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  • 22 empregadores do Sul de Minas estão na Lista Suja do Trabalho Escravo

    O (MTE) Ministério do Trabalho e Emprego atualizou nesta quarta-feira (5), a Lista Suja do Trabalho Escravo. No Sul de Minas 22 empregadores estão nela. De acordo com o MTE, na região pelo menos 140 trabalhadores foram submetidos às condições de trabalho análogos à escravidão nos últimos anos, em 21 municípios. A divulgação é feita nos meses de abril e outubro. Na lista divulgada nesta última quarta-feira (5), foram acrescentados nove novos nomes, com 66 trabalhadores envolvidos. Os demais já constavam na lista desde o ano passado. A lista começou em 2004, com publicação semestral, entretanto, nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) a divulgação chegou a ser suspensa de 2014 a 2016, até que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a constitucionalidade da lista. A inclusão de pessoas físicas ou jurídicas na Lista Suja ocorre quando há a conclusão do processo administrativo que julgou o caso de trabalho escravo, quando não cabe mais recurso. Cidades da região com empregadores na Lista Suja: Ilicínea: 1 caso Cabo Verde: 1 caso Jacutinga: 1 caso Cristais: 1 caso São Sebastião da Bela Vista: 1 caso Machado: 1 caso Serranos: 1 caso Espírito Santo do Dourado: 1 caso Carmo do Rio Claro: 1 caso Bom Jesus da Penha: 1 caso Turvolândia: 1 caso Conceição da Aparecida: 1 caso Piranguinho: 1 caso Carvalhópolis: 1 caso Poço fundo: 1 caso Caldas: 1 caso Heliodora: 1 caso Campestre: 2 casos São Sebastião do Paraíso:1 caso Andradas: 1 caso Ibiraci: 1 caso Veja de onde são os empregadores envolvidos: Ilicínea: uma fazenda com 7 trabalhadores e outra com 4 trabalhadores resgatados; Jacuí: 33 trabalhadores resgatados; Machado e Paraguaçu: 13 trabalhadores resgatados; Albertina: 8 trabalhadores resgatados. Fonte: TUDO EP / G1

  • Bandeira de Israel é projetada na fachada do Senado Federal após ataques do Hamas

    A bandeira de Israel foi projetada, na noite de domingo (8), na cúpula do Senado Federal em Brasília. O país foi, na segunda-feira (9), para o terceiro dia de conflitos com o Hamas, classificado pelos Estados Unidos e pela União Europeia como grupo terrorista. Segundo o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a ação foi feita em solidariedade às vítimas, aos feridos e aos desaparecidos israelenses. “Agradeço imensamente ao presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) por ter acatado o meu pedido para iluminar a cúpula do Senado em apoio ao povo de Israel nesse momento de grande sofrimento e dor”, afirmou Alcolumbre nas redes sociais aos divulgar a imagem da fachada do Senado. O senador amapaense foi o primeiro judeu a assumir a presidência do Senado, em 2019. Repatriação de brasileiros O governo federal informou que o primeiro avião para repatriação de brasileiros que estão em Israel decolou da Base Aérea de Natal no domingo (8). A aeronave, modelo KC-30, com capacidade par 238 passageiros, irá até Roma, na Itália, e aguardará coordenação do Ministério das Relações Exteriores. Ao menos 500 brasileiros entraram em contato com a embaixada brasileira em Israel para conseguir orientações, de acordo com fontes do governo brasileiro, após os ataques do grupo islâmico Hamas, classificado pelos Estados Unidos e pela União Europeia como grupo terrorista. Não há informações sobre a quantidade de pessoas que desejam retornar ao Brasil. A maioria dos que procuraram a representação é de turistas. O governo deve preparar até a manhã desta segunda-feira uma lista com aqueles que desejam retornar ao país. A Aeronáutica tem seis aviões destinados à operação de repatriação. Fonte: CNN

  • Justiça proíbe greve de controladores de voo na segunda e determina multa

    A Justiça do Trabalho determinou nesta sexta-feira, 6, em decisão liminar, que sejam mantidos em serviço, na segunda-feira, 9, 100% dos empregados que atuam nas atividades de controle de tráfego aéreo no País. Na terça-feira, 3, os controladores ligados à estatal NAV Brasil representados pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Voo (SNTPV) haviam prometido entrar em greve por prazo indeterminado a partir da próxima segunda-feira. Caso ocorresse, a paralisação deveria afetar as decolagens em 23 aeroportos, incluindo Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Demais aeroportos do País também teriam impactos da greve. A Justiça estabeleceu multa diária de R$ 100 mil ao sindicato em caso de descumprimento da liminar. O Estadão procurou a entidade para comentar a decisão, mas não obteve resposta. O ministro José Godinho Delgado, do Tribunal Superior do Trabalho, determina ainda que sejam mantidos em serviço 90% dos empregados que atuam nas atividades de segurança e operação aéreas. No caso dos demais empregados, não ligados ao controle e às atividades de segurança de voo, a paralisação poderia atingir 40% do serviço. Segundo o ministro, a duração do movimento não poderá durar por "prazo indeterminado", como anunciado, pela possibilidade de resultar em "prejuízos irreparáveis". O movimento dos trabalhadores liberados para a greve deve ocorrer apenas na segunda-feira, "respeitado o horário de menor risco às operações", diz a decisão. A NAV Brasil havia pedido à Justiça que declarasse o movimento ilegal, o que foi negado. A estatal afirmou ter sido "surpreendida" com a convocação de seus empregados para a assembleia na qual foi aprovado o "estado de greve" pela categoria. A empresa disse que a paralisação "compromete a segurança nacional e a segurança da navegação aérea e dos usuários" e alegou que o horário da greve "compreende os horários mais críticos para o tráfego aéreo nacional". Em nota, a NAV Brasil afirmou que se mantém "aberta ao diálogo e permanentemente empenhando na busca da merecida valorização de seus empregados". Na segunda-feira, os controladores planejavam suspender as atividades por uma hora, das 7h às 8h. Se, até o dia 16, não fosse fechado um acordo, a paralisação passaria a ser de duas horas por dia, das 7h às 8h e das 18h às 19h. A NAV Brasil foi criada pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro no fim de 2020 a pedido dos militares, após a divisão da também estatal Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que cuida da administração dos aeroportos não privatizados do País. Segundo o SNTPV, aeronaves em voo seriam somente afetadas durante o período da paralisação se não houvesse espaço no pátio para pousos. A entidade alertou durante a semana que poderiam ocorrer atrasos e cancelamentos de voos por parte das companhias aéreas, ou a necessidade de pouso em outro aeroporto. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 8,5%, correspondente à inflação desde o último acordo da categoria, melhores condições de auxílio à saúde e a realização de novos concursos para contratação de pessoal nos setores administrativo e operacional da estatal. A empresa propôs aumento de reajuste de 4,83%. A proposta foi recusada por 64% dos 1.105 trabalhadores que participaram de assembleia online realizada na terça-feira, 3, e que na sequência decretaram a greve. Fonte: O Tempo

