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  • CR7 é convidado de honra de príncipe saudita em lançamento do Mundial de eSports

    Cristiano Ronaldo continua com muita moral no futebol da Arábia Saudita. O astro português de 38 anos foi o convidado especial do príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman, responsável por sua ida ao Al-Nassr, nesta segunda-feira, no anúncio oficial de que o país do oriente médio será sede a partir de 2024 da Copa Mundial de eSports. Bin Salmán é apaixonado declarado pelos esportes eletrônicos - principalmente os jogos de futebol e de tiros, como Call Of Duty, do qual é ávido jogador - e sempre quis levar as competições oficiais à Arábia Saudita. Com apoio de Cristiano Ronaldo e do presidente da Fifa, Gianni Infantino, ele fez o anúncio oficial da Copa Mundial na Conferência do Novo Esporte Mundial, em Riad. "(O campeonato) Será uma importante plataforma que contribuirá a elevar o nível do setor de jogos e esportes eletrônicos que estão em desenvolvimento", disse Bin Salmán, com Cristiano Ronaldo sentado a seu lado. "Servirá para implementar o status da Arábia Saudita como destino para as competições esportivas e mundiais mais destacadas." "É uma honra me encontrar novamente com Sua Alteza Real, o Príncipe Mohammed bin Salman, e é um grande prazer fazer parte deste painel hoje discutindo o futuro dos esportes eletrônicos e o lançamento do primeiro #esportsworldcup que será realizado na Arábia Saudita no próximo ano", celebrou o português em suas redes sociais. Os árabes jamais esconderam que trazer grandes nomes do esporte para jogar no futebol do País seria um caminho para se "apresentarem" ao mundo. Cristiano Ronaldo, além de artilheiro do Al-Nassr, terceiro colocado do campeonato local, ainda virou o queridinho para ajudar a propagar os demais eventos árabes. Bin Salmán investe na imagem do português e do brasileiro Neymar para melhorar a reputação da Arábia Saudita no planeta. Fonte: O Tempo

  • Piloto é preso após tentar desligar motores de avião com 80 a bordo

    Um piloto da companhia aérea Alaska Airlines foi preso no domingo (22), sob acusação de tentativa de homicídio contra mais de 80 passageiros e tripulantes, após supostamente tentar desligar os motores de um avião em pleno ar. Ele estava de folga e viajava na aeronave como passageiro. O voo QXE2059 decolou de Everett, Washington, com destino a São Francisco, às 17h23 de domingo (horário local), segundo informou a Alaska Airlines em um comunicado. Ele era operado pela Horizon Air, subsidiária da Alaska Airlines, mas teve que ser desviado devido a uma ameaça de segurança referente a uma pessoa que ocupava um assento auxiliar no interior da cabine de comando, apurou a NBC News. "O ocupante do assento auxiliar tentou, sem sucesso, interromper o funcionamento dos motores. O capitão e o primeiro oficial da Horizon responderam rapidamente, a potência do motor não foi perdida e a tripulação protegeu a aeronave sem incidentes", disse a Alaska Airlines em comunicado encaminhado à imprensa. O voo, que decolou por volta das 17h30 (horário local) do domingo, teve que ser desviado e pousou cerca de uma hora depois no aeroporto de Portland, em segurança, segundo dados da FlightAware. O causador do incidente foi identificado como um piloto da companhia, que estava fora de serviço. O assento auxiliar da cabine de comando é geralmente utilizado por pilotos fora de serviço, que retornam de viagens ou se dirigem a aeroportos para iniciar sua jornada de voos. Comunicação com a torre Um áudio contendo trechos da comunicação do avião com o controle de tráfego aéreo revela uma tentativa de desligar os motores do avião, modelo Embraer 175, bimotor a jato: "Atenção. Temos aqui o sujeito que tentou desligar os motores, de dentro da cabine. Não parece que ele tenha algum problema nas costas agora. Acho que ele foi subjugado. Fora isso, queremos a aplicação da lei assim que chegarmos ao solo e estacionarmos", disse trecho da conversa entre o piloto da aeronave e a torre de comando. Após o desembarque, o piloto fora de serviço, Joseph David Emerson, 44, foi preso pela polícia do Aeroporto de Portland, segundo informações da NBC News. Ele foi autuado por 83 acusações de tentativa de homicídio, 83 acusações de conduta ilícita e imprudente e uma acusação por colocar a aeronave em perigo, segundo os registros do Gabinete do Xerife do Condado de Multnomah. O FBI disse que está investigando o caso e observou que nenhum ferimento foi relatado. A agência disse que "pode garantir aos usuários de voos nos EUA não haver ameaça contínua relacionada a esse incidente". Enquanto isso, a FAA (Administração Federal de Aviação) afirmou estar "em comunicação com as companhias aéreas do Alasca e da Horizon" e "apoiando as investigações policiais". A FAA enviou alerta às companhias aéreas após o incidente da Horizon Air, dizendo que "um passageiro autorizado a utilizar o assento auxiliar na cabine de comando tentou desativar os motores da aeronave enquanto estava em altitude de cruzeiro, implantando o sistema de supressão de incêndio no motor". A tripulação finalmente conseguiu "subjugar o sujeito", removê-lo da cabine de comando, desviar o avião e pousar com segurança, disse o alerta. Numa segunda notificação, a FAA esclareceu que o evento de segurança não está ligado aos acontecimentos mundiais atuais. Todos os passageiros puderam viajar em um voo posterior, em direção ao destino inicial: a cidade de São Francisco. Fonte: O Tempo

  • Embaixador de Israel quer que Conselho da ONU defenda desmilitarização do Hamas

    O embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, afirmou na segunda-feira (23) que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) deve abordar a desmilitarização do grupo extremista Hamas, que está em conflito com Israel no Oriente Médio. A fala foi dada em enntrevista a O TEMPO Brasília. Zonshine enfatizou que o colegiado da ONU tem um papel crucial no cenário internacional, visando "diminuir os riscos no mundo", e, portanto, ele acredita que a discussão sobre o combate ao poderio militar do Hamas deveria ser parte das suas deliberações. “[O Conselho poderia discutir] a possibilidade de desmilitarização do Hamas, que não pode continuar a ameaçar Israel ou investir toda ajuda que recebe no mundo em armas e coisas contra a existência de Israel. Basicamente é só contra a existência de Israel”, avaliou. Debate internacional A Assembleia Geral da ONU confirmou uma reunião extraordinária para a próxima quinta-feira (26) com o objetivo de retomar as discussões sobre o conflito no Oriente Médio. A convocação ocorreu em função da pressão de vários países, incluindo o Brasil, após um impasse no Conselho de Segurança. Tanto a Rússia quanto o Brasil tiveram suas propostas de resolução para o conflito vetadas no colegiado. No último dia 18, o Brasil, que preside o Conselho de Segurança da ONU durante o mês de outubro, obteve uma ampla maioria em uma proposta de resolução sobre a guerra. No entanto, um veto dos Estados Unidos impediu o avanço do tema, que estava em negociação. A proposta brasileira incentivava, entre outros pontos, "o estabelecimento de corredores humanitários e outras iniciativas para a entrega de ajuda humanitária a civis". Uma das justificativas dadas pelo governo dos Estados Unidos para o veto foi o fato de o texto não mencionar o direito de autodefesa de Israel durante o conflito. Essa explicação foi fornecida pela embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield. Faixa de Gaza Segundo informou o embaixador à reportagem, aproximadamente 3.000 pessoas de diversas nacionalidades estão localizadas na Faixa de Gaza, sendo que a maior parte delas está concentrada na região Sul, que enfrenta menos conflitos. Para Zonshine, "a coordenação entre as entidades internacionais é crucial para determinar quando e como ocorrerá a saída dessas pessoas [da Faixa de Gaza]. Provavelmente, o Egito desempenhará um papel nesse processo, mas, até o momento, a coordenação ainda não atingiu a fase final". Um grupo de 32 brasileiros e seus familiares esperam a abertura da fronteira com o Egito para retornarem ao Brasil. Uma aeronave da Presidência da República espera autorização das autoridades egípcias para realizar o resgate. O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, está no Egito para tentar viabilizar a operação. Fonte: O Tempo

