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- Polícia Civil e GCM fazem operação na Cracolândia para prender traficantes
A Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana (GCM) deflagraram neste sábado, 22, uma operação na região da Cracolândia, no centro de São Paulo. O objetivo seria prender traficantes de drogas. Procurada pela Jovem Pan, a Secretaria de Segurança Pública informou em nota: “A 1ª Delegacia Seccional (Centro) realiza na noite deste sábado uma operação com apoio da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana na região central de São Paulo. A ação está em andamento e mais informações serão divulgadas após a conclusão dos trabalhos”. A Rua dos Gusmões foi fechada por volta das 19h no trecho entre a Avenida Rio Branco e a Rua Santa Ifigênia, conforme divulgado pelo Estadão. As pessoas que estavam no local foram isoladas e ficaram sentadas para a realização de triagem. A operação ocorreu dois dias após o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) declarar que definiu junto com o governo estadual uma nova estratégia para diminuir o fornecimento de drogas para dependentes químicos na região. O anúncio ocorreu após uma reunião de Nunes com Tarcísio de Freitas (Republicanos), que desistiu da ideia inicial de deslocar o fluxo de pessoas que se concentram na Cracolândia para o bairro do Bom Retiro. JovemPan
- Prefeitura de São Paulo investiga a morte de sete pessoas por intoxicação da droga K9
A Prefeitura de São Paulo investiga sete mortes suspeitas, registradas neste ano, que podem ter sido causadas por intoxicação da droga K9, vulgarmente conhecida como canabinoide sintético. O uso desses entorpecentes se intensificou nos últimos meses na capital paulista e pode causar sintomas como paranoia, violência, alucinação e convulsão. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), foram registradas 513 notificações de casos suspeitos de intoxicação em julho. Em junho, a secretaria reunia 411 casos suspeitos, ou seja, houve um aumento de quase 25% em apenas um mês. A SMS tem promovido uma capacitação entre profissionais da saúde sobre os malefícios do uso de canabinoides sintéticos pela população infanto-juvenil e estratégias de cuidado baseadas na atenção psicossocial. Em entrevista à Jovem Pan News, o diretor-secretário da Associação Brasileira de Psiquiatria, Sérgio Tamai, afirmou que o K9 tem uma potência até 100 vezes maior que o THC, componente psicoativo da cannabis. “Tem casos que já ouvi de paciente que a gente trata no hospital e disse que tinha se jogado de uma laje. Só que quando você pergunta para ele, ele diz que naquele momento estava vendo uma piscina, por isso que ele pulou. Esse é um comportamento bastante perigoso. Ou então a sensação de que tem pessoas querendo matá-lo. O indivíduo sai fugindo, correndo e pode, tentando ‘se defender’, tornar-se agressivo. Isso no uso da droga em si”, declarou. O PhD em neurociência Fabiano de Abreu Agrela destacou que o uso da droga K9 tem aumentado entre jovens. “Você termina de formatar o seu lóbulo central, que é a região da inteligência do cérebro, da prevenção, da consciência, da lógica e da razão até os 30 anos de idade, a depender do indivíduo. Então um jovem de 19 anos de idade pensa ter razão, mas ele pensa ter razão porque ele só conhece aquilo e aquela razão naquele limite que ele tem, porque o cérebro ainda está se formando. Ele não tem ainda a inteligência e cognição suficientes para entender a circunstância da mesma maneira que um adulto.” JovemPan
- Caminhonete fica pendurada sobre um córrego, após motorista mexer no celular, em MG