  • Brasil tem a conta de luz que mais pesa no bolso entre 34 países

    O Brasil está no topo de um ranking que mede o peso da conta de luz no bolso de consumidores locais, em comparação com 33 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Na média, o brasileiro compromete 4,54% da sua geração de riqueza anual com o pagamento da tarifa residencial. É o maior valor, bem acima do apurado para nações europeus, como Espanha (2,85%), Alemanha (1,72%) e Luxemburgo (0,35%) --país em que a energia tem o menor peso sobre renda no grupo analisado. O resultado brasileiro também fica distante do identificado em economias emergentes, como Chile (2,65%) e Costa Rica (2,76%). O ranking foi elaborado pela Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres). A entidade considerou as tarifas residenciais de 2022, consolidadas no serviço de dados da Agência Internacional de Energia, e o PIB per capita (Produto Interno Bruto dividido pelo número de habitantes) calculado para o mesmo ano pelo FMI (Fundo Monetário Internacional). "O levantamento demonstra que precisamos rediscutir os custos no setor elétrico brasileiro, porque ele está distorcido para os consumidores locais em comparação aos de outros países quando consideramos a renda", explica o diretor de Energia da Abrace, Victor Hugo iOcca, que coordenou a organização do ranking. O brasileiro pagou US$ 34 (R$ 176,50), em média, por 200 kwh (kilowatt-hora) no ano passado, um valor parecido ao desembolsado pelo polonês, que foi de US$ 34,39 (R$ 178,50). Ocorre que a nossa renda per capita estava na faixa de US$ 9.000 (R$ 46,7 mil), enquanto no país do leste europeu ela era o dobro, US$ 18 mil (R$ 93,4 mil), comprometendo uma fatia menor da renda, 2,26%. Na Turquia, cujo PIB per capita é próximo ao do Brasil, na casa de US$ 10 mil (R$ 51,9 mil), a energia custou praticamente metade da brasileira, US$ 17,9 (R$ 93) e compromete 2% da renda A equipe da Abrace lembra que o custo da tarifa sofre variação de acordo com diferentes fontes de energia. As renováveis estão entre as mais competitivas atualmente, enquanto carvão, nuclear e gás natural passaram a custar mais, além de sofrerem com o risco geopolítico. A guerra da Rússia contra a Ucrânia, por exemplo, pressionou o preço do gás. No entanto, o que pesa, e muito, é a calibragem da política pública. Existem países que nitidamente optaram por ter energia mais barata. Assim como ocorre no Brasil, cerca de 60% da geração do Canadá vem de hidrelétricas, seguida de outras renováveis, como eólica. No entanto, aquele mesmo montante de energia custou US$ 10 (R$ 51,91) menos que no Brasil. Foi de US$ 24 (R$ 124,6). Como a renda média anual no país é de R$ 55 mil (R$ 285,5 mil), o consumidor saiu ganhando. Apenas 0,54% da renda vai para pagamento da tarifa residencial. Os Estados Unidos tem feito investimentos pesados em renováveis, mas a estrutura energética ainda é o inverso --quase metade da geração de eletricidade vem de térmicas movidas a combustíveis fósseis, como gás e carvão. Ainda assim, o seu custo é inferior ao do Brasil, US$ 30,25 (R$ 157). Como o PIB per capita americano é um dos maiores do mundo, US$ 76 mil (R$ 394.5 mil), apenas 0,48% é gasto com a conta de luz. Muitos países têm optado por subsidiar novas fontes limpas de energia. É uma decisão de governo com apoio de contribuintes. A Dinamarca tem um forte programa de descarbonização e uma carga tributária elevada sob a tarifa de energia, de quase 70%. O custo tarifário é mais alto entre os países do ranking, US$ 103 (R$ 534,6). Mas isso não é nem de longe um sacrifício financeiro num país cuja renda per capta é de US$ 66,5 mil (R$ 345.2 mil). Apenas 1,87% vai para custear a energia em casa. "O Brasil já é destaque em energia limpa, renovável e barata, não faz sentido que tenha uma conta de luz tão alta para o nosso perfil de renda, mas ela está sendo sobrecarregada por tributos e subsídios, que já correspondem a 40% do preço final", afirma Paulo Pedrosa, presidente da Abrace Energia. "O ranking mostra como esse custo chega nas pessoas pela conta de luz, mas ele também está no preço de tudo que é fabricado no Brasil. O comprometimento da renda é muito maior." Segundo projeção da entidade, os brasileiros estão pagando a mais, neste ano, cerca de R$ 10 bilhões ao mês apenas para custear tributos e subsídios. No ano, serão R$ 119 bilhões para essas duas despesas. Os subsídios ampliam espaço na conta de luz principalmente por iniciativa do Congresso, onde a política é mais sensível a lobbies, mas o governo federal tem utilizado a conta de luz como uma extensão do Orçamento. Na tentativa de reverter a tendência, há um movimento entre entidades do setor para transferir parte dos custos que estão na tarifa para o Tesouro Nacional. O consumidor de energia elétrica no Brasil mantém fundos de pesquisa e desenvolvimento, paga por subsídios a setores que já são rentáveis, como as renováveis solar e eólica, e sustenta políticas públicas, que muitas vezes não têm relação com a área de energia elétrica, como água, esgoto e saneamento. Em levantamento similar, mas com outras fontes, realizado com dados de 2021, o Brasil aparecia como segundo no ranking da Abrace, atrás da Colômbia. Os preços da energia registraram forte alta, após o país ter ampliado o uso de térmicas, e funcionaram como munição adicional em recentes crises políticas. Dependente de hidrelétricas, que sofrem com variações do clima, a Colômbia tem enfrentado dificuldades para implementar os projetos de renováveis. Há cerca de um ano, propôs um pacto nacional em busca do que chamou de "tarifa justa". Mobilizou empresas e lançou um pacote de mudanças nas leis do setor e na estrutura técnica, com a promessa de reduzir os custos da energia. Na prática, foi uma intervenção, e os resultados ainda são incertos, mas serve de exemplo sobre os riscos políticos, econômicos e regulatórios quando se perde o controle do preço da energia. O país ainda não divulgou seus indicadores de 2022 e, por isso, não consta do ranking neste ano. Fonte: O Tempo

  • Petróleo, ações e moeda israelense: como a invasão do Hamas está impactando a economia global

