intensidade. A falta de preparo, somada às características da guerra, aumenta significativamente o risco de mortes e desaparecimentos entre os estrangeiros que se alistam para lutar no conflito.

Além das mortes confirmadas, familiares de brasileiros relatam dificuldades para obter informações sobre parentes desaparecidos na Ucrânia. Em alguns casos, a confirmação do paradeiro ou da morte demora semanas ou meses, o que prolonga a angústia das famílias e dificulta os procedimentos para o retorno dos corpos ao Brasil.

A reportagem destaca que a participação de estrangeiros nas forças ucranianas continua sendo uma realidade mais de quatro anos após o início da invasão em larga escala promovida pela Rússia. Enquanto o conflito segue sem perspectiva de término, brasileiros continuam integrando as fileiras militares da Ucrânia, apesar dos riscos elevados e do crescente número de vítimas entre os voluntários estrangeiros.

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