Já está mais que provado que falar e mexer ao telefone quando se está ao volante é perigoso e pode causar acidentes, tanto é que trata-se uma infração gravíssima com multa que chega a quase R$ 300. Um motorista de Janaúba, no Norte de Minas, acabou comprovando da pior maneira o problema, na tarde deste domingo (23 de julho), depois que perdeu o controle em uma curva e acabou ficando pendurado sobre um córrego da cidade ao tentar atender uma ligação no celular. O caso foi registrado pelo Corpo de Bombeiros por volta das 13h30, quando a corporação foi acionada até uma avenida do bairro Cerâmica devido ao risco de incêndio em um acidente de trânsito. No local, os militares encontraram uma Chevrolet S10 prata pendurado na mureta de um córrego e soltando fumaça. Foi então que o condutor, que não sofreu ferimentos, relatou que acabou perdendo o controle da direção ao se distrair atendendo o telefone, no momento em que fazia uma curva. Felizmente, os bombeiros chegaram rapidamente ao local e conseguiram evitar que o fogo consumisse o veículo. Após a chegada do guincho e a retirada do veículo da posição arriscada, a corporação realizou a abertura do capô e desconectou a bateria do veículo, para evitar que as chamas fossem retomadas durante o transporte da caminhonete. Fonte:O Tempo
- PF prende seis passageiros que tentavam embarcar com drogas escondidas
A Polícia Federal (PF) prendeu seis pessoas tentando embarcar em voos internacionais com drogas escondidas. As prisões aconteceram entre a sexta-feira, 21, e esta segunda-feira, 24. As drogas apreendidas com os passageiros estavam escondidas em capas de livros, cosméticos, pincéis, forros de mochila, garrafas de cachaça, roupas, engolidas e introduzidas nos corpos das pessoas. A primeira prisão aconteceu na sexta, quando, com o auxílio de cães farejadores, os policiais prenderam uma passageira que tentava embarcar para Portugal com 4 kg de cocaína escondidos em livros. No sábado, foram realizadas duas prisões. A primeira foi de um nigeriano que levava mais de 23 kg de drogas dentro de itens de higiene masculina e que tinha como destino o Catar. A segunda prisão foi a de uma brasileira que havia engolido e introduzido as drogas em seu corpo para embarcar para Portugal. Por correr risco de morte, ela foi levada a um hospital público. No domingo, 23, uma brasileira que embarcava para os Emirados Árabes Unidos foi presa com dois quilos de cocaína costurados no forro de uma mochila. No mesmo dia, um ucraniano foi flagrado com cocaína dentro de garrafas de cachaça e com bilhetes para viajar para a Espanha e para a Romênia. Por fim, na madrugada de segunda-feira, 24, um brasileiro foi preso com 19 kg de roupas femininas engomadas com cocaína tentando embarcar para o Quênia. Os presos serão apresentados à Justiça e podem responder pelo crime de tráfico internacional de drogas. A pena para o crime pode variar de 5 a 20 anos de reclusão, além do pagamento de multa. JovemPan
- Delação premiada de Élcio Queiroz amplia investigação do caso Marielle, diz Dino
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a operação realizada nesta segunda-feira, 24, no Rio, teve como base delação premiada do ex-PM Élcio Queiroz, um dos presos por participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Segundo o ministro, Élcio confessou que dirigiu o carro usado no atentado e disse que Ronnie Lessa – que se diz inocente – foi quem efetuou os disparos. O delator também apontou mais envolvidos no planejamento da execução do crime, entre eles o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, o “Suel”, que cumpria pena em regime aberto e hoje foi preso novamente. A delação ainda levou a mandados de busca e apreensão com o objetivo de produzir novas provas para a investigação da Polícia Federal. “Suel“ chegou a ser preso em 2020 e foi condenado em 2021 por atrapalhar as investigações. De acordo com o Ministério Público do Rio, o ex-bombeiro era o dono do carro usado para esconder as armas usadas no crime. “Nós respeitamos todas as investigações ocorridas, mas essa operação com as polícias permitiu mais união. Esse elemento é decisivo. Com a colheita de novas provas, ocorreu a delação premiada do Élcio, que abre nova esperança. E acrescenta essa participação decisiva de Maxwell“, afirmou Dino. “É indiscutível que o crime tem a ver com as milícias, mas até onde vai isso, não sabemos”, disse o ministro. “É um evento de enorme importância o que ocorreu hoje, fruto de muito trabalho, com a delação premiada, novos personagens, confirmação do crime e seus executores. É uma resposta que o Estado brasileiro dá.” Operação Segundo as investigações, o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa também teria ajudado Ronnie Lessa a jogar as armas do crime no mar. O atentado contra a vereadora e o motorista completou 5 anos no dia 14 de março de 2023 e, até hoje, não há esclarecimentos sobre mandantes e motivação do crime. O policial militar reformado Ronnie Lessa, acusado de ter feito os disparos, e o ex-PM Élcio Queiroz, que confessou que estava dirigindo o carro do qual os tiros foram efetuados, estão presos desde 2019 e serão julgados pelo Tribunal do Júri. JovemPan
