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  • Contas externas têm saldo positivo de US$ 649 milhões em maio

    Com superávit comercial recorde, as contas externas tiveram saldo positivo de US$ 649 milhões em maio, informou nesta segunda-feira (26), em Brasília, o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2022, houve déficit de US$ 4,632 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países. A diferença na comparação interanual é resultado, integralmente, da elevação de US$ 6,4 bilhões no superávit comercial no mês. As exportações de bens totalizaram o recorde de US$ 33,306 bilhões em maio, aumento de 11,2% em relação a igual mês de 2022. As importações somaram US$ 23,587 bilhões, queda de 11,3% na comparação com maio de 2022. Com esses resultados, em maio de 2023, a balança comercial fechou com saldo positivo de US$ 9,719 bilhões, ante saldo positivo de US$ 3,368 bilhões em maio de 2022. É o maior superávit da série histórica, para qualquer mês, iniciada em janeiro de 1995. Por outro lado, o déficit em renda primária (pagamento de juros e lucros e dividendos de empresas) aumentou US$ 1,1 bilhão, o déficit em serviços caiu US$ 290 milhões e o superávit em renda secundária, que são as transferências sem contrapartidas, recuou US$ 309 milhões. Em 12 meses, encerrados em maio, o déficit em transações correntes é de US$ 48,545 bilhões, 2,45% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), ante o saldo negativo de US$ 53,826 bilhões (2,73% do PIB) em abril de 2023 e déficit de US$ 51,218 bilhões (2,89% do PIB) no período equivalente terminado em maio de 2022. Já no acumulado do ano, o déficit é de US$ 12,647 bilhões, contra saldo negativo de US$ 21,099 bilhões de janeiro a maio de 2022. Serviços O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros) somou US$ 3,123 bilhões em maio, redução de 8% diante dos US$ 3,413 bilhões em igual mês de 2022. No caso das viagens internacionais, seguindo a tendência dos meses recentes, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil cresceram 51,8% na comparação interanual e chegaram a US$ 567 milhões em maio, contra US$ 373 milhões no mesmo mês de 2022. As despesas de brasileiros no exterior passaram de US$ 1,092 bilhão em maio do ano passado para em US$ 1,201 bilhão no mesmo mês de 2023, aumento de 10%. Com isso, a conta de viagens fechou o mês com redução de 11,7% no déficit, chegando a US$ 634 milhões, ante déficit de US$ 718 milhões em maio de 2022. Segundo o Banco Central, esta é uma conta muito afetada pelas restrições impostas pela pandemia de covid-19, e apesar da recuperação gradual, os valores ainda estão muito abaixo do período antes da pandemia. A rubrica de transportes contribuiu para redução do déficit da conta de serviços, ao passar de US$ 1,789 bilhão em maio de 2022 para US$ 1,163 bilhão no mês passado, recuo de 35%. De acordo com o BC, a melhora foi influenciada por menores gastos em fretes, que teve redução devido à queda nos preços internacionais, além de redução nas importações. Rendas Em maio, o déficit em renda primária - lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários - chegou a US$ 5,984 bilhões, aumento de 21,3% ante os US$ 4,933 bilhões no mesmo mês de 2022. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país, do que de brasileiros no exterior. No caso dos lucros e dividendos associados aos investimentos direto e em carteira, houve déficit de US$ 4,606 bilhões no mês de maio deste ano, frente ao observado em maio de 2022, de US$ 4,209 bilhões, devido à redução de 26,2% das receitas. As despesas líquidas com juros também tiveram incremento e passaram de US$ 716 milhões em maio de 2022 para US$ 1,397 bilhão no mês passado, influenciadas por maiores despesas brutas em operações intercompanhia e em outros investimentos. A conta de renda secundária - gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens - teve resultado positivo de US$ 37 milhões, contra superávit US$ 346 milhões em maio de 2022. Financiamento Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 5,380 bilhões em maio último, ante US$ 3,969 bilhões em maio de 2022, crescimento de 36%. No mês passado, houve ingressos líquidos em participação no capital de US$ 4,942 bilhões, como compra de novas empresas e reinvestimentos de lucros, contra US$ 5,761 bilhões em maio de 2022. Enquanto isso, as operações intercompanhia tiveram superávit de US$ 438 milhões em maio de 2023, contra déficit de US$ 1,791 bilhão no mesmo mês de 2022, principal responsável pela alta no IDP. Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo. Para o mês de junho, a parcial do Banco Central para o IDP - até o dia 21 - é de ingressos líquidos de US$ 4,811 bilhões. Nos 12 meses encerrados em maio, o IDP cresceu significativamente na comparação interanual e totalizou US$ 83,369 bilhões, correspondendo a 4,21% do PIB. No mês anterior, abril de 2023, essas entradas foram de US$ 81,958 bilhões (4,16% do PIB) e de US$ 56,979 bilhões (3,22% do PIB) em maio de 2022. Mercado doméstico No caso dos investimentos em carteira no mercado doméstico, houve saídas líquidas de US$ 3,994 bilhões em maio de 2023, compostos por saídas de US$ 1,767 bilhão em ações e fundos de investimento e saídas de US$ 2,228 bilhões em títulos de dívida. O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 343,489 bilhões em maio, redução de US$ 2,237 bilhões em comparação ao mês anterior. A redução decorreu, principalmente, das contribuições negativas de variações por preços e por paridades, US$ 1,962 bilhão e US$ 1,888 bilhão, respectivamente. Contribuindo para elevar o estoque de reservas internacionais, houve retorno líquido de US$ 1 bilhão em operações de linhas com recompra, e receitas de juros que somaram US$ 635 milhões. Agência Brasil Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Paciente denuncia burocracia e demora no tratamento de um câncer na rede pública de saúde de SP

