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Relembre morte da princesa Diana em acidente de carro em Paris, em 1997; irmão publica memórias com críticas ao rei Charles III

18 de set.
2 min de leitura

Reprodução
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Quase 30 anos após a morte da princesa Diana, novas revelações reacenderam o debate sobre os dias que se seguiram ao acidente. O irmão dela, Charles Spencer, escreve em livro que será publicado na próxima semana que o então príncipe Charles — hoje rei Charles III — disse que Diana seria esquecida em breve. Segundo Spencer, a declaração foi feita durante uma conversa tensa por telefone, na qual ele defendia que os sobrinhos William e Harry, então com 15 e 12 anos, não deveriam participar do cortejo fúnebre. Spencer relata ainda que Charles parecia "extremamente eufórico", como se sentisse mais livre para recomeçar a própria vida. Em resposta, um porta-voz do rei declarou que o luto pode afetar o raciocínio, o julgamento e a memória, mesmo muitos anos depois.

Diana, Princesa de Gales, foi a primeira esposa de Charles e uma das figuras mais admiradas do mundo. O casamento, em 1981, foi acompanhado por milhões de pessoas, mas a relação desgastou-se rapidamente; ambos admitiram traições e o casal separou-se no início dos anos 1990. Em 31 de agosto de 1997, Diana morreu aos 36 anos, em um acidente no túnel da Ponte d'Alma, em Paris. O motorista, Henri Paul, dirigia em alta velocidade para fugir de fotógrafos que perseguiam o veículo quando perdeu o controle e bateu a cerca de 100 km/h contra uma coluna. Morreram também Dodi al-Fayed, namorado de Diana, e o próprio motorista. A notícia provocou comoção global; milhares de pessoas prestaram homenagens nas ruas de Londres. Contra a vontade expressa por seu tio, os príncipes William e Harry caminharam atrás do caixão no dia do funeral. Diana foi enterrada na propriedade da família Spencer, em West Northamptonshire.

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