- Mais um foragido da justiça é preso no Sul de Minas
A Polícia Civil prendeu neste sábado (22) um homem de 36 anos que era foragido da justiça em Poço Fundo. Segundo informações da PCMG, durante o cumprimento de um mandado de prisão, eles conseguiram localizar o criminoso que possui diversas passagens policiais, sendo uma delas por roubo no ano de 2018. O homem preso foi encaminhado ao Presídio de Alfenas onde se encontra à disposição da Justiça. Participaram da ação o Delegado Eder Neves, os IPCs Rafael Raposo e Nagib Mezavila e o EPC Ewerton Nascimento. Fonte:Portal Onda Sul
- Bombeiros entram no 4º dia de buscas por adolescente que se afogou no Rio Sapucaí, em Itajubá
O Corpo de Bombeiros retomou na manhã desta segunda-feira (24) as buscas pelo adolescente que desapareceu no Rio Sapucaí, em Itajubá (MG). O menino de 14 anos teria se afogado ao tentar atravessar o rio nadando. Vitor Fabiano da Silva teria desaparecido na tarde de sexta-feira (21). Amigos do adolescente acionaram o Corpo de Bombeiros e mostraram o local onde ele teria se afogado. De acordo com os bombeiros, a profundidade no local chega a 5 metros. Os militares fizeram buscas no dia do desaparecimento e durante o fim de semana, mas Vitor não foi encontrado. Na manhã desta segunda-feira, a equipe retomou as buscas pelo adolescente. Fonte: G1
- Rosa Weber inicia revisão de 100 mil processos criminais para ver situação de detentos no país
A presidente do Supremo Tribunal Federal(STF), ministra Rosa Weber, começa nesta segunda-feira, 24, a revisar 100 mil processos criminais para verificar a situação de detentos no país. A ação, que terá duração de um mês, faz parte do mutirão carcerário nos presídios brasileiros. O trabalho será realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também é presidido pela ministra. Criado em 2008, o mutirão será realizado pela primeira vez de forma simultânea em todos os Estados. Nas edições anteriores, a revisão de processos era realizada separadamente em cada unidade da federação. Nesta semana, a ministra vai acompanhar pessoalmente a realização dos mutirões em Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Bahia, Minas Geraise São Paulo. Os técnicos dos tribunais estaduais e do CNJ vão analisar os processos envolvendo gestantes, mães, pais e responsáveis por menores de 12 anos, grupo que tem direito à prisão domiciliar, de detentos que já cumpriram a pena, mas continuam presos, além dos processos de investigados por tráfico de pequenas quantidades de drogas. O balanço do programa deve ser divulgado apenas em setembro. Para se ter ideia, desde a criação do projeto, foram analisados aproximadamente 400 mil processos, que concederam 80 mil benefícios de progressão de pena, liberdade provisória e trabalho externo. Cerca de 45 mil presos foram soltos por terem cumprido suas penas. JovemPan
- Delação premiada de Élcio Queiroz amplia investigação do caso Marielle, diz Dino