    Os preços do petróleo subiram enquanto parte das bolsas de valores e a moeda israelita caíam no início da semana, à medida que os investidores reagiam à guerra entre o Hamas e Israel. Embora Israel não seja um grande produtor de petróleo, a escalada das tensões no Oriente Médio assustou os investidores. A inflação, o receio de uma recessão econômica global e uma correção após meses de alta fizeram com que os preços do petróleo nos EUA caíssem de cerca de US$ 95 (R$ 488,99) há algumas semanas para pouco mais de US$ 80 (R$ 411,78) na semana passada. Mas na manhã de segunda-feira (9), os preços do petróleo nos EUA subiram acima dos 3%, ultrapassando US$ 85 (R$ 437,52) por barril, depois de reduzirem os ganhos durante a noite. O petróleo Brent, referência global, também subiu quase 3%, sendo negociado a quase US$ 87 (R$ 447,82) o barril. Israel declarou formalmente guerra ao Hamas no domingo (8), após um ataque surpresa do grupo no sábado (7). Segundo as autoridades, o conflito já deixou mais de 1000 mortos, com pelo menos 700 pessoas mortas em Israel e 400 na Palestina. “Com o governo israelense alertando para uma guerra longa e difícil, há preocupações de que retaliações profundas e incessantes em Gaza possam trazer o Irã para o conflito e ter um impacto no fluxo de energia na região”, disse Susannah Streeter, chefe de dinheiro e mercados na corretora britânica Hargreaves Landsdown. Israel intervém para apoiar o shekel Com as hostilidades, o shekel israelense subiu para 3,93 em relação ao dólar americano na segunda-feira, nível atingido pela última vez em 2016. O banco central de Israel disse que venderia até US$ 30 bilhões (R$ 154,42 bilhões) em moedas estrangeiras para estabilizar o shekel e “fornecer a liquidez necessária para o bom funcionamento contínuo dos mercados”. Num comunicado, o Banco de Israel disse que forneceria um apoio adicional de US$ 15 bilhões (R$ 77,21 bilhões), se necessário, afirmando que iria “continuar monitorando o desenvolvimento [dos impactos da guerra] e analisar os mercados para agir com as ferramentas disponíveis conforme necessário”. Mercados de ações Futuros nos EUA Nos mercados acionistas, os futuros de ações dos EUA – que subiram na sexta-feira (6) devido a um relatório mais forte que o esperado do mercado de trabalho americano – caíram acentuadamente no final do domingo. Mas as perdas foram reduzidas depois que Israel afirmou que os combates entre as Forças de Defesa de Israel (FDI) e o Hamas dentro do país haviam cessado e que as FDI haviam retomado o controle de todas as comunidades ao redor da Faixa de Gaza. Os futuros do Dow Jones caíram 125 pontos ou 0,37%, após terem registrado inicialmente uma queda de quase 200 pontos. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq caíram 0,5% e 0,6%, respectivamente. Os investidores globais temem que o conflito em Israel possa se alastrar para toda a região e que as tensões prolongadas no Oriente Médio prejudiquem a frágil recuperação econômica global. Bolsas europeias As ações europeias também caíram na abertura de segunda-feira, enquanto a notícia era avaliada. Mas às 06:20 no horário de Brasília, alguns índices já haviam se estabilizado, com o CAC 40 da França caindo apenas 0,1%, enquanto o DAX da Alemanha caía 0,3%. O FTSE 100 de Londres subiu 0,6%, impulsionado pelos ganhos nas ações das empresas petrolíferas. Bolsas asiáticas Na Ásia, a reação inicial entre os investidores foi mista. Na China continental, o Shanghai Composto caiu 0,4% após passar a “Semana Dourada” fechado. Enquanto isso, o S&P/ASX 200 da Austrália terminou em alta de 0,2%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,2% quando as negociações foram retomadas após suspensão devido a um tufão. Enquanto isso, as bolsas de valores do Japão e da Coreia do Sul estavam fechadas devido a feriados. Expectativa do mercado A questão-chave para os mercados agora “é se o conflito permanece contido ou se se espalha para envolver outras regiões, especialmente a Arábia Saudita”, escreveram analistas da ANZ em relatório. “Pelo menos inicialmente, parece que os mercados assumirão que a situação permanecerá limitada em âmbito, duração e consequências no preço do petróleo. Mas pode-se esperar maior volatilidade.” Fonte: CNN

  • Ampliação da defesa na fronteira da Amazônia Legal será avaliada

    Um grupo de trabalho para analisar a viabilidade e os possíveis mecanismos para o emprego das Forças Armadas em 250 quilômetros de fronteira terrestre, nos estados da Amazônia Legal, foi criado na segunda-feira (9) pelo governo federal. A medida - que estuda ampliar em 100 quilômetros a área de defesa atual - foi publicada ontem (9) no Diário Oficial da União e as conclusões deverão ser apresentadas em 30 dias. A Constituição prevê a atuação das Forças Armadas em uma faixa de 150 quilômetros dos limites territoriais para dentro do país, mas a ideia que será discutida objetiva ampliar as ações de defesa em mais 100 quilômetros nas fronteiras com outros países nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins. Crimes transfronteiriços De acordo com a publicação do Ministério da Defesa, a proposta visa ampliar as ações preventivas e repressivas contra crimes transfronteiriços e ambientais e somaria esforços com ações previstas no Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas), instituído pelo governo federal em julho deste ano. Com investimento de R$ 2 bilhões, o Amas prevê a instalação de 34 bases integradas da Polícia Federal com as polícias estaduais, centros de comando e de cooperação internacional, além de um centro de operações da Força Nacional, todos distribuídos pelo território da Amazônia Legal. O grupo de trabalho que analisará a atuação das Forças Armadas será coordenado pelo subchefe de operações da Chefia de Operações Conjuntas (CHOC), do Ministério da Defesa, que terá mais quatro representantes, além de dois representantes de cada um dos comandos da Aeronáutica, Exército e Marinha, somando 11 integrantes titulares, com suplentes para casos de ausência. As reuniões semanais serão na sede do Ministério da Defesa, em Brasília, e por videoconferência para os membros que estiverem em outros locais. E, por decisão da coordenação, especialistas militares ou civis de outros ministérios, instituições ou órgãos poderão ser convidados para contribuir com trabalhos. Fonte: Agência Brasil

  • Polícia faz operação para cumprir 100 mandados de prisão em comunidades do Rio

    A operação policial realizada na manhã de segunda-feira (9) em três conjuntos de favelas do Rio de Janeiro busca cumprir 100 mandados de prisão. A informação foi divulgada pelo secretário estadual de Polícia Civil fluminense, José Renato Torres, em entrevista. O foco principal é conter o avanço do Comando Vermelho, maior facção do Rio. Durante a ação, dois helicópteros das forças de segurança foram atingidos por disparos e tiveram de pousar. As ações fazem parte da Operação Maré, anunciada no fim de setembro pelo governo fluminense. Os policiais estão atuando nas comunidades da Cidade de Deus, Vila Cruzeiro (no Complexo da Penha), de Nova Holanda e do Parque União (ambas no Complexo da Maré). Tanto a Cidade de Deus, na zona oeste, quanto o Complexo da Penha, na zona norte, são controlados pelo Comando Vermelho, facção criminosa cujos integrantes, segundo a polícia, estariam envolvidos na morte dos três médicos na semana passada, na Barra da Tijuca. “Todos os integrantes dessa facção criminosa que têm mandados de prisão são alvos da operação”, explicou Torres. “Hoje, especificamente, queremos atacar essa facção criminosa que está tentando expandir seu território e gerando conflito com outras organizações, trazendo certa instabilidade na nossa segurança”. A Operação Maré foi anunciada como resposta a criminosos da Maré, na zona norte da cidade, que usavam um espaço público de lazer para treinar seus homens em táticas de guerrilha. Segundo Torres, a operação desta terça-feira foi expandida para a Penha, também na zona norte, e para a Cidade de Deus, na zona oeste, porque há informações de que lideranças criminosas da Maré buscaram refúgio nesses outros locais. O secretário de Polícia Civil afirmou que, até a hora da coletiva, por volta das 7h, não havia ninguém ferido nas ações. Dois helicópteros da polícia, no entanto, foram atingidos e tiveram que pousar para verificar possíveis danos. Apesar de a Operação Maré ter sido anunciada como ação conjunta com o governo federal, nas ações desta terça-feira não há a participação de agentes federais. O secretário estadual de Polícia Militar, coronel Luiz Henrique Pires, afirmou que, mesmo sem a participação da Força Nacional de Segurança, cujo envio foi adiado pelo governo federal, a Polícia Militar está conseguindo atuar nas três comunidades simultaneamente. “Todo reforço é importante, não só para o Rio de Janeiro, como para todos os estados do Brasil, mas nós temos capacidade e estamos atuando nas três comunidades. Essa questão está sendo resolvida entre o governo do estado e o governo federal”, disse. Segundo Pires, todos os policiais militares estão usando câmeras corporais no Complexo da Maré. Também estão sendo usados drones com capacidade de fazer reconhecimento facial e leituras de placas de automóveis. As imagens estão sendo transmitidas, em tempo real, ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), do governo do estado. Fonte: O Tempo