  • Ataques a ônibus no Rio: governador diz que dos 12 detidos, 6 foram soltos

    O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), disse que determinou que todas as forças policiais estejam nas ruas do estado para garantir a segurança e a circulação da população, um dia após 35 ônibus terem sido atacados em protesto contra a morte de um miliciano. Segundo o governador, metade dos detidos ontem já foi colocada em liberdade. "Das 12 pessoas que foram detidas ontem, 6 foram confirmadas a prisão. Temos indícios de autoria e materialidade. Outras seis, por falta de indícios foram soltas, mas, as investigações e o monitoramento dessas pessoas continuam", afirmou. A polícia não conseguiu provar que eles estavam envolvidos nos ataques em represália à morte do miliciano Matheus da Silva Rezende, o Faustão. Os outros seis presos serão indiciados por terrorismo, e a denúncia contra eles será encaminhada ao Ministério Público. "A gente não vai ficar fazendo número se não há indício de autoria e materialidade. Ninguém está querendo arrumar volume para ser culpado", completou. "Minha orientação é para toda a força do Rio de Janeiro na rua. Viaturas, carros blindados, helicópteros, drones, tanto da Polícia Civil quanto da Polícia Militar, Polícia Penitenciária também com nível máximo de cuidado e de alerta. Até estar totalmente estabilizado, assim vai ser a nossa postura para garantir que o cidadão tenha tranquilidade e o seu direito de ir e vir preservado", disse em entrevista coletiva. Um dia após um ataque que deixou dezenas de ônibus queimados em retaliação contra a morte de um miliciano, o governador afirmou que o fornecimento de energia e o transporte coletivo funcionam dentro da normalidade. "No meio da madrugada, fui comunicado que a energia já havia sido restabelecida em quase toda a totalidade. Só tínhamos questões pontuais ainda para o restabelecimento. Já falei ontem, falei de madrugada e agora de novo com o prefeito Eduardo Paes (PSD). Temos aí 80% da frota dos ônibus já funcionando e o trem na normalidade", garantiu. O governador afirmou ainda que vai tentar encontrar o ministro da Defesa, José Múcio, em Brasília na quarta-feira. Ele vai pedir o reforço das forças federais nas estradas que levam ao Rio de Janeiro. Castro também disse que vai se encontrar com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para pedir o endurecimento da legislação para crime de terrorismo. "Vamos fazer um pedido claro para que a gente endureça a legislação federal. Crime de terrorismo não pode ter progressão de pena", disse. Fonte: O Tempo

  • Motorista que atropelou 16 na cracolândia diz que teve bolsa e celular roubados

    O motorista que atropelou 16 pessoas na cracolândia, região central de São Paulo, na noite de domingo (22) afirmou que teve o carro vandalizado e pertences roubados. Segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública), o atropelamento, que deixou quatro pessoas com fraturas expostas, ocorreu quando o condutor tentou fugir da abordagem dos usuários de drogas. O homem de 30 anos alegou que foi cercado por frequentadores do fluxo da cracolândia - como é chamada a concentração de usuários na região -, quando passava pela avenida Rio Branco, na esquina com a rua dos Gusmões. Ele estava em um Volkswagen Virtus, diz a pasta da segurança quando, ao parar em um cruzamento, foi abordado por indivíduos. O grupo quebrou o vidro do carro e roubou a bolsa de sua esposa e seu aparelho celular, que estava com uma criança no banco traseiro. "Em uma tentativa de fuga, ele atropelou as pessoas que vieram para cima de seu carro", afirmou a secretaria. O homem encontrou uma viatura da Polícia Militar e comunicou o que tinha acontecido, deixando o local posteriormente, afirmou a SSP. Uma das placas do veículo caiu na via e foi apreendida para perícia. O motorista não foi preso. O caso foi registrado como roubo a interior de veículo e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor pelo 2º DP (Bom Retiro). O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e o resgate foram acionados, e os atingidos, socorridos. Uma mulher e três homens ficaram com fraturas expostas nas pernas e foram levados a pronto-socorros da região, segundo o Corpo de Bombeiros. A SMS (Secretaria Municipal da Saúde) afirmou que o Samu removeu oito vítimas, todas estáveis. As demais vítimas foram encaminhadas pelo Corpo de Bombeiros. Profissionais de enfermagem do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Redenção deram suporte aos acidentados até a chegada do resgate e realizaram atendimento a uma pessoa que sofreu escoriação leve. Outros casos A região da avenida Rio Branco tem sido palco de diversos problemas de violência por conta da presença de usuários de drogas. Foi nela que um ônibus foi atingido por uma bala perdida em agosto - a ação de um policial civil de folga contra supostos assaltantes também deixou um suspeito e um pedestre baleados. Em outras ocasiões, coletivos já tiveram vidros e retrovisores quebrados por usuários de drogas. É comum que veículos que passam pelo cruzamento sejam alvo de roubo e furto. Os próprios motoristas de ônibus que passam diariamente pela região costumam alertar os passageiros sobre o risco de manusear o telefone dentro dos coletivos, como mostrou a Folha. O motivo é evitar que os aparelhos sejam tomados por frestas nas janelas ou até mesmo pela quebra dos vidros. Motoristas de linhas que transitam diariamente pela avenida relatam uma rotina de medo e com frequência pedem para deixarem de trabalhar na região. Fonte: O Tempo

