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Presidente eleito da Colômbia anuncia rompimento de relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua

27 de jul.
2 min de leitura
Reprodução
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O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou que pretende romper as relações diplomáticas do país com Cuba e Nicarágua após assumir o cargo. A medida faz parte de um plano de reformulação da política externa colombiana e deverá ser implementada a partir de 7 de agosto, data prevista para a posse do novo governo.

Além do rompimento com os dois países, De la Espriella anunciou o fechamento de 14 embaixadas e 15 consulados colombianos no exterior. A proposta envolve representações diplomáticas em diferentes regiões e, segundo o presidente eleito, tem como objetivo reorganizar a estrutura de relações internacionais do país.

O futuro presidente afirmou que a decisão de encerrar as relações com Cuba e Nicarágua é diferente do fechamento de outras representações diplomáticas. Segundo ele, no caso dos dois países, a medida representa uma ruptura política com os governos comandados por Miguel Díaz-Canel e Daniel Ortega.

De la Espriella justificou a decisão com críticas aos governos cubano e nicaraguense, que classificou como "tiranias". O presidente eleito afirmou que sua administração não pretende manter vínculos diplomáticos com os dois regimes após assumir o comando do país.

A reestruturação também prevê a redução da presença diplomática colombiana em outros países. De acordo com o plano anunciado, as embaixadas e consulados que serão fechados fazem parte de uma revisão da política externa e da estrutura utilizada pelo governo para manter representações no exterior.

O presidente eleito afirmou que os recursos economizados com o encerramento das missões diplomáticas serão redirecionados para outras prioridades do governo, incluindo a segurança pública. A mudança deverá ser colocada em prática após a posse, marcada para 7 de agosto.

De la Espriella também afirmou que os colombianos residentes nos países onde as representações serão encerradas continuarão recebendo assistência consular. O atendimento deverá ser realizado por meio de representações conjuntas ou de outras missões diplomáticas colombianas instaladas na região.

A decisão anunciada pelo presidente eleito representa uma mudança na orientação da política externa da Colômbia e estabelece um novo posicionamento do país em relação aos governos de Cuba e Nicarágua. O rompimento das relações diplomáticas, no entanto, deverá ocorrer somente após a posse do novo governo.

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