  • Arthur Lira embarca nesta terça para viagens à Índia e China

    O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), viaja nesta terça-feira (10) para compromissos oficiais na Índia e na China. Ele deve permanecer fora do Brasil até o dia 20. Lira deve embarcar acompanhado de líderes partidários da Câmara para uma série de agendas. Na Índia, o chefe da Câmara deve se reunir com outros chefes de parlamento dos países do G20, formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Africana e União Europeia. O Brasil assumiu a presidência do grupo no último setembro durante a Cúpula de Líderes do bloco, na capital indiana Nova Délhi. Já na capital chinesa, Pequim, Lira e os líderes partidários terão encontros com parlamentares do país, além de compromissos empresariais. A expectativa é que a pauta de votações da Câmara fique esvaziada durante a ausência de Lira, inclusive sem a votação de projetos de interesse do governo. Um dele é o projeto que retoma a taxação de rendimentos de offshores em paraísos fiscais, uma das prioridade da equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para aumentar a arrecadação e contribuir na meta de zerar o déficit fiscal em 2024. A previsão é que sejam injetados mais de R$ 20 bilhões nos cofres públicos entre 2024 e 2026. O governo argumenta que esses ativos no exterior pertencentes a brasileiros somam mais de R$ 1 trilhão, mas praticamente não sofrem tributação. Isso porque os rendimentos e lucros são mantidos por anos no exterior e só pagam imposto quando entram no Brasil. Sem Lira no Brasil, a proposta só deve entra em pauta depois do dia 20. Fonte: O Tempo

  • Ex-secretário de Saúde deixa pré-campanha de Boulos devido a falta de repúdio ao Hamas

    Secretário de Saúde do estado de São Paulo durante a pandemia de Covid-19, Jean Gorinchteyn confirmou à CNN que deixou a pré-campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à Prefeitura da capital. A motivação, diz Gorinchteyn, foi o deputado federal não condenar os ataques do Hamas a Israel, que tiveram início no sábado (7). Ele coordenava plano da pré-campanha na área da Saúde. “Diante da postura pró-Palestina que não menciona ou condena o grupo extremista islâmico armado Hamas pelos atentados em Israel, que vitimaram civis e sequestraram mulheres e crianças, adotei a decisão oficial de me retirar”, escreveu em nota. O médico infectologista, que foi secretário durante a gestão de João Doria, indicou ainda que “é imperativo condenar e repudiar ataques terroristas contra civis em qualquer lugar do mundo”. “Reafirmo meu compromisso como judeu em apoio ao Estado de Israel e em respeito às vítimas e seus familiares”, completou. Boulos usou suas redes sociais por volta do meio dia de domingo (8) e disse “condenar sem meias palavras ataques violentos a civis, como os que mataram nas últimas horas 250 israelenses e 232 palestinos”. Ele destacou, porém, sua defesa pública dos “direitos do povo palestino”. “Defendo uma solução pacífica e duradoura, que passe pelo cumprimento do direito internacional e das resoluções de paz”, escreveu. Fonte: CNN

  • Projeto que proíbe casamento homoafetivo retorna à votação nesta terça

    O projeto de lei que pode proibir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo passará por uma nova tentativa de votação nesta terça-feira (10). O tema é o único item da pauta da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF) da Câmara dos Deputados. A reunião está prevista para começar às 10h. O relator, deputado Pastor Eurico (PL-PE), propõe a rejeição de um texto de 2007 que prevê a união civil homoafetiva, com direitos patrimoniais, e a aprovação de um outro projeto, de 2009, que pede a proibição desse tipo de casamento. Esta será a quarta tentativa de votação no colegiado. Em seu parecer, Pastor Eurico citou trechos bíblicos, frisando que o casamento entre pessoas do mesmo sexo "é contrário à verdade do ser humano”. "O que se pressupõe aqui é que a palavra 'casamento' representa uma realidade objetiva e atemporal, que tem como ponto de partida e finalidade a procriação, o que exclui a união entre pessoas do mesmo sexo. O Brasil, desde sua constituição e como nação cristã, embora obedeça ao princípio da laicidade, mantém, na própria Constituição e nas leis, os valores da família, decorrentes da cultura de seu povo e do Direito Natural", escreveu. O autor da proposta, o então deputado Clodovil Hernandes (SP), alegou atender a "uma tendência mundial de tolerância em relação as diferenças" ao apresentar o texto, além de uma "reivindicação dos grupos homossexuais com vistas a integrá-los no ordenamento jurídico e caminhar para a eliminação de preconceitos em razão da orientação sexual". Fonte: O Tempo

  • Entenda o conflito entre Israel e Hamas; veja perguntas e respostas sobre o tema

    O Hamas, grupo extremista islâmico que governa a Faixa de Gaza, lançou no sábado (7/10) a maior ofensiva em anos contra Israel. Em resposta, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, declarou guerra. O conflito mais recente entre Israel e o grupo havia sido uma guerra que durou 11 dias em 2021. Entenda o histórico de tensões na região que se arrastam por décadas. O que está acontecendo? O Hamas lançou uma incusão sem precedentes por terra, água e ar contra Israel neste sábado. Combatentes palestinos invadiram pelo menos 14 localidades no sul de Israel, onde mataram dezenas de civis e soldados e fizeram reféns. Além disso, milhares de foguetes foram disparados contra o território israelense. Outras facções palestinas, como o Jihad Islâmico e a esquerdista Frente Popular pela Libertação da Palestina se juntaram à ofensiva. O ataque foi lançado durante o feriado judaico de Simchat Torah e um dia depois do 50º aniversário da Guerra do Yom Kippur entre Israel e países árabes. A ação parece ter pegado as Forças Armadas de Israel de surpresa, indicando uma falha dos serviços de inteligência do país. Em resposta, Netanyahu declarou estado de guerra, convocou reservistas e ordenou bombardeios contra a Faixa de Gaza. "Estamos em guerra. Esta não é uma operação simples", declarou o premiê, afirmando que o Hamas "pagará um preço sem precedentes". O que é o Hamas? É um dos maiores partidos políticos palestinos e conta também com um braço armado, conhecido como Brigadas Qassam. Tem orientação islamita, e sua carta fundadora prega a destruição de Israel e o estabelecimento de um Estado islâmico na Palestina histórica. A criação do grupo foi estimulada nos anos 1980 por Israel, que via nele uma forma de minar a liderança da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), dominada pelo partido secular palestino Fatah, do falecido líder nacionalista Yasser Arafat. Desde os anos 1990, o Hamas tem promovido dezenas de atentados terroristas em Israel. Por que o Hamas controla Gaza? O grupo islâmico, contrário aos acordos entre Israel e as lideranças do Fatah, venceu as eleições legislativas de 2006 em Gaza e na Cisjordânia. A Cisjordânia está sob ocupação israelense desde 1967, com autonomia limitada exercida pela Autoridade Nacional Palestina (ANP), criada após os Acordos de Oslo com Israel, em 1993. A eleição de 2006 dividiu a liderança palestina. O Hamas assumiu a chefia do gabinete, mas a liderança da ANP continuou nas mãos de Mahmoud Abbas, do Fatah. O gabinete dirigido pelo Hamas foi boicotado por Israel e as potências ocidentais. Abbas se recusou a ceder ao Hamas o comando das forças de segurança. A crise política resultou em conflito armado que levou à expulsão do Fatah de Gaza em 2007. Qual é a situação da Faixa de Gaza? A maioria dos 2 milhões de habitantes do território vem de famílias de refugiados que fugiram de de seus vilarejos, localizados no que hoje é Israel, em meio à guerra que se seguiu à declaração de independência do Estado judeu, em 1948. O território passou a ser ocupado militarmente por Israel em 1967. Em 2005, Israel retirou seus colonos e tropas de Gaza, mas manteve o controle das fronteiras terrestres e marítimas. Em 2007, depois que o Hamas passou a governar o território, Israel e Egito impuseram um bloqueio à região. A população local sofre com a falta de luz, água e alimentos e é impedida de deixar o território. Desde então, o território registrou uma sequência de conflitos envolvendo bombardeios israelenses e disparos de foguetes pelo Hamas, que deixaram milhares de mortos, principalmente do lado palestino. Tréguas foram mediadas por Egito, Qatar e Nações Unidas. Fonte: O Tempo

