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Calor extremo leva prisões do sul da Itália a registrar mais de 50°C, denuncia sindicato

27 de jul.
1 min de leitura

Reprodução
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Um sindicato que representa agentes penitenciários denunciou que diversas prisões no sul da Itália estão registrando temperaturas superiores a 50°C no interior de algumas áreas das unidades prisionais. A situação ocorre em meio à intensa onda de calor que atinge o sul da Europa e tem elevado os riscos para detentos e servidores.

Segundo a entidade, o calor extremo tornou as condições dentro dos presídios ainda mais difíceis, especialmente em instalações antigas e sem sistemas adequados de ventilação ou refrigeração. O sindicato afirma que as altas temperaturas comprometem o bem-estar de presos e funcionários e aumentam os desafios para a rotina nas unidades.

Entre as medidas reivindicadas estão intervenções emergenciais para reduzir os efeitos do calor, como melhorias na ventilação, fornecimento adequado de água e outras ações para minimizar os impactos das temperaturas elevadas sobre a população carcerária.

A onda de calor que atinge a Itália também afeta outros países do sul da Europa, com temperaturas excepcionalmente altas e alertas emitidos pelas autoridades para reduzir os riscos à saúde. Especialistas apontam que o calor intenso pode representar um perigo ainda maior em ambientes fechados e com pouca circulação de ar.

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