top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Prichard Colón morre aos 33 anos após mais de uma década enfrentando sequelas de lesão cerebral

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Reprodução
Reprodução
O ex-boxeador porto-riquenho Prichard Colón morreu aos 33 anos, quase 11 anos depois de sofrer uma grave lesão cerebral durante uma luta profissional. A morte foi confirmada por seu pai, Richard Colón, em uma publicação nas redes sociais. A causa específica da morte não foi divulgada.

Colón era considerado uma das promessas do boxe e tinha um cartel profissional de 16 vitórias antes da luta que mudou sua trajetória. Em outubro de 2015, ele enfrentou o norte-americano Terrel Williams em um combate realizado na Virgínia, nos Estados Unidos. Durante a luta, Colón reclamou de golpes ilegais na parte de trás da cabeça, conhecidos no boxe como “rabbit punches”.

No nono assalto, a equipe de Colón retirou suas luvas, acreditando que o combate havia terminado. O lutador acabou sendo desclassificado. Pouco depois, já no vestiário, ele passou mal e desmaiou. Colón foi levado ao hospital, onde foi diagnosticado com um hematoma subdural e precisou passar por uma cirurgia de emergência.

Após a cirurgia, o ex-boxeador permaneceu em coma durante 221 dias. Quando recuperou a consciência, ficou com graves limitações decorrentes da lesão e passou a precisar de cuidados constantes e acompanhamento da família.

A família acompanhou Colón durante os anos seguintes e compartilhou publicamente parte de sua trajetória. Seu pai, Richard, confirmou a morte e agradeceu pelas mensagens de apoio e pelas orações recebidas ao longo dos anos.

Antes da lesão, Colón era apontado como um talento em ascensão no boxe. Ele havia vencido suas primeiras 16 lutas profissionais, sendo 13 delas por nocaute, e tinha construído uma carreira promissora antes do combate contra Williams.

A morte de Colón gerou manifestações de pesar no mundo do boxe. Organizações ligadas à modalidade e pessoas que acompanharam sua trajetória prestaram homenagens ao ex-atleta, que passou mais de uma década convivendo com as consequências da lesão sofrida no ringue.
Fonte: CNN

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page