  • Dino aponta falta de segurança para faltar à audiência na Câmara

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, faltou pela segunda vez a uma audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados para a qual foi convocado a fim de prestar esclarecimentos sobre as ações da pasta sob seu comando. O início da sessão estava agendada para a terça-feira (24) às 9 horas. Às 8h11, no entanto, Dino assinou eletronicamente um ofício endereçado ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, pedindo que o parlamentar o orientasse “acerca da melhor conduta a adotar” frente ao que ele classifica como “falta de capacidade e de isenção” de parte dos integrantes da Comissão de Segurança Pública. No documento, o ministro argumenta ainda que algumas manifestações de deputados de oposição à atual gestão federal equivalem a ameaças contra sua integridade e afirma ter sido orientado a não comparecer à sessão desta manhã. “Esses fatos objetivos levaram a que o setor de segurança deste ministério [MJSP] recomende o não comparecimento à citada convocação, à vista do elevado risco de agressões físicas e morais, inclusive com ameaças de uso de arma de fogo”, alega Dino, após elencar uma série de declarações de integrantes da comissão que criticam sua gestão, acusando-o de não conhecer a área estratégica sob sua responsabilidade. Entre as críticas reproduzidas no ofício está uma fala do presidente da Comissão de Segurança Pública, deputado Sanderson (PL-RS), a quem Dino atribui “falta de capacidade e isenção para conduzir os trabalhos da audiência pública”. Histórico No último dia 10, quando o ministro deixou de atender, pela primeira vez, a uma convocação da mesma comissão, o presidente do colegiado deputado Sanderson disse que o ministro era “despreparado, arrogante e desrespeitoso com a sociedade brasileira” e que o Ministério da Justiça e Segurança Pública “foi aparelhado por gente que não entende nada de segurança pública”. Na ocasião, o ministro alegou que acompanharia a Operação Bad Vibes, deflagrada no mesmo dia em 12 unidades da federação para combater a pornografia infantil. Os integrantes da comissão, então, aprovaram a nova convocação de Dino, para esta terça-feira. Ao contrário de um convite, a convocação para audiências públicas em comissões parlamentares têm caráter obrigatório e a ausência injustificada pode, em último caso, ser considerado crime de responsabilidade. No ofício endereçado ao presidente da Câmara, Dino reproduz fotos de parlamentares governistas e de oposição quase chegando às vias de fato para apontar o “inusitado clima agressivo, hostil e de desordem” que, segundo ele, marca os trabalhos da comissão. “A partir das frases dos citados parlamentares, membros da comissão, é verossímil pensar que eles andam armados, o que se configura uma grave ameaça à minha integridade física, se eu comparecesse à audiência. Lembro, a propósito, que os parlamentares não se submetem aos detectores de metais, o que reforça a percepção de risco, inclusive em razão dos reiterados desatinos por parte de alguns. Ademais, sublinho que o presidente da comissão reconheceu a impossibilidade de manutenção da ordem dos trabalhos, ao encerrar a sessão anterior a que compareci no dia e hora marcados”, encerra Dino antes de reafirmar a disposição para prestar à Comissão-Geral, no Plenário da Câmara, os devidos esclarecimentos quanto às ações do ministério. PGR Às 9h18, o ministro da Justiça usou sua conta pessoal no X (antigo Twitter) para informar que estava em outro compromisso, na Procuradoria-Geral da República (PGR). “Atendo agora a convite da Procuradoria-Geral da República para reunião sobre terras indígenas”, escreveu o ministro. Consultada, a assessoria da PGR informou que Dino está reunido com a procuradora-geral, Elizeta de Paiva Ramos, e que mais informações serão divulgadas ao longo do dia. Ao dar início à audiência e informar sobre a ausência do ministro, Sanderson leu a mensagem que Dino publicou nas redes sociais. “Com isso, [o ministro Dino] está dizendo: 'Congresso Nacional, pouco me importa o que vocês estão fazendo aí. O que interessa é eu estar aí pagando de xerifão, de valentão'. Quando, na verdade, [ele] não tem coragem de vir aqui responder aos parlamentares sobre uma série de situações”, criticou o parlamentar. O presidente do colegiado ainda acusou o ministério de, passados dez meses da nova gestão no comando da pasta, “não ter [implementado] uma única medida séria, responsável, para o enfrentamento à criminalidade que avança [no país]”. “Sabemos que um dos maiores problemas que a população vem sofrendo é na segurança pública e no crescimento da violência. Vimos ontem o Rio de Janeiro em caos, com a população jogada à própria sorte. E o governo federal – que através do Ministério da Justiça e Segurança Pública tem a responsabilidade de estabelecer, nacionalmente, políticas de enfrentamento à insegurança, ao crime organizado e à narcotraficância – nada realizou até agora”. Fonte: Agência Brasil

  • Barroso diz que Executivo recupera “tamanho natural” e Judiciário vive “ascensão política”

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou na segunda-feira (23) que o Poder Executivo brasileiro voltou ao seu “tamanho natural” no atual governo. O ministro pontuou ainda que a Corte vive um momento de “ascensão política e institucional” que garante equilíbrio para a proteção de direitos fundamentais. “O Executivo voltou ao seu tamanho natural, o Congresso recuperou as suas prerrogativas e o Judiciário vive um momento importante de ascensão política e institucional, que dão o equilíbrio necessário para a proteção dos direitos fundamentais e da democracia”, afirmou. A declaração foi feita em uma cerimônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que contou com a presença do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, em comemoração aos 35 anos da Constituição de 1988. O ministro ressaltou ainda achar que o país vive um momento de recomeço e que é preciso ter “coragem” de enfrentar “grandes problemas brasileiros”. “O futuro, entre nós, atrasou um pouquinho, mas ainda está no horizonte. Acho que vivemos um momento de recomeço e podemos empurrar, uma vez mais, a história na direção certa. Só precisamos ter cuidado de não nos assustarmos com as assombrações erradas”, ponderou. “Em uma democracia, não há poderes hegemônicos, somos todos parceiros pelo bem do Brasil.”, concluiu Barroso. Fonte: CNN

