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Trump discursa na ONU pressionado por guerras, eleição e distanciamento de aliados tradicionais

há 6 horas
1 min de leitura
Reprodução
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A participação de Donald Trump na Assembleia Geral da ONU acontece em um momento de distanciamento dos aliados tradicionais dos Estados Unidos. Na mesma semana, ele se prepara para receber o líder da China, Xi Jinping, na Casa Branca — encontro considerado decisivo para a geopolítica mundial. O presidente dos EUA discursa nesta terça-feira (22), logo após o presidente Lula, que abrirá os debates de alto nível, mantendo a tradição brasileira.

O discurso deverá focar principalmente na guerra com o Irã, conflito que provocou alta nos preços dos combustíveis e fez a aprovação de Trump despencar internamente. Em 2025, ele criticou duramente a própria ONU e reclamou da infraestrutura da sede; neste ano, a organização fez ajustes para evitar novos incidentes.

A agenda em Nova York inclui reuniões com o presidente da França, Emmanuel Macron, e com o novo primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham — primeiro encontro entre os dois. Os líderes europeus buscam reaproximação, mesmo com críticas públicas feitas por Trump. No plano interno, a Assembleia ocorre às vésperas das eleições de meio de mandato, com toda a Câmara e um terço do Senado em jogo. Pesquisas apontam risco de perdas para os republicanos. Também está prevista uma visita ao prefeito democrata de Nova York, Zohran Mamdani, com quem mantém relação cordial. Até agora, não há encontro bilateral programado entre Lula e Trump.

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