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a operação realizada nesta segunda-feira, 24, no Rio, teve como base delação premiada do ex-PM Élcio Queiroz, um dos presos por participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Segundo o ministro, Élcio confessou que dirigiu o carro usado no atentado e disse que Ronnie Lessa – que se diz inocente – foi quem efetuou os disparos. O delator também apontou mais envolvidos no planejamento da execução do crime, entre eles o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, o “Suel”, que cumpria pena em regime aberto e hoje foi preso novamente. A delação ainda levou a mandados de busca e apreensão com o objetivo de produzir novas provas para a investigação da Polícia Federal. “Suel“ chegou a ser preso em 2020 e foi condenado em 2021 por atrapalhar as investigações. De acordo com o Ministério Público do Rio, o ex-bombeiro era o dono do carro usado para esconder as armas usadas no crime. “Nós respeitamos todas as investigações ocorridas, mas essa operação com as polícias permitiu mais união. Esse elemento é decisivo. Com a colheita de novas provas, ocorreu a delação premiada do Élcio, que abre nova esperança. E acrescenta essa participação decisiva de Maxwell“, afirmou Dino. “É indiscutível que o crime tem a ver com as milícias, mas até onde vai isso, não sabemos”, disse o ministro. “É um evento de enorme importância o que ocorreu hoje, fruto de muito trabalho, com a delação premiada, novos personagens, confirmação do crime e seus executores. É uma resposta que o Estado brasileiro dá.” Operação Segundo as investigações, o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa também teria ajudado Ronnie Lessa a jogar as armas do crime no mar. O atentado contra a vereadora e o motorista completou 5 anos no dia 14 de março de 2023 e, até hoje, não há esclarecimentos sobre mandantes e motivação do crime. O policial militar reformado Ronnie Lessa, acusado de ter feito os disparos, e o ex-PM Élcio Queiroz, que confessou que estava dirigindo o carro do qual os tiros foram efetuados, estão presos desde 2019 e serão julgados pelo Tribunal do Júri. JovemPan
- Ciro Nogueira diz que Luiz Marinho quer ‘desfigurar’ reforma trabalhista e volta a criticar Lula
O presidente do Partido Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira, voltou a usar as redes sociais para criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT). De acordo com o líder do PP, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e o PT querem “desfigurar” a reforma trabalhista aprovada na gestão de Michel Temer. “O ministro do Trabalho do PT quer desfigurar a reforma trabalhista, recriar o imposto para aparelhar sindicatos, enfim, levar o Brasil de volta ao atraso”, escreveu Ciro Nogueira em seu perfil no Twitter. O senador ainda disse que uma mudança na reforma trabalhista não passaria pelo Congresso. “Lula pode oferecer 50 ministérios: não passa de jeito nenhum. Cláusula pétrea da Agenda Central. Vou defender que seja questão fechada”, acrescentou Ciro. No último dia 16, o presidente do PP disse que a sigla terá um conjunto de regras “inegociáveis” que deverão ser seguidas por todos os filiados à legenda. O anúncio aconteceu depois de o congressista falar que o partido não faria parte do atual governo. Essa não é a primeira vez que Ciro Nogueira fala sobre o assunto. Na época, o senador disse que não vai criar dificuldades para que apoiadores do PP façam parte do governo e que o partido vai continuar fora da base de apoio do governo Lula. JovemPan
- Líder do PL na Câmara diz que governo tem base ‘instável com força de Lira’
Em meio a mais uma semana de recesso no Congresso Nacionale no Supremo Tribunal Federal(STF), as negociações de ministérios e cargos de segundo e terceiro escalões entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e membros do Centrão seguem sendo destaque no campo político. Inicialmente, a expectativa era de que o petista se reunisse na última sexta-feira, 21, com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para tratar sobre a minirreforma na Esplanada dos Ministérios. Porém, sem acordo sobre substituições e espaços para abrigar os partidos de centro, o encontro foi adiado. Como o site da Jovem Pan mostrou, ainda que o líder do governo na Câmara, deputado federal José Guimarães (PT-CE), tenha afirmado que a entrada do Progressistas e do Republicanos no governo “está consolidada”, não há consenso sobre o tema. O próprio presidente Lula também antecipou que vai se reunir para discutir a minirreforma “no momento adequado” e sem a pressão dos líderes. Em entrevista nesta segunda-feira, 24, ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, o deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ), líder