    O quadro SOS São Paulo, da Jovem Pan News, que recebe denúncias da população em relação aos serviços públicos da capital paulista, averiguou o caso de uma senhora que teve problemas para tratar um câncer na rede pública de saúde. Zenaide Dourado da Silva é autônoma e originalmente é de Bom Jesus da Lapa, interior da Bahia. Ela veio a São Paulo para tratar um câncer na tireoide descoberto há dois anos. Onde ela morava, não tinha tratamento disponível. Sem endereço fixo na capital paulista, Zenaide está na casa de uma prima. Em março, quando chegou, ela foi atendida na UBS do Horto Florestal: “Fui na UBS Horto Florestal, passei no médico clínico, ele me deu encaminhamento para oncologia e cirurgia. Aí a moça da enfermagem me falou que nesse caso não demorava. Dentro de umas semanas, eles entrariam em contato para passar com a oncologia. Aí passou uma semana, duas semanas, três semanas. Aí eu retornei ao posto, eles falaram que foi para a central numa fila de espera”. “Até hoje, vai passar dois meses, três meses e agora que veio sair a primeira consulta”, relatou. O caso dela é urgente e, além de estar longe do marido e cuidando da filha de dois anos, ela teme pelo futuro caso não consiga efetuar o tratamento. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de São Paulo informou que Zenaide tem consulta marcada com um médico especialista no dia 18 de julho. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Famílias chefiadas por negros são mais atingidas pela fome, aponta pesquisa

    Uma pesquisa mostrou que as famílias chefiadas por pessoas autodeclaradas partas ou pretas são mais atingidas pela fome no Brasil. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 26, e fazem parte do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil (II Vigisan). Segundo a pesquisa, 65% dos lares comandados por negros e pardos convivem com insegurança alimentar, sendo que 20,6% dos lares comandados por negros sofre com a fome. O número é quase duas vezes maior que o índice de famílias com chefes brancos (10,6%). Ao todo, 33,1 milhões de pessoas forma impactadas pela fome no Brasil entre novembro de 2021 e abril de 2022. A pesquisa mostrou que determinados recortes de raça e gênero estão mais vulneráveis. Os lares chefiados por mulheres negras, por exemplo, correspondem a 22% dos que sofrem com a fome, sendo quase o dobro do que os comandados por mulheres brancas, 13,5%. Segundo a pesquisa, mais da metade (58,7%) da população sofre com algum grau de insegurança alimentar, sendo 28% com insegurança leve, 15,2% moderadas e 15,5% grave. Com isso, o país regrediu ao patamar da década de 1990. Ainda de acordo com o levantamento, em um ano, 14 milhões de novas pessoas entraram em situação de fome. A pesquisa foi realizada pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), com apoio da Ação da Cidadania, da ActionAid, da Fundação Friedrich Ebert Brasil, do Ibirapitanga, da Oxfam Brasil e do Sesc São Paulo. Ao todo, foram realizadas 12.745 entrevistas em 577 municípios dos 26 Estados e do Distrito Federal. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Manifestantes lotam corredores da Câmara de São Paulo em dia de votação do Plano Diretor

    Manifestantes, membros de movimentos sociais e associações de bairros lotam a entrada e galeria da Câmara Municipal de São Paulo nesta segunda-feira, 26, em meio às discussões pela da votação da revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) da cidade de São Paulo, proposto pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), e pedidos de adiamentos. Opositores ao texto defendem que a votação seja adiada, uma vez que a versão final do projeto foi apresentada apenas na última quarta-feira, 21, e não teria dado tempo para avaliar todas as mudanças propostas. “São Paulo não está a venda”, dizem os atos contra mudanças propostas no projeto. Inicialmente, a expectativa era que o texto fosse votado na última quarta-feira, 21. No entanto, em meio a pressão, a votação foi adiada para a sexta-feira, 23, e posteriormente para esta segunda. No entanto, em meio a pressão, a sessão foi novamente adiada para essa segunda. Apesar das manifestações em curso, entre vereadores, a estimativa é que a votação seja mantida. Os manifestantes também apontam a inclusão de “jabutis” no projeto. Entre os principais trechos criticados, está o incentivo ao aumento do raio de verticalização em regiões próximas a estações de metrô e trem e dos corredores de ônibus; a isenção do Imposto Sobre Serviço (ISS) para estádios de Corinthians, Palmeiras e São Paulo; e o perdão à dívida da Igreja Universal, que será isenta de ter que pagar a contrapartida ligada à construção do Templo de Salomão. O Plano Diretor Estratégico vigente foi idealizado na gestão do ex-prefeito e atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), sendo a principal lei de planejamento urbano da cidade. O objetivo do projeto é estabelecer na legislação planejamento urbano para São Paulo e definir como o município pode construir e se desenvolver. Caso se torne lei, a proposta tem validade até 2029. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Sistemas de câmeras inteligentes com reconhecimento facial ganham cada vez mais espaço

