top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Chefe da inteligência alemã alerta para risco de conflito violento com a Rússia; ameaça de ataques é "real e iminente"; país bálticos também podem ser alvo; governo pede ampliação de pod

há 4 dias
1 min de leitura

Reprodução
Reprodução
O diretor do Serviço Federal de Inteligência da Alemanha afirmou em audiência pública no Parlamento que o país corre risco real de entrar em conflito violento com a Rússia. Segundo ele, o confronto assumiu dimensão nova e mais perigosa, com operações híbridas — cibernéticas, de drones e de interferência — cada vez mais agressivas. A tentativa de ataque contra o aeroporto de Leipzig, em agosto, é citada como exemplo concreto. A avaliação é que Moscou testa a reação alemã e que qualquer hesitação pode ser interpretada como fraqueza, incentivando maior pressão.

Embora não haja indicação de ataque em larga escala iminente contra territórios da aliança militar, a Rússia pode intensificar ações de menor intensidade, especialmente nos países bálticos, alerta a inteligência. O objetivo seria forçar a Alemanha — maior apoiadora da Ucrânia — a reduzir o suporte militar e humanitário. A expectativa é de que os bombardeios e a pressão sobre a população ucraniana se agravem com a chegada do inverno. A própria Rússia declarou não ter intenção de atacar outros países, mas reforçou que responderá caso se sinta agredida.

Para responder a essa nova fase de ameaças, o governo alemão pede a aprovação de lei que amplie os poderes dos serviços de inteligência, permitindo ações mais ativas de prevenção. Hoje, regras criadas após a Segunda Guerra Mundial impõem limites mais rígidos à atuação dos agentes, em comparação com aliados como França, Reino Unido e Estados Unidos. As autoridades reforçam que a defesa coletiva e a preparação imediata são necessárias para dissuadir avanços hostis.

Comentários


bottom of page