do PL na Casa, afirmou que o governo tem base “instável com a força” de Lira na Câmara. “O governo tem trabalhado para construir uma base que até então, no primeiro semestre, não existiu. Apesar dos resultados das votações, todos que acompanham na Câmara sabem que isso foi na força do presidente Arthur Lira. Matérias aprovadas aos 45 minutos do segundo tempo. O governo tem uma base muito instável. A base só aconteceu devido à condução dos líderes comandados pelo presidente Arthur Lira. Depois da votação da reforma tributária, quando Lira demonstrou uma força muito grande, o governo me parece estar se mexendo para fazer essa reforma ministerial”, comentou. JovemPan
- PF prende ex-bombeiro suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco e Anderson Gomes
Na manhã desta segunda-feira, 24, a Polícia Federal (PF) prendeu o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, o “Suel“, na operação que investiga os homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Condenado em 2021 a quatro anos de prisão por atrapalhar as investigações, Suel cumpria a pena em regime aberto e já havia sido preso em junho de 2020. Ele foi foi detido em sua casa, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. Chamada de Operação Élpis e deflagrada pela PF e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), a força-tarefa cumpriu um mandado de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, na capital fluminense e região metropolitana. De acordo com o MPRJ, o ex-bombeiro era o dono do carro usado para esconder as armas que estavam em um apartamento de Ronnie Lessa, acusado de ser um dos autores do assassinato. Segundo as investigações, o ex-bombeiro também teria ajudado Lessa a jogar as armas do crime no mar. O atentado contra a vereadora completou 5 anos no dia 14 de março de 2023 e, até hoje, não há esclarecimentos sobre mandantes e motivação do crime. Até o momento, apenas o policial militar reformado Ronnie Lessa, acusado de ter feito os disparos, e o ex-PM Élcio de Queiroz, que estaria dirigindo o carro do qual os tiros foram efetuados, estão presos e serão julgados pelo Tribunal do Júri. Ambos negam participação no crime. JovemPan
- Governo quer construir 2 milhões de casas populares até 2026, diz ministro das Cidades
De acordo com o ministro das Cidades, Jader Filho, as mudanças nas regras do programa Minha Casa, Minha Vida, que reduzem os juros e aumentam o subsídio para a aquisição de imóveis, devem contribuir para que seja alcançada a meta de contratar 2 milhões de moradias até 2026. As novas determinações do programa foram sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 13 de julho. O ministro destacou que as alterações foram resultado de muitas conversas com as prefeituras, investidores e a sociedade civil. “Algumas regiões do país não estavam respondendo ao FGTS, como por exemplo as regiões Norte e Nordeste. O FGTS estava performando muito bem na região Centro-Oeste, Sul e Sudeste. A partir de diálogos e conversas nós pudemos identificar quais os problemas e por que não estava funcionando. Identificamos que o principal problema era a questão da entrada. Essa regiões precisavam ter um ajuste maior na questão da entrada.” “Com isso, nós ampliamos a entrada de R$ 47,5 mil para um limite de R$ 55 mil (…) Também diminuímos a taxa de juros, na região Norte e Nordeste ela sai de 4,35% para 4%, e nas outras regiões de 4,5% para 4,25%. É a menor taxa de juros da história do FGTS”, declarou Jader Filho em entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil. Outra novidade é que as habitações serão construídas em locais mais próximos de centros urbanos e de aparatos sociais, como escolas, creches e postos de saúde. De acordo com o ministro, essa determinação pode gerar mais renda e emprego no país. JovemPan
- Lula comemora limitação a armas e critica Bolsonaro: ‘Liberar é para favorecer o crime organizado’