    Alvo de críticas, os sistemas de vigilância inteligente estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Sistemas de câmeras que fazem reconhecimento por gênero, faixa de idade e outras características para ajudar no controle de locais extremamente movimentados e identificação de pessoas são frequentemente criticados por poderem confundir suspeitos e coletar dados indevidos. Em entrevista à Jovem Pan News, Paulo Correa, diretor-superintendente de segurança de uma empresa do setor, defendeu o uso desse tipo de equipamento: “Sem dúvida, essa é uma tecnologia que vem para agregar mais segurança no dia a dia, porque ela permite que eu consiga utilizar imagens de câmeras que estão localizadas em diversos pontos estratégicos. (…) Eu consigo fazer uma busca forense, definindo que ele traga para mim o perfil de uma pessoa.” O setor de sistemas eletrônicos de segurança movimentou R$ 11 bilhões ao longo do ano passado, com crescimento de 18%, mas a falta de regulamentação dessas novas tecnologias impede o setor de crescer ainda mais. O sistema de inteligência artificial presente nas câmeras, que identifica características das pessoas, nem sempre é bem-vindo por entidades e parte da população. No final de novembro do ano passado, por exemplo, o governo do Estado de São Paulo anunciou um novo sistema de monitoramento eletrônico com inteligência artificial em fase de testes em algumas linhas do Metrô. A expectativa de substituição das câmeras analógicas pelas digitais era de aumentar a segurança, melhorando o atendimento aos passageiros, mas especialistas se manifestaram alegando eventual discriminação. De acordo com Paulo Correa, esse tipo de tecnologia pode ajudar a prender criminosos com mais agilidade: “Se ocorrer um abuso, a vítima vai relatar o perfil daquele abusador, eu consigo chegar a colocar isso no meu sistema, que é o Defense, e a partir daí ele começa a capturar as imagens das câmeras que estão espalhadas, por exemplo, na cidade ou nas estações de Metrô e identificar rapidamente esse infrator, inclusive acompanhar o deslocamento dele. (…) Eu consigo acompanhar ele em tempo real até que possa ter uma abordagem e aí conseguir, de repente, capturar essa pessoa.” JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • No Dia Nacional da Diabetes, médicos alertam para aumento de casos no Brasil

    O diabetes afeta homens, mulheres e crianças de todas as idades no mundo inteiro. Atualmente, mais de meio bilhão de pessoas vivem com a doença. De acordo com levantamento realizado pelo Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington, os casos de diabetes em todo o mundo podem chegar a 1,3 bilhão até 2050. O médico endocrinologista Daniel Lerario explicou que a rápida taxa de crescimento está associada principalmente aos maus hábitos da população. “A explicação mais provável dessa perspectiva é o aumento da obesidade e o estilo de vida atual, com pouca atividade física, alimentos processados e excesso de açucares”, comentou. No Brasil, 17 milhões de pessoas adultas já foram diagnosticadas com a doença, o que faz o país ocupar a 5ª posição em incidência no mundo. Os dados comparativos foram levantados pelo Ministério da Saúde, que instituiu com a Organização Mundial da Saúde (OMS) 26 de junho como o Dia Nacional da Diabetes. Entre os alertas estão os fatores de risco. Daniel Lerario avalia que a maioria dos casos é de diabetes do tipo 2. “Com melhor comportamento pode prevenir a evolução do diabetes”, completou o endocrinologista. O diagnóstico de diabetes é feito por exame de sangue que mede os índices glicêmicos do organismo. Caso seja confirmado, é necessário que haja acompanhamento médico. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Vacina contra a dengue começa a ser aplicada nesta semana na rede particular