  • Franquias do McDonald’s entram em disputa entre si devido à guerra em Israel

    As tensões estão aumentando nas lojas do McDonald’s de todo o Oriente Médio à medida que a guerra em Israel continua. No país em conflito, uma operadora local da rede de fast food tem oferecido descontos a soldados, forças de segurança e outros desde o ataque do Hamas em 7 de outubro que matou 1.400 pessoas, segundo as autoridades israelenses. O McDonald’s Israel distribuiu até agora 100 mil refeições gratuitas, de acordo com postagens nas redes sociais. Muitos franqueados do McDonald’s na região rapidamente se distanciaram das ações da operadora israelense. Grupos de franquias no Kuwait, Paquistão e outros países emitiram declarações dizendo que não compartilhavam propriedade com a franquia israelense. Alguns desses franqueados reforçaram que fizeram doações financeiras para ajudar Gaza, onde mais de 5.000 pessoas foram mortas desde 7 de outubro, de acordo com o Ministério da Saúde palestino. Modelo de franquia Os reflexos do conflito coloca o modelo de franquia do McDonald’s em debate. O sistema define que restaurantes de propriedade e operação independentes podem tomar determinadas decisões separadamente da empresa. Os clientes podem não estar cientes da distinção e acreditar que uma ação realizada por um local é sempre sancionada oficialmente pela corporação ou reflete as posições de outros locais. A grande maioria das lojas da rede são administradas por operadores de franquia locais. Estes operadores atuam de muitas maneiras como empresas independentes: definem salários e preços e, quando consideram apropriado, fazem declarações ou doações a seu critério. Essa abordagem ajudou a tornar o McDonald’s um fenômeno global, com mais de 40.000 pontos em todo o mundo, incluindo quase 27.000 fora dos Estados Unidos, em 2022. No Brasil, a rede conta com cerca de 1.020 restaurantes. Contudo, isso significa que a empresa não pode ditar como cada operador responde a uma crise, para melhor ou para pior. “Estamos vendo o risco desse modelo de negócios se manifestar agora”, disse Andrew Gilman, fundador e CEO da CommCore, um grupo de consultoria com experiência em gerenciamento de crise. “O controle é menor.” À medida que a disputa pública se desenrola no Oriente Médio, a empresa como um todo tem evitado se posicionar sobre a guerra. A empresa disse à CNN que está priorizando a segurança de seus franqueados e oferecendo-lhes apoio, acrescentando que está fazendo uma doação de US$ 1 milhão (R$ 5,01 milhões) a ser dividida igualmente entre a Cruz Vermelha e o Programa Mundial de Alimentos para ajudar as pessoas da região. Como funciona Quando restaurantes norte-americanos expandem suas operações internacionalmente, normalmente dependem de operadores de franquia locais, uma vez que os proprietários de empresas regionais estão mais familiarizados para lidar com a dinâmica e apelar aos gostos do local. Porém, ao fazer isso, as redes também cedem algum controle sobre o negócio. Num modelo de franquia, “as marcas têm controle sobre os padrões de sua marca, o que servem, a qualidade do serviço e tudo mais”, disse Michael Seid, diretor administrativo da MSA Worldwide, que oferece serviços de consultoria de franquia. “Tudo o que o McDonald’s fez foi licenciar um sistema”, disse Seid. “Esse sistema não vai dizer ao franqueado: ‘A propósito, temos um conflito nos Estados Unidos, ou há um conflito em Israel, e não queremos que você faça o seguinte.’ Eles não têm esse controle.” Mas muitos clientes podem não estar cientes ou não se preocuparem com a distinção entre operadores locais e a marca corporativa. Eles podem ver as decisões de uma operadora do McDonald’s como da corporação McDonald’s. “Em tempos normais de paz, o reconhecimento da marca é o que os torna atraentes” para clientes em todo o mundo, disse o especialista. Mas agora, essa uniformidade pode se tornar um risco. Operadores divididos Os operadores do McDonald’s se posicionaram nas redes sociais e deixaram claro que são independentes uns dos outros. “O McDonald’s Paquistão é uma entidade totalmente paquistanesa de propriedade e administrada pela SIZA Foods”, diz um comunicado postado pelo grupo paquistanês no X, antigo Twitter. O McDonald’s Kuwait disse em comunicado, também publicado no X, que é “uma empresa 100% kuwaitiana de propriedade e operação local, detida pela Al Maousherji Catering Company”, e que está “ao lado de nossos irmãos e irmãs na Palestina, especialmente em Gaza”. A operadora disse que a empresa local fez uma doação de US$ 250 mil (R$ 1,253 milhão) à Sociedade do Crescente Vermelho do Kuwait “para ajudar nos esforços de socorro em Gaza”. O McDonald’s Paquistão também disse que fez uma doação para ajudar a aliviar a “trágica crise humanitária em Gaza”. Ainda assim, o McDonald’s no mundo árabe tem visto apelos a boicotes online, bem como relatos de vandalismo nas lojas da região. Não importa quão claramente os operadores de franquia declarem a sua posição, “se alguém incitar uma multidão, a sua loja estará em risco”, disse o CEO da CommCore, Andrew Gilman. A nível corporativo, o McDonald’s deveria “observar cuidadosamente” a forma como as pessoas reagem à sua marca localmente e em outros mercados, afim de avaliar se os clientes estão tirando conclusões sobre a sua posição. “Eles têm que monitorar isso”, disse Gilman. Se afastar da briga De certa forma, a descentralização pode funcionar a favor do McDonald’s, disse Evan Nierman, fundador e CEO da Red Banyan, uma agência global de comunicação de crises. “Eles podem dizer com credibilidade que, como entidade corporativa, não assumiram uma posição de uma forma ou de outra”, disse Nierman. Contudo, não se posicionar também pode ser visto como uma declaração em si, alertam os especialistas. Mas Nierman avalia que muitos clientes do McDonald’s talvez não estejam prestando muita atenção de qualquer maneira. “Penso que o cliente médio do McDonald’s quer comer as suas batatas fritas e McFlurries e está muito menos preocupado com a forma como a marca vê o atual conflito no Oriente Médio”, disse o especialista. Fonte: CNN

  • Homicídio com 100 tiros, guerra desde 2020: o que a polícia sabe dos principais milicianos do Rio

    Após os ataques históricos que sitiaram a cidade do Rio de Janeiro na segunda-feira (23), o governador Cláudio Castro nomeou três homens como os principais alvos das forças de segurança: os milicianos Luiz Antonio da Silva Braga (Zinho); seu ex-aliado e também miliciano Danilo Dias Lima (Tandera); e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha, o Abelha, traficante da cúpula do Comando Vermelho. A estratégia não é nova: governadores anteriores a Castro também já apontaram criminosos como os principais alvos do estado, na tentativa de nomear e direcionar o combate à criminalidade. Mas no caso dos três citados, cuja história se entrelaça, há uma disputa sangrenta pelo controle de territórios e que, segundo documentos levantados pela CNN, já é de conhecimento das autoridades há pelo menos três anos. Entre a retórica e o conhecimento das autoridades sobre o problema, a vida de 2 milhões de habitantes no Grande Rio: aqueles que, segundo estudo do Grupo de Estudo de Novos Ilegalismos da UFF e do Instituto Fogo Cruzado, vive em áreas sob controle da milícia ou em disputa de territórios. O episódio mais recente da disputa por territórios entre criminosos se dá desde segunda-feira (23), após a milícia paralisar a cidade do Rio de Janeiro com 35 ônibus e um trem incendiados como represália pela morte de Matheus da Silva Rezende, miliciano, apelidado de “Senhor da Guerra”, denunciado pelo MP no mês passado por encomendar a morte de outro miliciano e sobrinho do miliciano Zinho. De acordo com os documentos obtidos pela CNN, a Polícia Militar do Rio começou a perceber em 2020 uma disputa por territórios entre o antigo chefe da milícia que atua na maior parte da zona oeste, Wellington da Silva Braga, o Ecko, e o miliciano Tandera. No ano seguinte, após a morte de Ecko, os grupos de Zinho e Tandera passaram a se enfrentar: o primeiro controla a zona oeste da capital fluminense; o segundo atua em cidades da Baixada, como Nova Iguaçu. Um informe de setembro daquele ano menciona cinco vans e um posto de gasolina incendiados, além de um policial militar morto, como “consequência da disputa pelo controle das comunidades” da zona oeste do Rio. Em fevereiro de 2022, outro informe da Polícia Militar menciona a execução de um miliciano do grupo de Tandera “com mais de 100 tiros”. Desde então, com o ápice neste 2023, o conflito e a disputa por territórios se agravou: tiroteios na zona oeste cresceram 54% em relação a 2022, e as mortes subiram 123% no comparativo com 2022, segundo dados do Instituto Fogo Cruzado. Nesse cenário de disputa por territórios entre milicianos, o tráfico de drogas atua para conquistar espaço na zona oeste: investigadores indicaram à CNN que Abelha, traficante na lista dos mais procurados do estado, tem orientado ações em trechos da região para se aproveitar da briga entre os “bondes” de milicianos. Fonte: CNN