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou neste domingo, 23, na posse do novo dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges Júnior, e voltou a fazer críticas a Jair Bolsonaro (PL). O presidente citou as medidas lançadas na última semama para limitar o acesso da população às armas de fogo e criticou as flexibilizações feitas pelo governo do antecessor. “Eu agora proibi a venda de pistola 9 mm, porque esse negócio de liberar armas é para favorecer o crime organizado a comprar armas. O que nós precisamos é baratear o preço do livro e abrir bibliotecas em cada conjunto habitacional. O que nós precisamos é fomentar as crianças a ter acesso à cultura, e não a ter acesso a armas e violência”, disse . Lula também afirmou que “Bolsonaro foi derrotado, mas o bolsonarismo não”. “Os malucos estão na rua, ofendendo pessoas, xingando pessoas e nós vamos dizer para eles que nós queremos fazer com que esse país volte a ser civilizado. As pessoas não têm que se gostar, as pessoas têm que apenas se respeitar.” Durante o evento, Lula ainda disse que entregou ao chanceler alemão, Olaf Scholz, o nome do empresário suspeito de agredir o filho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no aeroporto de Roma. “Esse cara é um empresário de uma empresa alemã. Eu entreguei o nome dele para o chanceler alemão. Esse cara foi expulso do partido (PSD) ontem pelo Kassab, ele tinha sido candidato.” Também estiveram presentes no evento a primeira dama Rosângela da Silva e os ministros Márcio França, Márcio Macedo, Paulo Teixeira e Silvio Almeida. O petista também falou sobre direitos da classe trabalhadora, disse que vai lutar pela retomada de empregos e que houve quebra de padrão na história do Brasil quando a população elegeu ele, um “peão de fábrica”, para presidência da República. Lula também falou sobre a importância de dar poder de compra aos brasileiros. “A gente vai fazer com que o povo possa voltar a comer a tal da picanha (…) Tem muita gente que não sabe o carinho que o povo tem com picanha, mas uma ‘picanhazinha’ no final de semana, com a família reunida, os amigos reunidos e uma cervejinha gelada é tudo o que a gente quer (…) A gente quer o direito de tirar férias e viajar de avião para onde a gente quiser. É para isso que a gente trabalha.” JovemPan
- Recesso em Brasília coloca minirreforma ministerial e prévia da inflação em destaque
Em meio a mais uma semana de recesso no Congresso Nacionale no Supremo Tribunal Federal(STF), a semana em Brasília será novamente marcada por temas laterais e com foco na agenda econômica. Na terça-feira, 25, a expectativa é pela divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – considerada a prévia da inflação. Entre economistas ouvidas pela reportagem, a estimativa é de que o novo reporte não aponte ainda para uma deflação no país. “Mas nada que abale a decisão do Banco Central de baixar os juros. Já tivemos bons resultados e uma inflexão na inflação, os números parciais já refletem isso. A expectativa é de fechar o ano na casa dos 3%, o que é muito baixo para um país emergente”, explica o economista-chefe da Valor Investimentos, Piter Carvalho, ao site da Jovem Pan. Já na quinta-feira, 27, será divulgado o Índice de Preços ao Produtor (IPP), enquanto na sexta-feira, 28, será a vez do IGP-M atualizado, com sinalização de nova deflação, estima a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para encerrar a semana na economia, haverá ainda a divulgação da taxa de desemprego, estimada em 8,30% da força de trabalho em julho, ante 8,68%, na edição anterior do relatório do Prisma Fiscal, da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda. No campo político, o destaque fica para as negociações de ministérios e cargos de segundo e terceiro escalões por Lula e membros do Centrão. Inicialmente, a expectativa era que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reunisse na última sexta-feira, 21, com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para tratar sobre a minirreforma na Esplanada dos Ministérios. Entretanto, sem acordo sobre substituições e espaços para abrigar os partidos de centro, o encontro foi adiado. Como o site da Jovem Pan mostrou, ainda que o líder do governo na Câmara, deputado federal José Guimarães (PT-CE), tenha afirmado que a entrada do Progressistas e do Republicanos no governo “está consolidada”, não há consenso sobre o tema. O próprio presidente Lula também antecipou que vai se reunir para discutir a minirreforma “no momento adequado” e sem a pressão dos líderes. “Nós temos interesse em trazer esses partidos para dar tranquilidade à nossa governança dentro do Congresso. Mas quem discute ministro é o presidente da República. Não é o partido que pede ministério. É a República que oferece”, disse Lula, em recado frente às pressões. JovemPan