    A nova vacina contra dengue, Qdenga, começar a ser aplicada nesta semana em clínicas particulares no Brasil. Até o momento, ainda não há previsão de quando as doses irão chegar à rede pública. O imunizante é fabricado pelo laboratório japonês Takeda Pharma e pode ser aplicado também em pessoas que já foram infectadas pelo vírus. O tesoureiro da Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas, Marcos Tendler, falou sobre a faixa etária que está apta a ser imunizada e a eficácia da vacina ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News. “Pode ser aplicada em quem já teve ou não a doença. Um imunizante universal, indicado para indivíduos entre quatro e 60 anos. Os estudos apontam uma eficácia superior a 80% na prevenção das quatro tipos de dengue”, explicou. A imunização será feita por duas doses com intervalo mínimo de 90 dias entre as aplicações para atingir a máxima proteção. Os números da doença são alarmantes. De acordo com a Organização Pan Americana da Saúde, cerca de 500 milhões de pessoas nas Américas correm risco de contrair dengue. O valor da vacina deve variar entre R$ 300 e R$ 500. Em nota, o Ministério da Saúde destacou que acompanha o avanço do setor de pesquisas e novas tecnologias que desenvolvem estudos relacionados ao imunizante contra a dengue. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Brasil bate recorde de passageiros aéreos em maio

    O Brasilbateu recorde de passageiros em voos para o mês de maio desde 2015, segundo os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ao todo, 7,3 milhões de passageiros foram transportados em território nacional no último mês. A alta foi de 3,3% em relação a maio de 2019, período pré-pandemia. Os voos domésticos também registraram aumento, de 7%. A oferta de assentos subiu 3,8%. Em relação à participação das companhias, a pesquisa da Anac indica que 37,1% dos passageiros preferiram a Latam, seguida pela Gol (33,1%) e a Azul (29,6%). Por outro lado, a demanda por voos internacionais teve queda de 12,1% em comparação com maio de 2019. A oferta de assentos para destinos no exterior também caiu 9,1%. No total, foram 1,6 milhão passageiros. Outra área que registrou quedas foi a de transporte de cargas. A retração foi de 4,4%, com um total de 36.491 toneladas. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Para Lira, ação das big techs barrou votação do PL das Fake News

    A mobilização das gigantes da tecnologia foi um dos fatores que impediu a votação do Projeto de Lei das Fake News. A avaliação é do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). “Uma mobilização das chamadas big techs, que ultrapassou os limites do contraditório democrático, ao lado da interpretação de alguns quanto a possíveis restrições à liberdade de expressão, não nos facultou reunir as condições políticas necessárias para levar este projeto à votação”, justificou o presidente da Câmara, nesta segunda-feira (26), durante evento em Lisboa, Portugal. A urgência do projeto de lei que regulamenta as plataformas digitais foi aprovada pelo plenário da Casa no final de abril. A aprovação da urgência permite votar o texto em qualquer momento, sem necessidade de tramitar pelas comissões temáticas da Câmara. Porém, o projeto acabou sendo retirado de pauta no início de maio. Lira disse que espera “no futuro não muito distante” colocar o tema em votação novamente. Para o presidente da Câmara, “sem a devida regulação legislativa do novo ambiente informacional no Brasil, a arena política se assemelhará mais e mais a um estado de natureza hobbesiano. Uma guerra de todos contra todos baseada na apreensão arbitrária ou sectária da realidade. Uma polarização que não permitirá a necessária construção de consensos e soluções democráticas”. Big techs Durante as discussões do relatório que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, o PL das Fake News, o Google divulgou na página principal de busca da sua plataforma um texto crítico ao projeto relatado pelo deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP). E no estudo A guerra das plataformas contra o PL 2630, pesquisadores apontaram indícios de que o Google e a Meta (dona do Facebook) estariam apresentando resultados de busca enviesados com objetivo de favorecer os conteúdos críticos ao projeto de lei. As plataformas negaram interferência nos resultados de busca. Diante das acusações, um inquérito foi aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar a atuação dos dirigentes do Google e do Telegram na tramitação do projeto na Câmara. Desinformação A integrante do Direito à Comunicação e Democracia (DiraCom) e da Coalizão Direitos na Rede, Bia Barbosa, que atuou na Câmara a favor do PL das Fake News, avalia que as empresas promoveram desinformação em relação ao projeto. Ela disse que houve uma presença ostensiva das plataformas no Parlamento para evitar a sua aprovação. “Isso é natural do ponto de vista do jogo democrático”, disse. Porém, a especialista alega que as empresas “distorceram os impactos do projeto para os parlamentares a ponto de convencer uma parcela a não votar no texto. Isso foi feito tanto nessa interlocução com os parlamentares, mas também na atuação pública das plataformas”. Bia Barbosa lembra que as empresas divulgaram que o PL iria “piorar a internet”. “Foi uma argumentação extremamente genérica que elas usaram e que não se sustentava em nenhum aspecto dos pontos que estavam colocados no texto”. Em outra ação, as plataformas alegaram que o projeto de lei acabaria com os pequenos negócios na internet. “Não houve nenhum impedimento para que pequenos negócios continuassem anunciando nas redes. O que havia no projeto de lei era uma previsão de que as plataformas tivessem transparência nos dados que elas utilizavam para direcionar esse conteúdo. O problema é que com a obrigação de transparência ficaria muito claro que elas estariam violando a lei geral de proteção de dados pessoais”, explicou Bia Barbosa. Agência Brasil Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Funcionário da CPTM mata colega a tiros na Estação da Luz e deixa outro ferido