  • Netanyahu diz que resposta de Israel ao ataque de Gaza “mudará o Oriente Médio”

    A resposta de Israel ao ataque sem precedentes de homens armados palestinos a partir da Faixa de Gaza “mudará o Oriente Médio”, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, na segunda-feira (9). Ele estava conversando com prefeitos de cidades fronteiriças ao sul atingidas pelo ataque surpresa que começou no sábado, informou um comunicado de seu gabinete. Israel ordena “cerco completo” à Faixa de Gaza O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, diz ter dado, nesta segunda-feira (9), uma ordem para o “cerco completo” de Gaza. Não será fornecida eletricidade, alimentos, combustível ou água ao território, que está rodeado em três lados por Israel e pelo Egito. “Estamos lutando contra os bárbaros e responderemos de acordo”, disse ele diante das câmeras. O ministro da Infraestrutura, Energia e Água de Israel, Israel Katz, também ordenou, nesta segunda-feira, o corte imediato do abastecimento de água do país à Faixa de Gaza. Segundo ele, a luz e o combustível foram cortados no domingo (8). “O que foi no passado não será mais no futuro”, disse Israel Katz em uma postagem nas redes sociais anunciando o corte. Israel retomou controle de áreas perto de Gaza O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI), o almirante Daniel Hagari, declarou que as tropas israelenses retomaram o controle de todas as comunidades ao redor da Faixa de Gaza. Segundo ele, não há mais combates entre as FDI e o Hamas. O número de mortos aumenta na medida em que os combates se intensificam — os números de domingo saltaram para mais de 430 em Gaza, com cerca de 2.200 feridos, segundo o Ministério da Saúde palestino em Gaza; e mais de 700 mortos em Israel, segundo a FDI. Na cidade de Gaza, um campo de refugiados palestinos foi atingido por ataques aéreos de Israel nesta segunda-feira. “Eles nos atingiram sem qualquer aviso. Era um [avião] F-16. Não houve aviso, nada. E você pode ver a destruição, veja por si mesmo”, disse à Reuters um homem não identificado no campo de refugiados de Shati. Dezenas de milhares de pessoas foram deslocadas em Gaza enquanto a FDI continua a atacar as posições do Hamas na faixa, segundo a Agência de Assistência e Obras das Nações Unidas (UNRWA, na sigla em inglês) no domingo. Quase 74 mil pessoas estão agora em 64 abrigos da UNRWA, afirma a declaração da agência. Fonte: CNN

  • União Europeia suspende R$ 3,7 bi para palestinos após ataque do Hamas à Israel

    Comissário para Vizinhança e Alargamento da União Europeia afirmou fim da ajuda humanitária pela rede social X e falo em “ponto de inflexão” O comissário europeu para a Vizinhança e Alargamento, Oliver Varhelyi, após os ataques terroristas do Hamas no fim de semana, anunciou que a União Europeia (UE) decidiu suspender, de forma imediata, os pagamentos de ajuda ao desenvolvimento aos palestinos, e afirmou que todos os seus projetos sob revisão, nesta segunda-feira (9/10). “Todos os pagamentos foram suspensos de forma imediata. Todos os projetos foram colocados em revisão. Todas as propostas orçamentárias, inclusive para 2023, adiadas até novo aviso. Avaliação integral de todo o portfólio”, disse Varhelyi na rede social X, antigo Twitter. UE, maior doadora a palestinos A UE é a maior doadora dos palestinos e, ainda de acordo com Varhelyi, a soma dos valores é de aproximadamente 691 milhões de euros, o equivalente a R$ 3,7 bilhões na cotação atual. “A escala de terror e brutalidade contra Israel e seu povo é um ponto de inflexão. Não pode haver negócios como de costume. Como a maior doadora dos palestinos, a Comissão Europeia está analisando todo o seu portfólio de desenvolvimento, no valor total de 691 milhões de euros”, acrescentou. Nesta segunda-feira, o Ministério da Cooperação e Desenvolvimento Econômico da Alemanha também anunciou que está congelando novos repasses para os palestinos. “Está em análise, ou seja, suspenso temporariamente”, disse uma porta-voz. No domingo, a titular da pasta, a social-democrata Svenja Schulze, já havia anunciado que os repasses seriam reexaminados, mas o governo alemão também vinha sendo pressionado por aliados e pela oposição a congelar a ajuda por completo até segunda ordem. Em 2020, a Alemanha transferiu 193 milhões de euros (R$ 1 bilhão) para gastos em ajuda humanitária e desenvolvimento econômico para áreas palestinas. Em 2023, os compromissos assumidos pela Alemanha com os palestinos somavam 250 milhões de euros. Segundo Schulze, a Alemanha sempre tomou cuidado para assegurar que os valores não fossem desviados para outros fins e que o dinheiro fosse gasto apenas para fins pacíficos, “mas esses ataques a Israel marcam uma terrível ruptura”. Ainda segundo Schulze, a Alemanha pretende discutir com Israel como os projetos de desenvolvimento na região podem vir a ser mais bem atendidos e coordenados com parceiros internacionais. Alemanha e Áustria unidas em prol de Israel A Alemanha tem divulgado seguidas manifestações de solidariedade a Israel desde o ataque de sábado. No dia seguinte, o chanceler federal Olaf Scholz afirmou que Israel tem o direito “de proteger seus cidadãos e perseguir os agressores”. Em conversa com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o social-democrata teria assegurado que seu país está “firme e inabalavelmente ao lado de Israel”. “A segurança de Israel é de interesse nacional da Alemanha. Isso é especialmente verdadeiro em momentos difíceis como este. E nós agiremos de acordo”, disse Scholz. Além da Alemanha, a vizinha Áustria também anunciou suspensão de novos repasses: “Vamos suspender todos os pagamentos de ajuda ao desenvolvimento por enquanto”, disse o ministro das Relações Exteriores austríaco, Alexander Schallenberg, à rádio Ö1. A decisão deve resultar no congelamento de 19 milhões de euros em assistência. A Áustria também pretende reanalisar todos os projetos destinados a regiões palestinas por meio de consultas com União Europeia e outros parceiros internacionais “A escala do terror é tão terrível. É uma fissura tão grande que não se pode voltar ao 'negócios como sempre'”, disse o ministro Schallenberg. A Europa é uma das principais fontes de ajuda aos territórios palestinos ocupados por Israel, onde as Nações Unidas estimam que cerca de 2,1 milhões dependem de assistência humanitária, entre elas 1 milhão de crianças. Os anúncios da UE, Alemanha e Áustria não deixam claro se o congelamento de recursos também se aplicará à ajuda humanitária. Nos seus anúncios de suspensão, a Comissão da UE, a Alemanha e a Áustria tampouco distinguiram a Faixa de Gaza, o enclave palestino dominado pelo Hamas, da Cisjordânia, bem mais populosa, administrada pela Autoridade Palestina, atualmente liderada pelo presidente Mahmoud Abbas, tido como mais moderado e cujo grupo político se opõe aos fundamentalistas islâmicos do Hamas. Vozes dissonantes Na Alemanha, nem todos estão de acordo com o corte de repasses. A Sociedade Teuto-Israelense (DIG), que promove a aproximação das relações entre Israel e Alemanha, limitou-se a pedir ao governo alemão que estabeleça condições claras para os pagamentos aos palestinos. “Terrorismo e antissemitismo não podem ser financiados com impostos alemães”, disse o presidente da DIG, Volker Beck. No entanto ele não defendeu a suspensão da ajuda financeira, mas sim condições e controles mais rígidos., o que “requer decisões claras do comitê de orçamento e do Parlamento para o orçamento federal de 2024”. Outros políticos alemães rechaçaram qualquer corte da ajuda fornecida aos palestinos. O deputado Gregor Gysi, importante veterano do partido de oposição A Esquerda, argumentou que o Hamas foi responsável pelo ataque, não todos os palestinos: “As organizações palestinas podem e devem ser apoiadas, mas o Hamas não pode”, disse à revista Der Spiegel. FONTE: ISTO É