  • Presos por ataques a ônibus no RJ vão responder por terrorismo, diz governador

    O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), disse que 12 pessoas foram presas sob suspeita de participar de ataques a ônibus na segunda (23). Segundo ele, os suspeitos vão responder pelo crime de terrorismo. Eles foram encaminhados para prisões federais. Ao menos 35 ônibus e um trem foram incendiados no Rio após a morte de Matheus da Silva Rezende, o Faustão, durante uma ação da Polícia Civil na comunidade Três Pontes, na zona oeste da cidade. Segundo denúncias à Justiça, Faustão é a segunda liderança da maior milícia do Rio, que tem como chefe seu tio, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. O governador disse que telefonou para o ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), e para o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), para tratar da crise. "Estamos em comunicação para que possamos, juntos, garantir que o crime organizado terá em nós uma fronteira firme entre a lei, a ordem e o que eles [criminosos] querem fazer neste estado", afirmou Castro em entrevista coletiva. De acordo com o governador, a inteligência das polícias não foi capaz de prever os ataques na cidade porque "não houve coordenação entre os criminosos". "Quando não há coordenação, não tem inteligência que possa pegar", disse Castro. Além das prisões, policiais apreenderam uma pistola, dois fuzis, dezenas de carregadores de fuzil, centenas de munições, coletes, rádios transmissores e celulares. O governador disse que colocou todo o contingente das forças de segurança nas ruas. Por fim, disse estar empenhado em prender três das principais lideranças criminosas do estado: Zinho; o miliciano Danilo Dias Lima, conhecido como Tandera; e um dos chefes do Comando Vermelho, Wilton Quintanilha, conhecido como Abelha. Castro afirmou que Faustão era o número 2 da milícia de Zinho. "Também era conhecido como 'senhor da Guerra'. Aquele que era apontado como responsável pela guerra da facção, mas também pela união entre tráfico e milícia", disse o governador. Fonte: O Tempo

  • Com 700 mortes, Gaza relata dia mais sangrento da guerra

    Mais de 700 palestinos foram mortos em Gaza nos ataques aéreos israelenses realizados nesta terça-feira, 24, no dia mais sangrento desde o início dos conflitos entre Israel e o Hamas, como apontou o Ministério da Saúde palestino, controlado pelo grupo extremista. Ao todo, 5.791 palestinos --incluindo 2.360 crianças--  e 1.402 israelenses morreram desde 7 de outubro, quando o Hamas fez um ataque surpresa ao sul de Israel. Os militares israelenses disseram na terça-feira que atingiram mais de 400 “alvos do Hamas” e mataram dezenas de combatentes do Hamas nos ataques, indlucindo três subcomandantes. Eles alertaram ainda que levaria tempo para alcançar o seu objetivo de destruir o grupo palestino. Testemunhas e autoridades de saúde disseram que muitos dos ataques aéreos atingiram edifícios residenciais, alguns deles no sul de Gaza, onde Israel disse aos civis para se abrigarem. Questionados sobre a declaração do porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza, os militares israelenses disseram: "Não temos informações sobre vítimas na Faixa de Gaza". "Milhares de famílias foram deslocadas instantaneamente; está cheio de escombros e escombros por toda parte", relatou o jornalista do Al Jazeera Youmna ElSayed,  que está em Gaza. “Você pode ouvir o som de drones e jatos israelenses no céu. Todo mundo diz, todo mundo sente que não há mais lugar seguro para se estar na cidade", completou ele. Na mesma reunião, os Estados Unidos usaram o palco para mandar um recado direto ao Irã, de não se envolverem nos enfretamentos, enquanto Israel passou a protestar contra a atuação do secretário-geral da ONU, António Guterres, e pediu que ele renuncie. Guterres manifestou preocupação com o andamento da guerra em Gaza e com o transbordamento do conflito para outros países do Oriente Médio. Israel manifestou repúdio à atuação de António Guterres, que visitou a fronteira entre Gaza e o Egito na semana passada, pressionando pela liberação da entrada de ajuda humanitária e a passagem de estrangeiros civis. Tel-Aviv demanda que ele renuncie ao cargo e se recusa a conversar com o representante das Nações Unidas, depois que o diplomata atribuiu os ataques do Hamas à ocupação israelense dos territórios palestinos. Em discurso, Guterres disse que os ataques do Hamas "não ocorreram não vácuo" e lembrou de 56 anos de ocupações, o que, segundo ele, sufoca a população local. Ele condenou os ataques do Hamas, mas a captura de reféns israelenses. Guterres pediu um cessar-fogo humanitário urgente e disse que a "a situação no Oriente Médio está se tornando mais terrível a cada hora". Para ele, "a guerra em Gaza está em andamento e corre o risco de se espalhar por toda a região" e as diferentes visões fragmentam as sociedades, elevando riscos de o conflito se espalhar. Para o governo de Israel, porém, Guterres demonstrou parcialidade e "não se importa de verdade com o sofrimento dos civis israelenses". "O secretário-geral perdeu toda a moralidade e imparcialidade. Quando ele diz que os ataques não ocorreram não vácuo, ele está tolerando o terrorismo", afirmou o embaixador Gilad Erdan, que disse descartou um cessar-fogo. Para eles, Guterres estaria "culpando a vítima" e justificando o terrorismo dos radicais palestinos do Hamas. O governo israelense exigiu um pedido de desculpas imediato e a demissão do representante máximo nas Nações Unidas. (*Com informações da Reuters e do Estadão). FONTE:TERRA

  • Do arroto do boi ao desmatamento: produção de comida gera 1,8 bilhão de toneladas de gases poluentes

