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Congresso dos Estados Unidos quer saber se CIA e FBI têm arquivos sobre o Caso Varginha

  • há 31 minutos
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Os pedidos foram enviados aos diretores das duas agências para verificar a existência de documentos oficiais, relatórios, registros de voos, informações sobre transferências de materiais, comunicações com autoridades brasileiras ou qualquer outro arquivo referente ao episódio. A solicitação não busca confirmar ou negar as alegações envolvendo o caso, mas identificar se há documentação produzida ou arquivada pelo governo norte-americano.
Na justificativa, foram citadas recentes declarações atribuídas ao ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo sobre o Caso Varginha. Segundo o documento, essas manifestações reforçaram a necessidade de esclarecer se existem registros oficiais relacionados à possível atuação de órgãos dos Estados Unidos durante o período em que ocorreram os fatos.
Em relação à CIA, também foi solicitada a reavaliação de um pedido anterior feito com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA), que buscava informações sobre voos do governo norte-americano, eventual transferência de materiais e possível coordenação com autoridades brasileiras entre 14 e 28 de janeiro de 1996, incluindo atividades na região de Campinas (SP). Em janeiro de 2025, a CIA respondeu que não confirmaria nem negaria a existência de documentos relacionados ao Caso Varginha, alegando dispositivos da legislação dos Estados Unidos que permitem manter determinadas informações em sigilo por motivos de segurança nacional.
Já o FBI recebeu um pedido para preservar eventuais registros, realizar buscas em seus arquivos e informar ao Congresso se existem documentos, relatórios ou outras informações envolvendo servidores do governo norte-americano, cidadãos dos Estados Unidos, empresas contratadas pelo governo, aeronaves registradas no país ou qualquer outro interesse federal relacionado ao episódio.
Segundo a justificativa apresentada, a intenção é evitar que registros considerados historicamente relevantes permaneçam fora do alcance da fiscalização do Congresso em razão de classificações de sigilo, falhas de indexação ou transferências de custódia entre órgãos do governo norte-americano.
Fonte: Correio da Manhã

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Gazeta de Varginha

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