- Em 1º mês de lives, Lula se contradiz sobre o agro, omite emendas pagas e vê audiência patinar
O primeiro mês de lives do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) foi marcado, sobretudo, por discursos vazios, promessas requentadas e distanciamento com os espectadores. Batizada de “Conversa com o Presidente”, a transmissão ao vivo, ainda que tenha bebido da fonte das tradicionais lives semanais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está longe de ser um sucesso da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom). Isso porque, embora tenha como objetivo aproximar o presidente dos eleitores e trazer uma prestação de contas aos espectadores, na prática, o mês de estreia do programa com Lula teve como destaque contradições sobre o agronegócio, omissão do pagamento de emendas e poucas dados concretos do terceiro mandato do petista. Nas cinco primeiras transmissões, o chefe do Executivo federal concentrou suas falas, principalmente, em temas como salário-mínimo, Amazônia, economia, meio ambiente e agricultura, mostra levantamento da agência Lupa. Além desses assuntos, que figuram entre os cinco mais citados pelo presidente, as falas se concentraram em termos como negociações, com destaque para a antecipação do programa Desenrola Brasil; Minha Casa Minha Vida; e fake news. Diferente do modelo usado na gestão Bolsonaro, que era mais informal e até “caseiro”, o tom da conversa com Lula se assemelha ao modelo de podcast, mas com discursos habituais de campanhas. “O povo brasileiro tem que ter paciência”, “estou extremamente satisfeito” e “vamos trabalhar muito” foram algumas das frases emblemáticas do presidente na primeira entrevista, de 13 de junho, quando ainda disse que “nunca teve problemas com o agronegócio”, embora tenha, dias antes, criticado a Agrishow, maior feira do agronegócio do país, e chamado seus organizadores de “facistas” e “negacionistas”. As transmissões seguintes não foram diferentes. Embora Lula tenha chegado a falar sobre suas próximas viagens ao exterior e projetos de leis sancionados, em mais de uma ocasião ele perdeu a oportunidade de adotar o tom de prestação de contas aos espectadores, como citando o resultado das viagens internacionais para o país, por exemplo. As “conversas com Lula” também abordaram, em “tom diplomático”, temas como meio ambiente, críticas à gestão anterior e ao 8 de Janeiro, a aprovação da reforma tributária e a relação com o Congresso Nacional, mas não houve a menção às seguidas liberações recordes de emendas parlamentares, nas vésperas das votações. “Não é a política que é dando que se recebe”, chegou a dizer Lula. No total, as cinco transmissões ao vivo, se somadas, chegam a pouco mais de 570 mil visualizações. Sendo que a primeira soma 183 mil visualizações e a última, 77 mil – o que, além de tudo, mostra um evidente declínio na audiência. Ainda que as lives tenham sofrido mudanças de cenário para reverter o fracasso inicial, a avaliação é que, por mais que Lula fale bem, o formato aparenta uma propaganda política e não atrai a população. “Isso diverge muito do que o Bolsonaro fazia, porque apesar dos cenários precários, ele apresentava uma imagem mais espontânea na forma e nos conteúdos, nas falas, nas explosões que ele tinha. Lula, ao contrário, está sempre muito simpático, falando que quer ajudar a população. É um processo de aprendizado por parte do Partido dos Trabalhadores, que tem um problema de comunicação histórico com a população”, explica o cientista político Paulo Niccoli Ramirez, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) ao