    Dados do Observatório do Clima mostram que produção e distribuição de alimentos foram responsáveis por 73,7% das emissões em 2021. A maior parte é gerada pela produção de carne, devido a emissão de metano por parte dos animais e desmatamento para pastagem. As cadeias de produção e distribuição de alimentos foram responsáveis, em 2021, por 1,8 bilhão de toneladas de gases do efeito estufa do país, ou 73,7% de tudo que o Brasil emitiu naquele ano, sendo a maior parte vindo não da produção de alimentos em si, mas do desmatamento para conversão de vegetação nativa em lavouras e pastos. Os dados, fruto de um estudo inédito patrocinado pela rede de organizações Observatório do Clima, contabilizam o desmatamento e a mudança no uso da terra, as emissões da agropecuária, como o arroto do boi, que produz metano, o uso de energia, a produção de resíduos nos processos agrícolas e industriais. Nessa conta, a produção de carne no país carrega o peso maior das emissões. Não pela produção de metano por parte dos animais, mas porque é na pecuária que acontece a maior parte do desmatamento para conversão em pastagens. Do 1,8 bilhão de toneladas de gases emitidas em 2021 pelo sistema de produção de alimentos, 77,6% vem da produção de carne. Dessas, 70,6% da mudança no uso da terra -- ou seja, desmatamento. Outros 29,2% vem da produção em si. Os outros 0,2% vem do uso de energia e produção de resíduos. Se fosse um país, mostra o estudo, a carne bovina brasileira seria o sétimo maior emissor de gases do mundo, à frente do Japão. Em 2019, ano em que há dados comparativos mais recentes, o Brasil era o terceiro maior emissor no mundo de gases do efeito estufa na produção de alimentos, atrás da China e da Índia e na frente dos Estados Unidos. Mas, ao contrário desses quatro países, onde a maior parte das emissões vem de atividades agropecuária na pré e na pós produção de alimentos, o peso das emissões no Brasil recai sobre o desmatamento. Ou seja, a recuperação e o uso de terras degradadas para plantação e criação possivelmente faria do Brasil um produtor mais limpo que seus principais concorrentes. "Ele demonstra, para além de qualquer dúvida, que está nas mãos do agronegócio o papel do Brasil como herói ou vilão do clima. Até aqui, o setor parece querer que o país encarne o vilão, tentando destruir a legislação sobre terras indígenas, legalizar a grilagem e acabar com o licenciamento ambiental, ao mesmo tempo em que manobra no Congresso para ficar totalmente livre de obrigações no mercado de carbono", disse Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima. O estudo mostra, por exemplo, que o investimento em recuperação e manejo de solo, com propostas que capturam carbono, já faz o país ter uma captura de carbono de 200 milhões de toneladas de CO2 por ano. Com ainda 96 milhões de hectares de terras degradadas -- que emitem carbono -- o país tem um imenso potencial de multiplicar essa captura. O que é preciso, dizem os pesquisadores, é dar escala para políticas que incentivem tecnologias de baixas emissões para agropecuária, como plantio direto, recuperação de pastagens com níveis de degradação e implementação de sistemas integrados. "Por exemplo, em 2021, os solos brasileiros que possuem alguma prática considerada conservacionista, como a aplicação de plantio direto, recuperação de pastagens com níveis de degradação e implementação de sistemas integrados, foram responsáveis pela remoção de 370,8 MtCO2 (toneladas de dióxido de carbono equivalente)", aponta o estudo. Este ano, o governo brasileiro incorporou ao Plano Safra, de financiamento para a agropecuária, medidas de benefícios para produtores que incorporarem medidas de produção mais verde ou ambientalmente corretas. Quanto mais medidas o produtor adotar, mais recursos com juros menores ele terá direito. FONTE:G1

  • Besouro metálico: conheça o inseto que derruba várias árvores e já virou dor de cabeça

    As larvas do besouro metálico perfuram a base e enfraquecem a estrutura de árvores de grande porte. Até hoje, não existe forma para controlar os insetos. Conheça sinais que plantas infectadas apresentam. Um inseto considerado gigante tem ameaçado árvores presentes em Fortaleza. Conhecido como besouro metálico, o Euchroma gigantea representa perigo para algumas espécies de plantas de grande porte. Só nesta segunda-feira (23), na capital cearense, duas mungubeiras caíram na Rua Ildefonso Albano, Bairro Aldeota, após serem atacadas por este inseto. É que as larvas desse inseto são capazes de perfurar a madeira e enfraquecem a base das árvores, que chegam a perder galhos ou cair por completo. A principal árvore que o besouro metálico ataca é a mungubeira. Contudo, em Fortaleza, ele já foi visto em paineiras, sumaúmas, baobá e chichá. “Acredita-se que foi através dessa espécie (mungubeira) que esse besouro se dispersou por todo o Brasil, além da zona de ocorrência natural”, explicou o professor Lamartine Soares Cardoso de Oliveira, da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ele disse que registrou, pelo menos, oito quedas de árvores em Fortaleza causadas pela presença do besouro apenas no mês de outubro. O pesquisador informou que o besouro metálico é bem maior que os outros insetos conhecidos. A espécie é natural da Amazônia, mas já se espalhou por outros locais do país. Por isto, em Fortaleza é considerada invasora. O pesquisador alertou ainda que, nos locais onde o besouro é natural, existem predadores e inimigos naturais para ele; o que não ocorre em outros locais. “Com isso, ele aumentou sua população porque não tem inimigo natural, não tem nada para competir com ele, e começou a migrar para outras espécies (de árvores)”, destacou o pesquisador do departamento de fitotecnia do Centro de Ciências Agrárias da UFC. As mungubeiras são bastante utilizadas na urbanização de cidades e bastante presentes em Fortaleza e no Ceará. Elas também estão presentes em várias cidades do Brasil. No entanto, o contato com o besouro, as larvas ou os ovos não faz mal ao ser humano. O pesquisador disse que não há inseticidas para combater o besouro metálico. O besouro coloca os ovos na base da planta. Ao eclodir, as larvas vão consumindo a parte inferior da árvore — o dano é significativo porque cada larva pode possuir uma cabeça de dois centímetros, o que gera vários buracos na estrutura da planta. O pesquisador informou que já registrou o besouro metálico em diferentes pontos de Fortaleza, como o Parque das Crianças, o Passeio Público, o Parque Adahil Barreto, Parque do Cocó e Lagoa da Parangaba. O inseto também é encontrado em vias públicas da cidade, já que a mungubeira é uma espécie comum nas arborizações urbanas. Como identificar a presença do inseto nas árvores? As ponteiras apresentam desfolha As folhas da planta danificada ficam menores e amareladas Na base da planta, começa a aparecer gomose, que é como se fosse uma secreção que a espécie contaminada desenvolve para se proteger do invasor, com um odor malcheiroso Em estado avançado, há descamação na base da planta. Ou seja, o tronco desfarela e raízes superficiais quebram facilmente FONTE:G1

  • Família do atirador que matou uma estudante em SP já tinha feito B.O por causa de bullying