    Um funcionário da Central Metropolitana de Trens Metropolitanos (CPTM)atirou em dois colegas neste domingo, 25, na Estação da Luz, região central de São Paulo, e fugiu. Um dos atingidos morreu e o outro foi levado para o hospital, segundo a CPTM. O caso aconteceu por volta das 16h deste domingo, 25. “Na tarde deste domingo por volta das 16h, um funcionário da CPTM disparou contra dois colegas na área interna da Estação da Luz, fugindo em seguida”, diz a nota. “Dois colaboradores foram levados para a Santa Casa. Um maquinista, com ferimento no pé, foi medicado e passa bem. Um supervisor de tração, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e faleceu”, acrescenta. A CPTM informou que acionou a Policia Militar e vai colaborar com a autoridade policial para elucidar o caso. A Jovem Pan entrou em contato com a Polícia Militar, que informou que caso foi apresentado ao 2° DP (Bom Retiro) para o registro do boletim de ocorrência que está em andamento e todas as circunstâncias do fato serão investigadas. A PM também informou que o funcionário morto foi atingido no tórax. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Brasil registra mais de 103 bilhões de tentativas de ataques hackers em 2022

    O Brasilé o segundo país que mais sofreu ataques cibernéticos em 2022, com 103 bilhões de tentativas registradas entre janeiro e dezembro. Novas modalidades de fraude são criadas diariamente. Por isso, existe a necessidade de investimentos em segurança. O Brasil é o segundo país da América Latina que mais sofreu tentativas, ficando atrás apenas do México. O delegado da Divisão de Crimes Cibernéticos do Deic, Carlos Afonso Gonçalves, afirma que a polícia está sempre se atualizando, porque houve migração da criminalidade para o mundo digital durante a pandemia. “O criminoso para conseguir R$ 5 mil, precisava de uma arma, um parceiro e uma moto e corria risco de uma pena de 30 a 35 anos, se praticar um latrocínio, agora ele consegue esse mesmo valor sentado em uma cafeteria mandando 5 mil e-mails que ele obtém por R$ 40 e desses, alguém clica”, diz o delegado. Ao notar o crescimento das ações, o então governador de São Paulo, João Doria, criou a primeira delegacia contra crimes cibernéticos do Brasil. “A importância da existência da delegacia e da difusão do seu trabalho para evitar que novos crimes possam ser cometidos. O compartilhamento entre empresas e instituições privadas para evitar que outras instituições possam sofrer consequências de crimes cibernéticos”, diz Doria. Uma das maiores preocupações dos especialistas é sobre a falta de punição para os criminosos. O advogado especialista em direito digital, Renato Opice Blum, diz que é imprescindível que não haja sensação de impunidade. “Temos que ter estações aptas a provocar, quando for o caso, o devido caráter inibitório, fazer com que a conduta cesse. Quando a consequência gerar a necessidade de indenizar, que as indenizações sejam proporcionais aos danos”, explica. Recentemente, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a proibição de acesso a internet para acusados de crimes cibernéticos. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Prefeitura de São Paulo confirma morte de criança por meningite

    A Prefeitura de São Paulo confirmou a morte de uma criança por meningite. Essa criança dividiu o quarto com outros pacientes enquanto esteve no hospital. Essa criança tinha 5 anos e morreu no Hospital Municipal Cidade Tiradentes Carmen Prudente, na Zona Leste. A Secretaria de Saúde da capital afirma que todos os protocolos de segurança foram seguidos, como o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e que nenhum novo caso foi confirmado. Em 2023, 12 pessoas já morreram por causa da meningite meningocócica. A criança, já diagnosticada com a doença, teria sido colocada no mesmo quarto que um bebê de dois meses e outras nove crianças. Segundo familiar dos internados, enfermeiros do Hospital foram internados sobre risco de contágio e negaram qualquer risco. A criança deu entrada em uma UPA na última quarta-feira e recebeu toda a medicação necessária antes de ser transferida para o hospital. Desde o começo do ano, foram registrados mais de 3 mil casos de meningite na cidade. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Futuro de Bolsonaro no TSE acelera corrida dos governadores rumo a 2026