  • 123milhas: relatório de CPI pede indiciamento de donos e parentes

    Relatório indica que o grupo movimentou cerca de R$ 40 bilhões desde 2019; 123milhas é acusada de pirâmide financeira O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga pirâmides financeiras no Brasil, deputado Ricardo Silva (PSD-SP), apresentará em sessão na noite de segunda-feira (9) o relatório final da devassa. Três horas antes, ele antecipou que o documento pedirá à Justiça os indiciamentos dos irmãos Ramiro Júlio Soares Madureira e Augusto Júlio Soares Madureira, dois dos três sócios à frente do grupo de viagens 123Milhas. Diretores e parentes dos Madureira também constam no pedido de indiciamento que será remetido se houver aprovação do relatório na reunião da CPI. A empresa de negociação de passagens aéreas e pacotes de viagem cancelou a emissão de bilhetes e outros serviços adquiridos por clientes. À crise sucederam demissões em massa no escritório em Belo Horizonte e um pedido de recuperação judicial protocolado na Vara Empresarial da capital mineira. O relator Silva classificou o modelo de negócios da 123Milhas como 'uma das maiores pirâmides financeiras no Brasil, nos últimos anos'. Segundo detalhou à Itatiaia nesta segunda à tarde, o grupo movimentou cerca de R$ 40 bilhões nos últimos quatro anos. A CPI chegou à 123Milhas após a empresa revelar a suspensão da emissão dos pacotes vendidos e detectou ali a possibilidade do grupo operar em um modelo de pirâmide. O negócio não era sustentável, segundo detalhou o deputado na segunda-feira passada. "O modelo era insustentável desde o início em razão dos fluxos bancários. Por exemplo, se entrava R$ 1.000, eles gastavam R$ 1.500", pontuou. "Sempre entrava menos que saía. E como eles mantinham? Com empréstimos bancários altos e atraindo mais clientes com publicidade", concluiu. Ricardo Silva indicou ainda que, no início das investigações, a CPI avaliava que as fraudes ligadas à 123Milhas se referiam apenas ao plano promocional, o que não se sustentou. "Começamos a entender que a empresa opera em situação ilícita desde 2019. Levantamos que era uma empresa insustentável e eles, de fato, se mantinham trazendo mais clientes, cada vez mais clientes. O que justifica os gastos com publicidade", afirmou. "E para o dinheiro ficar com eles [sócios], os gastos com publicidade eram feitos com a agência do pai. Era um negócio triangulado", cravou. CPI das Pirâmides. Além dos negócios da empresa de viagens lotada em Belo Horizonte, a Comissão Parlamentar de Inquérito igualmente se debruçou sobre outros grupos com modelos suspeitos e semelhantes a uma pirâmide financeira. Não à toa, o relatório será apresentado à Câmara dos Deputados solicitando à Justiça os indiciamentos de mais de 40 pessoas. O relator ainda não confirmou se Ronaldinho Gaúcho e o irmão Assis Moreira estão entre os listados. No mês passado, a CPI conseguiu a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-esportista. Ele e o irmão são investigados por suposta fraude em pirâmide financeira e marketing multinível a partir do uso de criptomoedas através da 18K Ronaldinho. Ronaldinho Gaúcho depôs à CPI em agosto Estrela da Seleção Brasileira e de clubes como Atlético e Flamengo, Ronaldinho Gaúcho compareceu de forma espontânea à CPI das Pirâmides Financeiras após faltar em duas ocasiões anteriores — o que levou, aliás, a um pedido da CPI para que a Polícia Federal (PF) o conduzisse coercitivamente. No início de suas declarações, o ídolo do Atlético negou envolvimento com a 18K Ronaldinho e afirmou que os proprietários usaram indevidamente sua imagem para negociar moedas digitais em 2019. "Diferente do que está sendo divulgado, não é verdade que sou fundador e sócio da 18K Ronaldinho. Nunca fui sócio da 18K Ronaldinho", afirmou à época. O atleta ressaltou que 18K Ronaldinho era uma linha de relógios licenciada pela 18K Watches, uma marca que contratou sua imagem. A empresa de criptomoedas, então, teria usado fotografias do jogador para negociar moedas digitais. "Utilizaram as fotos que eram da propaganda do relógio", reforçou o ex-jogador. "Mesmo tendo ciência que estavam usando sua imagem, o senhor se calou? O senhor não tomou nenhuma atitude", perguntou o relator Ricardo Silva. "Vou ficar em silêncio", respondeu Ronaldinho Gaúcho. O irmão Assis Moreira apareceu em incontáveis respostas do esportista à CPI das Pirâmides Financeiras. Ronaldinho atribuiu ao irmão — e empresário — a obrigação de ler e assinar seus contratos empresariais. Em depoimento em 24 de agosto, Assis Moreira afirmou à CPI das Pirâmides que conhecia Marcelo Lara, co-fundador da 18K Ronaldinho, e indicou que ele participou de sessões de foto da 18K Watches. "Encontrei algumas vezes em dias de gravação", afirmou Ronaldinho à CPI. O ex-jogador declarou que Assis, quando descobriu sobre o uso indevido da imagem, decidiu romper o contrato com a 18K Watches. "Quando meu irmão percebeu que eles estavam usando minha imagem indevidamente, ele cancelou o contrato", garantiu. FONTE: ITATIAIA

  • Empresário reage a sequestro, mata dois homens e é preso em Minas Gerais

    Vítima conseguiu pegar o revólver de um dos suspeitos em um momento de distração e atirou nos dois homens. Um empresário, de 31 anos, reagiu a um sequestro, matou dois suspeitos e foi preso nesse sábado (7 de outubro), em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. De acordo com informações da Polícia Militar de Minas Gerais, ele contou aos policiais que tem um estabelecimento comercial. Um homem ligou para o local, negociou a compra de caixas de cerveja e pediu que as bebidas fossem entregues em uma chácara que ele tinha alugado. O empresário foi fazer a entrega e, assim que saiu do carro para pegar as cervejas, outros dois homens o abordaram e anunciaram o sequestro e pediram para que a vítima não reagisse. O homem foi colocado dentro de outro veículo e ameaçado a todo momento. Durante o trajeto, ele foi obrigado a fazer transferências via PIX para os suspeitos. A dupla ainda teria ligado para o irmão da vítima, que mora nos Estados Unidos, e pedido R$ 350 mil de resgate. Em determinado momento, a vítima percebeu que um dos suspeitos se distraiu e colocou a arma entre as pernas para mexer no celular. Nesse momento, ele entrou em luta corporal, conseguiu pegar o revólver e matou o homem. O outro suspeito, que estava dirigindo o veículo, desceu do carro após ver o assassinato do comparsa e também foi morto pelo empresário. O homem então correu, encontrou uma base de segurança comunitária e relatou o ocorrido. Mesmo agindo em legítima defesa, ele foi preso e encaminhado para a delegacia de Polícia Civil da região para prestar depoimento. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e constatou os óbitos. A perícia da Polícia Civil identificou que o homem que estava no banco de trás foi atingido por tiros no pulso, rosto e costas. Já o motorista do automóvel teve perfurações no peito, perna esquerda e cabeça. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML). O caso será investigado. FONTE: ESTADO DE MINAS GERAIS