    Em abril, a mãe do adolescente o acompanhou até a delegacia de Sapopemba para registrar queixa de agressão. Eles informaram aos policiais que o menino tinha desentendimentos com um grupo de meninas. A família do atirador que matou uma estudante e feriu outras duas já tinha feito um boletim de ocorrência neste ano por causa das constantes agressões e bullying que ele sofria na Escola Estadual de Sapopemba. A reportagem confirmou que, em abril, a mãe do adolescente o acompanhou até a delegacia de Sapopemba para registrar queixa de agressão. Eles informaram aos policiais que o menino tinha desentendimentos com um grupo de meninas. Estudantes, ainda em choque após o ataque, confirmaram que as redes sociais foram citadas além da homofobia como motivos da perseguição na escola e confirmaram os ataques. 'Ele era muito zoado por causa da sua conta no Instagram, mas as pessoas não davam ouvido e continuavam zoando. Como ele era homossexual, era zoado por isso também. Ele não gostava', disse a menor de idade. De acordo com a defesa do adolescente, Ele já sofria bullying há mais de 2 anos. A polícia agora investiga se o adolescente agiu sozinho, se teve ajuda de alguém próximo ou incentivo em redes sociais. A arma utilizada no ataque pertence ao pai do atirador, que tem o posse há mais de 20 anos de forma regularizada. FONTE:CBN

  • Bomba é arremessada em janela de escola e professora fica ferida em MG

    Caso ocorreu na Escola Estadual José Teotônio de Castro, em Lagoa da Prata. Artefato quebrou janela e estilhaços atingiram a professora, que estava sozinha na sala de aula. Uma professora de 42 anos ficou ferida após um artefato explosivo de pequeno porte ser arremessado na janela da Escola Estadual José Teotônio de Castro, no Bairro Américo Silva, em Lagoa da Prata, na quinta-feira (19). Um adolescente de 13 anos suspeito do crime foi apreendido. A escola informou nesta sexta-feira (20) que as aulas seguem normalmente e a professora passa bem. A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) disse que todas as providências foram tomadas para apuração do caso (veja a nota completa mais abaixo). A Polícia Civil informou que instaurou inquérito policial para investigar a explosão. Dois adolescentes foram identificados como suspeitos de participação no crime, segundo a polícia. Mas, apenas um deles foi encaminhado para a delegacia. O caso segue em investigação. Segundo a Polícia Militar (PM), testemunhas contaram que por volta das 11h20 de quinta-feira uma pessoa que estava na rua jogou uma bomba dentro da escola. O artefato explodiu em uma janela de vidro, que se quebrou e os estilhaços atingiram a professora, que estava sozinha na sala de aula. Ainda segundo a PM, as câmeras de segurança da escola flagraram a ação feita por um adolescente. As imagens não foram divulgadas. Os militares foram até a residência do garoto, mas ele negou ter envolvimento com o ocorrido. O adolescente recebeu voz de apreensão, e foi encaminhado para a delegacia junto com os responsáveis. Secretaria de Educação '"Sobre o ocorrido na Escola Estadual José Teotônio de Castro, em Lagoa da Prata, nesta quinta-feira (19/10), a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) informa que o artefato foi arremessado por alguém que passava pelo lado de fora da escola. Uma professora foi atingida por estilhaços de um vidro da janela e sofreu leves escoriações, mas não precisou ser hospitalizada. A direção da escola tomou as providências necessárias e acionou imediatamente a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) para registro do Boletim de Ocorrência. A SEE/MG esclarece também que é falso um áudio que circulou na cidade com o objetivo de causar temor na população, e que o caso está sob investigação das autoridades de segurança competentes. A Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Divinópolis está acompanhando de perto a situação." FONTE:G1

  • Fusion x carreta na BR-381: motorista que perseguiu caminhoneiro se defende

    Dono de Fusion diz que foi fechado por carreta, que teria batido e danificado veículo; motorista acusa caminhoneiro de 'falsa acusação de crime' O motorista do Ford Fusion que foi filmado perseguindo uma carreta na BR-381, em São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte, se defendeu em entrevista exclusiva à Itatiaia. O motorista acusa o caminhoneiro de ter batido no carro dele propositadamente e registrou um boletim de ocorrência contra ele. LEIA: Fusion x carreta na BR-381: veja vídeo impressionante. O motorista do carro, que prefere não se identificar, afirma que seguia na faixa da esquerda da rodovia, no sentido São Paulo, enquanto a faixa da direita estava com uma fila de caminhões. Ele acusa o caminhoneiro de ter saído dessa fila bruscamente e fechando o veículo dele. O motorista jogou o carro na calha para não parar debaixo do caminhão. Algumas pedras que teriam caído da caçamba do caminhão quebraram o para-brisa do Fusion. “Eu ultrapassei o caminhão pedindo para ele parar, para a gente chamar a polícia e resolver. O carro tem seguro, com certeza o caminhão de empresa também tem. Eu custei a passar ele, ele foi me fechado o tempo todo. Quando eu consegui, ele bateu na traseira, tudo isso antes da gravação que ele divulgou.” O homem afirma que precisou pegar a marginal para continuar seguindo o caminhoneiro, que entrou na marginal em São Joaquim de Bicas. O motorista acusa o caminhoneiro de ter sido parcial nos seus relatos e acusa o homem de ter feito “falsa comunicação de crime”, já que alegou ter sido alvo de uma tentativa de assalto. “Não me arrependo. Eu pensava que o caminhoneiro era um cara trabalhador. Eu inclusive sou caminhoneiro com 20 anos de profissão. Não contava que ele fosse bandido dessa forma de atentar com a minha vida igual ele fez e ainda dizer que estava sendo assaltado. Se eu não tivesse ido atrás dele, eu não teria nem a placa dele para contar a história.” Fusion persegue carreta na BR-381 Imagens impressionantes que mostram uma carreta sendo perseguida por um carro, modelo Fusion, na BR-381 (Rodovia Fernão Dias), em São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte, no sentido São Paulo, viralizaram nas redes sociais. A passageira do veículo de carga filmou o ocorrido na última sexta-feira (20). No vídeo, o carro de passeio ultrapassa a carreta e reduz a velocidade, sendo atingido e jogado para a lateral da via. Conforme o boletim, o carro realizou manobras perigosas, colocando em risco a sua própria segurança e de terceiros, com o intuito de interceptar a trajetória da carreta. "Na altura do km 509 da BR-381, a combinação de veículos saiu da via marginal e adentrou à pista principal da via, momento em que o automóvel a ultrapassou pela faixa da esquerda e, intencionalmente, colocou-se à frente da combinação de veículos e freou bruscamente. O condutor da combinação não conseguiu evitar a colisão e atingiu a traseira do automóvel, que rodou sobre a pista de rolamento, imobilizando-se no acostamento da via", relata o documento. Medo A passageira relatou aos policiais que sentiu muito medo da situação e pensou que seria vítima de um assalto. O motorista da carreta relatou à Itatiaia que "não sabia o que estava passando na cabeça do condutor". Tomado pelo desespero, o casal decidiu filmar a ação. Em um dos momentos, o condutor pede socorro à Polícia Rodoviária Federal (PRF): "o que eu faço?" O motorista disse que pensou em bater no Fusion, mas ficou com medo de estragar a frente do caminhão. "Aí eu fui pensei em bater no meio dele, aí depois pensei. Ah não, vou estragar a frente do caminhão. Aí subi em cima do meio-fio, desviei dele e fui embora.", disse em áudio que viralizou nas redes sociais e teve a veracidade confirmada. FONTE: Itatiaia