    A eventual condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impulsiona as mobilizações em torno do possível sucessor do político na direita. O tribunal iniciou na última quinta-feira, 22, a análise de uma ação promovida pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) que pode tornar o ex-mandatário inelegível por abuso de poder político. Até o momento, apenas o Ministério Público Eleitoral já se manifestou, em parecer favorável à inelegibilidade do ex-presidente por desvio de finalidade. O julgamento será retomado na próxima terça-feira, 27, e, se o entendimento do MP Eleitoral se manter, Bolsonaro deve perder os direitos políticos por 8 anos e ser impedido de concorrer às eleições presidenciais de 2026. Ainda que o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, fale em “injustiça com o capitão” e afirme que Bolsonaro será o candidato do partido nas próximas eleições presidenciais, na prática, dentro da própria sigla, o ex-presidente também já é considerado inelegível. Aliados calculam, inclusive, que ele pode eleger 20% mais prefeitos em 2024, apenas como cabo eleitoral. “Se amputar Bolsonaro, ano que vem temos eleições, nossa intenção é fazer pelo menos mil das mais de 5.000 prefeituras. Imagina se deixa ele inelegível? Vão transformar ele em um mártir vivo, vamos fazer 2.000 prefeituras ou mais”, disse o deputado federal Marco Feliciano (PL-SP), em entrevista ao Pânico, da Jovem Pan News. O cenário também deve ter reflexos a longo prazo, inclusive em 2026. A impossibilidade de Bolsonaro encarar a disputa à Presidência abre espaço para a ascensão de um novo líder da direita e acelera uma disputa que deve se aflorar ainda mais nos próximos anos: a corrida dos governadores. Despontam como eventuais herdeiros do bolsonarismo quatro governantes – todos aliados ou ex-aliados do político – bem avaliados e já conhecidos pelos eleitores de direita. São eles: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Eduardo Leite (PSDB), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Junior (PSD). A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) também não é descartada, embora seu nome seja, inicialmente, mais cotado para uma vaga no Senado Federal. De acordo com pesquisa do Instituto Genial/Quaest, 47% dos eleitores são favoráveis a uma condenação que leve à perda de direitos políticos de Jair Bolsonaro, enquanto 43% são contrários. Dos participantes, 33% consideram Tarcísio de Freitas, atual governador de São Paulo, o favorito para substituir Bolsonaro nas próximas eleições gerais para presidente. A ex-primeira-dama aparece como segunda opção, com 24% de menções para ser “herdeira do bolsonarismo”, enquanto o governador mineiro Romeu Zema (Novo), soma 11%. Além disso, para 64% dos eleitores que votaram em Bolsonaro em 2022, o apoio dele a um outro nome aumenta as chances de voto nesse candidato, revelando que o ex-presidente se tornaria um importante cabo eleitoral da direita. Politicamente falando, no entanto, a ligação com o ex-presidente não deve garantir uma transferência de votos para esses políticos. O cientista político Paulo Niccoli Ramires, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), explica que, uma vez com os direitos políticos de Jair Bolsonaro suspensos, os eleitores de direita devem buscar novas figuras, sobretudo aqueles que já estão no exercício do poder, como os governadores, mas pode ser difícil encontrar alguém no mesmo patamar de Bolsonaro. “Talvez não haja alguém tão carismático como Bolsonaro a ponto de atrair tantos votos, mas ainda existem algumas figuras com preferência do eleitorado. É o caso do Tarcísio, a Damares Alves também. O Zema é o nome mais forte, já que expressa ideias mais liberais pelo Partido Novo. No entanto, ele está mais focado em Minas Gerais por enquanto. O Eduardo Leite é difícil ocupar esse espaço porque carrega algumas bandeiras mais progressistas. São os nomes mais fortes, mas sem talvez o mesmo carisma e a capacidade de atrair votos como o próprio Bolsonaro. Então, o futuro vai depender das pesquisas de intenção de voto e do resultado desse processo contra Bolsonaro”, concluiu. Quem são os herdeiros de Bolsonaro? Tarcísio de Freitas Um dos principais, se não o principal nome para concorrer às eleições de 2026 como candidato da direita é o do ex-ministro da Infraestrutura e atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Eleito com 55,2% de apoio no Estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 34,6 milhões de eleitores, ele desponta como favorito para substituir “o capitão Bolsonaro”, se preciso. O tema, inclusive, já é debatido entre interlocutores e aliados dos políticos. Ainda que dentro do Republicanos seja considerada “natural” a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, uma candidatura à Presidência da República pode ser avaliada pela sigla. “Se houver um chamamento da sociedade brasileira, com pesquisas, a gente poderá discutir”, antecipou Marcos Pereira, presidente do Republicanos. Eleito ao Palácio dos Bandeirantes impulsionado por Bolsonaro, chegando a lançar propagandas falando em dobradinha Bolso-Tarcísio, o político tem a força de São Paulo atuando em favor, seguindo a premissa de que a política paulista “forma presidenciáveis”. Por outro lado, entre os aliados do governador, há