  • Crianças encontram drogas enquanto brincavam em barranco no interior de Minas

    Cinco tabletes prensados de maconha foram apreendidos A Polícia Militar (PM) apreendeu cinco tabletes prensados de maconha na tarde desse domingo (8 de outubro), na cidade de São José do Itueto, no Vale do Rio Doce. A droga foi encontrada durante uma brincadeira de crianças. De acordo com a PM, os militares receberam denúncia de que algumas crianças haviam encontrado um objeto estranho enquanto brincavam em um barranco de terra no bairro Chácara Louzada. As guarnições foram até o local e localizaram uma sacola contendo cinco tabletes de maconha. O material foi apreendido e encaminhado para a delegacia. A Polícia Militar fez buscas à procura do suspeito de ser proprietário dos entorpecentes, mas ninguém foi localizado. FONTE: O TEMPO

  • Polícia confirma que corpo encontrado é de Sheilla, a motorista de aplicativo

    Sheila Angelis de Almeida estava desaparecida desde 9 de setembro. Suspeito confessou que matou a mulher após ela reagir a um assalto Após quase um mês do desaparecimento da motorista de aplicativo Sheilla Angelis de Almeida, no dia 9 de setembro, finalmente o paradeiro da mulher foi esclarecido. Conforme informações divulgadas ontem à tarde pela Polícia Civil, o corpo encontrado na cidade de Itapecerica, no Centro-Oeste de Minas, é da motorista de 36 anos. O corpo havia sido encontrado no último dia 27, mas aguardava a identificação. A mulher foi assassinada brutalmente após aceitar uma corrida fora do aplicativo de transporte de passageiros. Ao ser abordada em um assalto, reagiu e acabou morta. Em nota, a PC confirmou que a identificação foi realizada por meio de um exame de odontologia no Instituto Médico-Legal André Roquette, em Belo Horizonte. Sheilla desapareceu após fazer uma corrida em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas. O último contato com amigos ocorreu por volta das 18h30 de 9 de setembro, por meio de um aplicativo de mensagens. Desde então, foi instaurado um inquérito pela Polícia Civil, com regime de prioridade, para tentar localizá-la. A última viagem de Sheilla registrada em um aplicativo de transporte de passageiros foi para fazer uma corrida saindo do bairro Campina Verde, em Divinópolis, até um supermercado na rua Rio de Janeiro, no bairro Ipiranga. Suspeito de envolvimento no sumiço de Sheilla, Rafael Monteiro, de 36 anos, confessou ter matado a motorista, conforme informou a PCMG no último dia 4 de outubro. O homem foi preso no dia 1º de outubro. Amigos da motorista e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) encontraram, no mesmo dia, o aparelho celular dela em um matagal no bairro Paraíso, na mesma cidade. Desde então, a polícia identificou que o suspeito tentou efetuar compras com o cartão de crédito da motorista em um estabelecimento na cidade de São João del-Rei, no Campo das Vertentes. O carro dela, um Fiat Argo, também passou por Juiz de Fora, na Zona da Mata, e depois houve outra tentativa de compra com o cartão no Rio de Janeiro. Na última mensagem no celular, ela informou que havia recebido uma ligação e negociado uma corrida particular, fora do aplicativo, para pegar um passageiro na Praça do Santuário e levar até o bairro Terra Azul. Desde então, colegas de profissão não tiveram mais contato com Sheilla. Assalto brutal Segundo as investigações, Sheilla foi morta brutalmente após reagir a um assalto, conforme relatou o delegado Weslley Castro. Ao pedir uma corrida fora do aplicativo, ela foi rendida por um homem com uma faca. Ela reagiu e o suspeito tentou asfixiá-la. Ela novamente desvencilhou-se, mas acabou recebendo golpes de telha na cabeça por várias vezes. Mesmo ferida, Sheilla tentou escapar, mas o criminoso a enforcou com uma corda até ela desmaiar. A mesma corda foi utilizada para amarrá-la. Em seguida, ela foi colocada no porta-malas do veículo e ainda a golpeou com faca por mais quatro vezes. O corpo foi encontrado na comunidade rural de Trindade, em Marilândia, distrito de Itapecerica, no dia 27 de setembro. Em depoimento, Rafael Monteiro disse que o crime foi encomendado por uma terceira pessoa, sem revelar nomes. Ele informou que ficou com cerca de R$ 3 mil que eram de Sheilla, além do carro. A polícia também investiga o envolvimento de Leticia Oliveira, namorada do suspeito. Ela informou aos investigadores que não teve participação no crime e que ficou sabendo do ocorrido somente quando o corpo foi ocultado. Ela teria pedido ao namorado que se entregasse, mas ele negou. Letícia teria dito que entregaria ocompanheiro à polícia, o que teria gerado ameaças por parte do homem. De acordo com a PCMG, Letícia não estava com o namorado no momento do assassinato. Após matar Sheila, ele foi até a região do bairro São João de Deus. Letícia solicitou corrida de aplicativo para encontrá-lo. Ela levou três malas e também dois gatos, que foram apreendidos no Rio de Janeiro. Ao motorista do aplicativo, ela revelou que estava de mudança para a capital carioca. Lá, o casal estabeleceu residência. Ela trabalhava em um shopping em Botafogo e Renato estava empregado em uma loja de açaí. FONTE: ESTADO DE MINAS GERAIS

  • Tráfego na MGC-455 será interditado a partir desta segunda-feira (9/10)

    Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem em Minas Gerais (DER-MG), o trânsito será interrompido na altura do km 100 A rodovia MGC-455 será interditada pelo Departamento de Estradas de Rodagem em Minas Gerais (DER-MG), a partir desta segunda-feira (9/10). A interrupção será na altura do km 100, no trecho que dá acesso à Planura, no Triângulo Mineiro, para a reconstrução do pavimento próximo à ponte do ribeirão Douradinho. Segundo o DER-MG, as obras irão durar 15 dias, contados a partir desta segunda, e o motorista que passar pelo trecho terá que utilizar uma rota alternativa para se deslocar de Campo Florido até Pirajuba e Frutal. Neste caso, a opção é seguir pela BR-262 por 12 km, acessar à esquerda a LMG-804 e seguir por cerca de 10 km até o entroncamento da LMG-810. Para quem faz o trajeto de Frutal, Planura e Pirajuba para Campo Florido, a alternativa é seguir pela LMG-810 por 11 km até o entroncamento da LMG-804. Neste ponto, o condutor deve seguir sentido BR-262 por cerca de mais 10 km. Ao chegar na BR-262, são mais 11 km até Campo Florido. O local será sinalizado e contará com a equipe de fiscalização do Departamento para a orientação do trafégo dos veículos. FONTE: ESTADO DE MINAS GERAIS

  • Três crianças morrem afogadas e outra é resgatada em piscina no mesmo fim de semana em Minas