site da Jovem Pan. Enquanto o atual formato aparenta uma campanha e se assemelha aos discursos protocolares de Lula, o modelo anterior, com foco na prestação de contas, se justificava como um serviço ao cidadão. “A sensação é que a conversa com Lula foi orquestrada, as perguntas foram previamente estabelecidas. Não há uma interação direta com o público, tal como Bolsonaro expressava em suas lives. E ainda que Lula mostre um certo otimismo, isso sempre soa como campanha eleitoral. Esse formato é mais do mesmo que vemos nos discursos do Lula, nos protocolos presidenciais ou mesmo durante as campanhas”, pondera o cientista político. Paulo Niccoli Ramirez afirma que, mesmo com as críticas ao antecessor, Lula adota um tom político e de permanente otimismo, o que não soa verdadeiro. “Bolsonaro, com todas as suas falhas, parecia mais humano. Não em termos de carisma ou competência, mas de ser mais falho e dialogava com um público dele. Já Lula, não. Ele tenta falar para todos, o que acaba afastando uma parte do eleitorado que não gosta dele e vê como manipulação e hipocrisia essa ideia”, conclui. JovemPan
- Bolsonaro fala sobre julgamento do TSE: ‘O sistema não quer pessoa honesta na presidência’
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou que o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível por oito anos ocorreu “de forma bastante nebulosa” durante um discurso realizado nesta sexta-feira, 21. A condenação se deu por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação pela transmissão na TV Brasil de uma reunião com embaixadores na qual foram divulgadas informações falsas sobre o sistema eleitoral. O discurso do ex-presidente aconteceu após ele receber a medalha de comendador da cidade de Anápolis, em Goiás. Bolsonaro foi ovacionado pela plateia, que o recebeu aos gritos de “mito”. Quando mencionou o Supremo Tribunal Federal (STF) pela primeira vez no discurso, o público vaiou. Na sequência, o ex-presidente criticou o julgamento do TSE. “Se eu nada representasse para nossa pátria, depois daqueles números do TSE, não estariam me perseguindo até hoje”, disse. “Não teriam, de forma bastante nebulosa, me tornado inelegível. Qual o crime? Corrupção não foi. Abuso de poder econômico não foi. O sistema não quer uma pessoa honesta na Presidência da República”. No julgamento que tornou o ex-presidente inelegível, o TSE considerou, segundo o voto do relator, que Bolsonaro usou o poder do cargo para espalhar informações falsas sobre o sistema eletrônico de votação, na tentativa de ter ganhos eleitorais, atacar o Tribunal Superior Eleitoral e fazer “ameaças veladas”. Para o TSE, a conduta do ex-chefe do Executivo impactou diretamente o pleito. O presidente da Corte, Alexandre de Moraes, declarou ainda que houve desvio de finalidade, já que a reunião do ex-presidente com os embaixadores teria servido para sua autopromoção como candidato e para atacar o sistema eleitoral. Bolsonaro também fez várias críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem se referia como o “outro cara”. Ele disse que “aconteceu algo inacreditável em outubro do ano passado”, em referência à eleição do petista. Em outro trecho da fala, Bolsonaro afirmou que “deixou” Lula assumir a presidência. Antes da posse, o ex-presidente viajou para os Estados Unidos, de onde voltou apenas em março. “Entreguei o Brasil… ou melhor, deixei outro cara assumir. Porque jamais passaria a faixa para uma pessoa com passado. Jamais passaria faixa para uma pessoa que tinha e tem um passado como esse cara que assumiu em 1º de janeiro”, discursou. Ao final do discurso, Bolsonaro garantiu que voltará à presidência. “Foi uma missão do todo poderoso esses meus quatro anos de presidente. Se assim for vontade dele, tenho certeza que nós voltaremos. Enquanto não voltamos, estaremos colaborando e contribuindo para com a boa política brasileira”, concluiu. Bolsonaro recebeu a comenda Gomes de Souza Ramos, em cerimônia que celebrou os 116 anos de Anápolis. Outras 34 pessoas foram homenageadas. JovemPan
























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