quem defenda a sua reeleição para completar um ciclo de oito anos junto ao eleitorado paulista. “Tarcísio precisa de tempo para trabalhar, ele não deve ser interrompido para disputar a presidência”, disse Guilherme Afif Domingos (PSD) ao site da Jovem Pan. Outro nome de peso que se opõe à candidatura à Presidência do apadrinhado por Bolsonaro é o ex-ministro Gilberto Kassab, atual presidente do PSD e homem-forte do governo de Governo de São Paulo. Para o político, os “equívocos” cometidos pelos ex-governadores tucanos João Doria e José Serra devem servir de exemplo a Tarcísio. “É uma decisão dele, mas ele precisa observar bem os equívocos das decisões do José Serra e do João Doria, que no início do primeiro mandato já se colocaram como candidatos”, afirmou em entrevista no mês passado. Em evento recente da Credit Suisse, Tarcísio chegou a ser questionado sobre o que “vai vir em 2026”, mas se esquivou e disse não pensar no futuro. Romeu Zema Na mesma seara de Tarcísio, outro nome que movimenta as articulações para as eleições de 2026 é o do governador Romeu Zema (Novo-MG). Reeleito no primeiro turno, com apoio de mais de 56% do eleitorado mineiro, o político é considerado o caso mais bem sucedido do Partido Novo e não esconde o interesse de disputar a Presidência da República. Seguindo os mesmos preceitos de 2022, é esperado que a sigla tenha candidatura própria no próximo pleito, o que viabiliza as possibilidades de Zema, efetivamente, concorrer ao cargo no Palácio do Planalto. Entretanto, para que seja viável a vitória, ele dependerá do apoio de candidatos da direita, como o próprio Tarcísio e o ex-presidente Jair Bolsonaro – cenário ainda distante. Entre os eleitores, o nome de Romeu Zema também não figura entre os mais mencionados para suceder Bolsonaro. No levantamento da Paraná Pesquisas, ele é citado por 9,3% dos brasileiros – a título de comparação, é um patamar inferior ao alcançado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que já declarou que não pretende disputar a Presidência. Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan News, Romeu Zema afirmou que “não tem plano pessoal” de ser presidente. Mas admitiu que, se sua candidatura for “o certo”, ele fará. “Queremos que a direita avance. Para mim, tendo um bom nome… quero ele. Eu não tenho pretensão. Quero que o Brasil esteja certo e encaminhado para direita”, justificou. Questionado se ele aceitaria compor uma chapa com Tarcísio de Freitas ou Ratinho Jr (PSD-PR), governador do Paraná, na posição de vice-presidente, ele não descartou a aliança: “Quero contribuir”. Ratinho Junior Outro governante que apoiou Jair Bolsonaro nas eleições de 2022 e é cogitado para a antecipada corrida dos governadores à Presidência é Ratinho Junior, chefe do Executivo do Paraná. Incluído na lista de reeleitos em primeiro turno no último ano, o político é mencionado como provável sucessor do bolsonarismo na Presidência da República por 6,8% dos brasileiros, segundo levantamento da Paraná Pesquisas. A diferença para os outros governadores cotados, no entanto, é que Ratinho já admite que pode ser candidato ao Planalto em 2026, se “tiver condições” e “for a pessoa escolhida”. Para ele, por ser governador de um “Estado protagonista” é natural que seu nome possa “estar no tabuleiro”, citando outros nomes que compõem o rol de novas lideranças: Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e Eduardo Leite (PSDB-RS). Eduardo Leite Considerado o candidato mais ao centro entre os quatros governadores, Eduardo Leite é a principal aposta da chamada “terceira via” para a política brasileira. Nem tão à esquerda de Lula nem tão à direita de Bolsonaro: “O caminho é para frente”, dizem os entusiastas da candidatura alternativa. Bem cotado entre os políticos de Centro, o tucano não esconde o interesse pelo cargo de presidente e chegou, inclusive, a disputar as prévias do PSDB com outros três candidatos, em uma eleição interna para definir quem seria o candidato do partido ao Planalto. O vencedor foi João Doria, então governador de São Paulo, mas o fraco desempenho nas pesquisas eleitorais levou o partido a desistir da candidatura própria pela primeira vez desde a redemocratização. Mesmo assim, o afinco da terceira via pelo nome de Leite era tanto que o político gaúcho chegou a ser sondado por uma ala do próprio PSDB e por outras legendas, como o PSD de Kassab, para sair como cabeça de chapa. Por fim, o Eduardo decidiu continuar no PSDB , sendo reeleito ao governo do Rio Grande do Sul, com 57% dos votos, e assumindo a presidência nacional da sigla. Ainda assim, o gaúcho não esconde a disposição em concorrer à Presidência. Desta vez, no entanto, ele afirma que não quer saber de “divisão” e mira união com Zema e Tarcísio para 2026. Embora tenha declarado apoio a Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 e recebido apoio petista no segundo turno de 2022, o tucano segue com a ideia de candidatura alternativa, em um movimento que busca reerguer a legenda e retomar espaço político frente ao bolsonarismo. “[A eleição de] 2026 não é um projeto pessoal, estarei do lado do caminho que apontar para fora do PT e para fora do Bolsonaro”, afirmou. 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  • Deputado do PL quer ouvir Janja na CPMI do 8 de Janeiro