    Vítimas de 4 e 5 anos estavam em eventos de família em Betim, na Grande BH, e no Norte de Minas Três crianças morreram afogadas e outra precisou ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros nesse fim de semana em Minas Gerais. Duas delas, estavam em festas de família. A primeira chamada ocorreu na manhã de sábado (8) em um sítio, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. Lá, a menina de 4 anos foi resgatada da piscina com parada cardiorrespiratória levada para o Hospital João XXIII Pronto Socorro, em BH. A reportagem da Itatiaia entrou em contato com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) para apurar o estado de saúde e foi informada que "em conformidade à Lei Geral de Proteção de Dados, não pode disponibilizar qualquer dado individualizado que diz respeito à privacidade do paciente." Nesse domingo (8), a corporação atendeu uma ocorrência muito similar: um menino, de 5, foi encontrado em um tanque d’água, usado como piscina, na zona rural de Nova Porteirinha, no Norte de Minas. Ele foi socorrido por duas enfermeiras que estavam no local e levado às pressas ao hospital em Janaúba. Na ocasião, a mãe contou aos policiais que os familiares estavam vigiando a criança, mas ela saiu rapidamente para pegar o celular e, ao retornar, sentiu a falta do menino. Brincadeira na chuva No mesmo dia, outros dois meninos, de 5 e 10, morreram afogadas após serem arrastadas pela chuva em Sacramento, no Triângulo Mineiro. Segundo os bombeiros, a corporação foi chamada para atender a ocorrência na avenida Thomaz Novelino. Testemunhas contaram que as vítimas brincavam na rua quando a mais nova foi levada pela água até um bueiro da avenida. Nesse momento, o menino mais velho tentou resgatar o mais novo, contudo, também, foi arrastado. A dupla foi encontrada em um riacho, cerca de 15 metros da boca do bueiro. Os bombeiros Iniciaram as reanimações e deslocaram as crianças para o hospital Santa Casa de Misericórdia de Sacramento. Mas elas morreram em decorrência do afogamento. Segundo as equipes, o bueiro estava sem tampa ou grade quando chegaram ao local. FONTE: ITATIAIA

  • Polícia Civil indicia grupo suspeito de aplicar 'golpe do motoboy' em Minas e São Paulo

    Os suspeitos se passam por funcionários de banco e entram em contato com as vítimas para recolher os cartões A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indicou e representou pela prisão preventiva de seis pessoas suspeitas de integrarem uma organização criminosa especializada em aplicar o 'golpe do motoboy' em municípios de Minas e de São Paulo. De acordo com o delegado titular em São Sebastião do Paraíso, Rafael Gomes, os investigados ligam para as vítimas se passando por funcionários de bancos e as informam que seus cartões foram clonados. Eles pedem as senhas e se deslocam até a casa das vítimas para recolher o cartão. Em seguida, realizam diversas transações. Leia Também Mega-Sena: ganhador de Santa Luzia perde prêmio de Lotofácil ao não sacar R$ 85 milhões Mineiro de São Lourenço que está há um mês em Israel, relata tensão após ataque do Hamas As investigações começaram em agosto deste ano, após a Polícia Militar flagrar e prender um integrante da quadrilha recolhendo cartões nas casas das vítimas. Apurações deram conta que apenas dois dias, o grupo fez três vítimas idosas em São Sebastião do Paraíso, causando prejuízo total de aproximadamente R$ 20 mil. Os suspeitos, que moram em São Paulo, ostentam estilo de vida luxuoso com estimativa de milhões de reais movimentados mensalmente. FONTE: ITATIAIA

  • Mega-Sena: ganhador de Santa Luzia perde prêmio de Lotofácil ao não sacar R$ 85 milhões

    Somente com os juros perdidos, seria possível comprar 14 Renault Kwid ou quatro BMW XI O ganhador de Santa Luzia, na Grande BH, que faturou quase R$ 85 milhões no concurso 2630 da Mega-Sena, já perdeu uma bolada por não ter sacado a fortuna. O professor Gilcione Nonato Costa, do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas (UFMG), fez um cálculo sobre o ‘prejuízo’ que o sortudo teve. Se tivesse aplicado os R$84.729.015,05 na poupança, o rendimento seria de meio milhão. O valor chegaria próximo de R$ 1 milhão, caso a opção tivesse sido o CDB. Essa quantia supera o prêmio pago pela Lotofácil a dois ganhadores do concurso 2923 (R$ 881.236,96 para cada). "Com o prêmio de R$84.729 milhões aplicado em uma poupança, daria em torno de R$ 510 mil mensalmente. Logicamente em aplicações mais rentáveis, esse lucro tem que aumentar. Então, a cada dia, essa pessoa perde uma quantia significativa de dinheiro”, destacou. Daria para comprar... Somente com os juros perdidos pelo ganhador de Santa Luzia em um mês, seria possível comprar 14 Renault Kwid, modelo mais barato do Brasil. Se preferir um importado, o valor perdido daria para comprar três Mercedes-Benz A 200 AMG ou quatro BMW XI. O dinheiro também seria suficiente para comprar quatro apartamentos populares em Santa Luzia, na Grande BH. 60 dias O apostador de Santa Luzia fez um jogo simples, que custa R$ 5, na lotérica Rota da Sorte, localizada na rua Alvorada, no bairro São Benedito. As dezenas sorteadas foram 14, 18, 22, 26, 31 e 38. Conforme regras da Mega-Sena, o ganhador tem 90 dias após a data do sorteio para retirar o prêmio. Após esse prazo, o dinheiro é repassado ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES). Ou seja, o ganhador de Santa Luzia ainda tem 60 dias para não perder a bolada. FONTE: ITATIAIA

  • Duas pessoas ficaram feridas em acidente entre caminhão guincho e carro entre Varginha e Elói Mendes

    Duas pessoas ficaram feridas em um acidente entre um carro e um caminhão guincho, na noite de sexta-feira (07), na MGC-491 entre Varginha e Elói Mendes. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 20h39, quando os dois veículos bateram de frente. No caminhão guincho estavam três pessoas, uma das passageiras foi socorrida com ferimentos na face e encaminhada ao Hospital Bom Pastor. As outras duas pessoas dispensaram atendimento médico. Já o condutor do carro, que também teve ferimentos na face, foi socorrido pelo Samu e levado ao hospital. FONTE: VARGINHA ONLINE

  • Quatro bicicletas motorizadas foram apreendidas em Varginha

    Quatro bicicletas motorizadas foram apreendidas na manhã do último sábado (07), no Centro em Varginha. De acordo com a Guarda Civil Municipal, durante a operação, os Guardas avistaram quatro pessoas em bicicletas motorizadas descendo a Avenida Rio Branco, sem capacete e fazendo manobras perigosas, gerando risco no trânsito. Ainda segundo a GCMv, próximo a rotatória do Santa Maria, os condutores das bicicletas foram abordados, sendo dois menores de idade. As bicicletas então foram apreendidas. FONTE: VARGINHA ONLINE

  • CÂMARA DE VARGINHA PROMOVE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A CAUSA ANIMAL

    A causa animal será tema de audiência pública na Câmara de Varginha, na próxima terça-feira (10), às 18h30. Proposta pelo vereador Dandan, a audiência tem como objetivo atender às reivindicações de diversas entidades, protetoras dos animais e da população em geral para reunir esforços para promoção da proteção e do bem-estar animal. “Será um momento oportuno para abordarmos questões controversas e conscientizarmos em relação às práticas de maus-tratos e abandono”, disse Dandan. Na pauta, ainda estão assuntos como: reforma do Canil Municipal, efetivação do funcionamento do Castramóvel, demandas relativas a denúncias de maus-tratos, entre outras questões. Foram convidados e estão sendo esperados para participar da audiência pública o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Cláudio Abreu, o Diretor Administrativo da Guarda Civil Municipal, Marcos Cléber, a Supervisora do Setor de Bem Estar Animal, Marisley Camilo, representantes da Associação G.A.R.R.A (Grupo de Apoio e Reivindicação de Recursos aos Animais; Associação Protetora dos Animais de Varginha (APAV); Associação de Socorro e Proteção Animal (ASPA); Associação de Amigos de Animais de Varginha (3A Proteção Animal); Associação Amparo dos Pets; dentre outras instituições. Os interessados em participar, podem comparecer na Câmara ou acompanhar pelos canais de transmissão da Câmara de Varginha no Youtube ou Facebook. FONTE: Câmara Municipal

Gazeta de Varginha

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