Água parada preocupa agentes durante novo levantamento contra o mosquito da dengue em Varginha
há 5 horas
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FotoDivulgação/O 4º LIRAa de 2026 segue até sexta-feira (6/11) em Varginha. Durante as primeiras vistorias, os agentes de combate às endemias encontraram grande quantidade de água parada nos imóveis. O levantamento permite identificar áreas de risco e orientar as ações de prevenção contra a dengue, zika e chikungunya.
4º LIRAa segue até sexta-feira e identifica água parada em imóveis de Varginha
A Vigilância Ambiental da Prefeitura de Varginha realiza, desde terça-feira (3/11), o 4º Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. Durante as primeiras vistorias, os agentes identificaram grande quantidade de água parada nos imóveis visitados. O levantamento continua até sexta-feira (6/11).
Os trabalhos são realizados pelos Agentes de Combate às Endemias (ACE), que visitam imóveis sorteados em diferentes bairros do município. Durante as inspeções, as equipes verificam quintais, procuram possíveis focos de proliferação do mosquito e orientam os moradores sobre os cuidados necessários para evitar o acúmulo de água.
Quando são encontradas larvas, o material é recolhido e encaminhado ao laboratório da Vigilância Ambiental, onde passa por análise. Esse procedimento permite identificar a presença do mosquito e avaliar os níveis de infestação nas diferentes regiões da cidade.
A partir dos resultados, o município consegue mapear as áreas que apresentam maior risco e planejar medidas de prevenção e controle, como a realização de mutirões de limpeza e outras ações de combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Em 2026, o primeiro levantamento classificou Varginha como área de médio risco de infestação. Já os outros dois LIRAas realizados anteriormente apontaram baixo risco no município.
O índice utilizado pelo levantamento é o Índice de Infestação Predial (IIP), que corresponde ao percentual de imóveis onde são encontradas larvas do mosquito. Conforme os parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde, resultados inferiores a 1% indicam situação satisfatória, considerada de baixo risco.
Quando o índice fica entre 1% e 3,9%, o município entra em situação de alerta, classificada como médio risco, o que exige intensificação das medidas de controle e mobilização da população. Já os resultados iguais ou superiores a 4% representam alto risco de infestação, com necessidade de intervenções imediatas.
A Vigilância Ambiental reforça que o combate ao mosquito depende também da participação dos moradores. A recomendação é manter cuidados permanentes dentro e fora de casa, eliminar recipientes que possam acumular água e verificar regularmente quintais, vasos de plantas, caixas-d'água e outros locais que favoreçam a reprodução do inseto.
A orientação é não permitir água parada, mesmo em pequenas quantidades, já que a prevenção continua sendo uma das principais medidas para reduzir a proliferação do Aedes aegypti e evitar doenças.
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