  • Biomédica de Divinópolis indiciada por homicídio doloso usava remédio para HIV em pacientes

    Polícia Civil apresentou resultado do inquérito nesta terça-feira (24) A Polícia Civil divulgou nesta terça-feira (24) que indiciou a biomédica Lorena Marcondes por homicídio doloso com dolo eventual, pela morte de Íris Martins após uma lipoaspiração feita em 8 de maio deste ano. Segundo o delegado Marcelo Nunes, foram encontradas duas qualificadoras que corroboram para o indiciamento de homicídio da biomédica. "Motivo torpe, pois somente visava lucro. Outra qualificadora, chamada traição, porque ela engana seus pacientes, falava que era um procedimento não invasivo. Somente no corpo da Íris foram encontradas 12 incisões". O g1 entrou em contato com Tiago Lenoir, advogado de defesa de Lorena Marcondes, que disse ter recebido "com uma certa surpresa esse indiciamento da Polícia Civil por dolo eventual, por homicídio doloso". Ele ainda disse que o "inquérito foi feito a toque de caixa" e que vai provar a inocência de Lorena. Veja o posicionamento mais abaixo. Outros indiciamentos Sobre os funcionários da clínica, o delegado explicou que a auxiliar da biomédica, Ariele Cristina de Almeida Cardoso, irá responder por homicídio simples. Outra profissional, que também atuou como auxiliar da biomédica no procedimento, também irá responder por homicídio simples. O nome dela não foi divulgado. Os demais funcionários da clínica irão responder por fraude processual. Os nomes não foram divulgados, por isso, o g1 não conseguiu encontrar a defesa deles. Irregularidades Não foi encontrado no consultório da biomédica a documentação específica para a realização do procedimento em que Íris estava sendo submetida. A perita Paula Lamounier contou que, na clínica, abaixo de uma maca, dentro de um balde, havia diversos itens que não estavam claros se haviam sido utilizados no procedimento. Os materiais foram recolhidos e após avaliação, foram detectados vestígios de sangue e fluídos corporais de Íris, comprovando que aqueles materiais haviam sido utilizados no procedimento. Conforme o delegado Marcelo Nunes, a biomédica Lorena Marcondes agiu como se fossem dois médicos. “Injetou quantidade absurda de anestésico que levou a intoxicação da paciente, agiu como se fosse anestesista. Fez incisões profundas que causaram gravíssima hemorragia. Não é qualquer médico que faz esse tipo de procedimento. Tamanha foi a agressão que ela sofreu que veio a óbito”. Ocultação de provas O delegado regional da Polícia Civil, Flávio Tadeu Destro, afirmou que toda a cena do crime foi alterada pelos funcionários da clínica, na intenção de ocultar provas e materiais que pudessem servir para as investigações. "Temos imagens dos funcionários da clínica deixando o local com sacos pretos retirados da clínica para serem escondidos, ocultando provas. Temos imagens de veículos entrando no estacionamento para recolher estes materiais. Não restam dúvidas do crime", ️concluiu. O que diz Tiago Lenoir, advogado de defesa de Lorena Marcondes "Recebi com uma certa surpresa esse indiciamento da Polícia Civil por dolo eventual, por homicídio doloso, e com certo absurdo, com todo respeito ao delegado de polícia, ao ele dizer que houve qualificadoras dessa ação praticada pela Lorena. Primeiro que, durante a coletiva de imprensa, eles cercearam aos jornalistas algumas informações que são muito importantes para a elucidação deste caso, que obviamente a defesa vai explorar ao longo do processo. Em momento algum, eles reforçaram que a clínica da Lorena é uma clínica legal, que tinha todos os alvarás de fiscalização em dia e que a Lorena é uma biomédica e, como biomédica, ela pode praticar determinados procedimentos. O primeiro deles é a utilização de um líquido, chamado líquido Klein, que é utilizado para anestesiar um volume maior de uma região do corpo. Ele é composto por um soro, bicarbonato e lidocaína. Esse líquido é usado por todos os profissionais da estética, sobretudo pelos biomédicos. O médico cirurgião, àquele que faz a lipoaspiração, ele faz uma anestesia, que é local ou geral, que é completamente diferente desse liquido Klein. O simples fato da vítima ter 12 pertuitos, que são pequenas inserções na região subcutânea, demonstra que não houve lipoaspiração. Uma lipoaspiração é um procedimento muito complexo, o qual o médico faz quatro furos enormes e utiliza cânulas enormes e uma máquina enorme para fazer a aspiração dessa gordura. E nenhum profissional da Polícia Civil que deu a entrevista coletiva hoje, seja o legista, a perita ou delegado, informa se foram encontradas na clínica da Lorena essas cânulas enormes de lipoaspiração. Eles cercearam para a população e para os jornalistas a diferença de um lipolaser para uma lipoaspiração. A lipoaspiração requer uma anestesia complexa, uma equipe médica complexa e um local complexo para fazer isso. No caso da biomedicina, eles podem sim utilizar o laser para fazer o procedimento estético. E aí tem sim que fazer esses pequenos pertuitos, que a Lorena já tinha realizado em diversas pessoas, para passar um fio de laser para fazer esse procedimento, que é autorizado pela biomedicina, que é utilizado nesses pertuitos subcutâneos. A própria perita contou que encontrou cânulas de 15 a 10 centímetros, justamente cânulas pequenas, para fazer essas pequenas incisões. Ou seja, não encontraram nenhuma máquina de lipoaspiração. E outra, como que uma pessoa que supostamente assume o risco de matar, presta os primeiros socorros para a vitima e fica lá até o final, inclusive ela foi presa em suposto flagrante delito. Logo que a vítima passou mal, a Lorena acionou uma equipe médica, que chegou com menos de dois minutos e começou a fazer as massagens cardíacas. A própria clínica da Lorena que fez o contato com o Samu para chegar e fazer todos os procedimentos. E obviamente a paciente teria várias hemorragias internas, pois ela foi massageada por mais de uma hora, seja pelo Samu ou pelos médicos que chegaram antes na clínica. (...) E, curiosamente, o prédio onde fica a clínica da Lorena, que inclusive o Ministério Público está estabelecido lá, não comporta uma maca de Samu. Qualquer pessoa que for no prédio, verá que o elevador é muito estreito, pequeno e não comporta uma marca do Samu. Porém, a paciente saiu viva da clínica da Lorena e foi falecer mais de 10 horas depois no hospital. Então, o que eu percebo da Polícia Civil é que eles encontram um suspeito e vão atrás de um culpado, sem analisar os diversos ângulos que devem ser analisados com toda seriedade para a busca da verdade. Isso, obviamente, a defesa vai explorar no âmbito judicial, caso o Ministério Público denuncie a Lorena pelo que a Polícia Civil está demonstrando". FONTE:G1

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