    O deputado federal André Fernandes (PL-CE) quer convocar a primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, para a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. No requerimento apresentado ao colegiado, o parlamentar do PL, investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto incitamento aos atos violentos na capital federal, cita uma reportagem, segundo a qual Janja teria orientado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a rejeitar o conselho do ministro da Defesa, José Múcio, que autorizaria o Exército a atuar via Garantia de Lei e da Ordem (GLO). “No tocante a Sra. Rosângela Lula da Silva – Janja, esta, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em contato com o ministro da Defesa José Múcio no exato momento da invasão às sedes dos três poderes no dia 08 de janeiro, discordou de possível decisão que poderia ser tomada pelo titular da pasta para contenção dos atos”, escreve o parlamentar, que reproduz trecho da publicação que afirma que a primeira-dama “discordou do ministro da Defesa, José Múcio, e foi contra a possibilidade de o Exército atuar via GIO (Garantia da Lei e da Ordem) na contenção dos golpistas que depredaram as sedes dos três Poderes em Brasília, no dia 8 de janeiro”. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Dallagnol retorna ao Brasil: ‘Para a tristeza da esquerda’

    O ex-deputado federal Deltan Dallagnol retornou ao Brasil e provocou adversários em suas redes sociais. Cassado por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ex-procurador da Operação Lava Jato viajou aos Estados Unidos no dia 18 de junho e voltou ao país no sábado, 24, segundo compartilhou em seu perfil no Twitter. “Na volta ao Brasil, fiquei surpreso: Não tinha ninguém da ‘esquerda democrática’ pra me prender no aeroporto por meu grande crime: prender seus corruptos de estimação”, escreveu. Dallagnol havia viajado para participar de um evento acadêmico da Acton University. “Eu não fugi, não, do Brasil por dois motivos. O primeiro motivo é óbvio: para fugir, eu teria que estar sendo procurado pela Justiça pela prática de crimes, no meu caso não tem nada disso. Agora, o segundo motivo é o mais importante: jamais vou desistir do Brasil”, disse em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Com Judiciário em evidência, Brasília terá semana decisiva para futuro de Bolsonaro

    A semana em Brasília terá como tema central a continuidade do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível. De autoria do ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT), a ação em julgamento analisa a conduta do ex-chefe do executivo em reunião com embaixadores, realizada em julho do ano passado, na qual ele criticou as urnas eletrônicas. Bolsonaro é acusado de uso indevido dos meios de comunicação e abuso do poder político. Como o site da Jovem Pan mostrou, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet Branco já leu o parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) a favor da inelegibilidade do ex-presidente, entendendo que o discurso de Bolsonaro aos embaixadores atacou as instituições eleitorais, com desvio de finalidade. “A reunião foi realizada para que a comunidade internacional e os cidadãos fossem expostos a alegações inverídicas, agrupadas para afetar a confiança no sistema eleitoral. Dadas essas circunstâncias, não dá para aceitar a alegação que o presidente estaria fazendo uso da liberdade de expressão”, afirmou Paulo Gonet. O julgamento está marcado para ser retomado na próxima terça-feira, 27, a partir das 19h. Se confirmado o entendimento do MPE, o ex-presidente estará impedido de disputar as eleições por 8 anos, o que deve tirá-lo do pleito de 2026. Em uma semana com destaque do Judiciário, o plenário do Supremo Tribunal Federal dará continuidade ao julgamento do juiz das garantias, que iniciou na quarta-feira, 14. Após três anos de suspensão da eficácia das regras do Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019), por decisão cautelar tomada pelo ministro Luiz Fux, em 22 de janeiro de 2020, o plenário retomou o julgamento do caso com a análise da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6298, de autoria da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que questiona o dispositivo que introduz a figura do “juiz das garantias” no Código de Processo Penal. A estimativa é que o julgamento seja retomado na próxima quarta-feira, 28, com a continuidade do voto de Fux, que já adiantou ao colegiado que, sem estudos aprofundados, não é possível impor ao Poder Judiciário uma lei com tantas implicações no sistema criminal. A pauta da Corte traz ainda outros processos remanescentes, como a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) por difamação, injúria e coação e o recurso com repercussão geral sobre a descriminalização do porte de droga para consumo próprio. Há também a análise do recurso extraordinário, de repercussão geral, sobre a descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. Na Câmara dos Deputados, um dos destaques será a sessão da CPMI do 8 de Janeiro na segunda-feira, 26. O colegiado vai ouvir o depoimento Jorge Eduardo Naime, ex-chefe do Departamento Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal. No dia seguinte, a comissão terá uma segunda oitiva, desta vez de Jean Lawand Junior, Coronel do Exército, que aparece em troca de mensagens com o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, discutindo a possibilidade de um golpe de Estado no Brasil. Também na terça-feira, 27, a CPI das Apostas prepara audiência pública com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. O objetivo é discutir “legalidade, tributação e regulação das apostas esportivas”. Já na quarta-feira, 28, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado fará audiência pública sobre presos no 8 de Janeiro com a presença do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e do ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Sílvio de Almeida. No âmbito do Executivo, a semana também pode reservar a substituição da ministra Daniela Carneiro (União Brasil-RJ) no Ministério do Turismo. A saída da deputada federal licenciada já é dada como certa devido à pressão de membros do União Brasil para a substituição de Carneiro pelo deputado federal Celso Sabino (União Brasil-PA). Na próxima semana, a agenda econômica contará com a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) — considerado a prévia da inflação oficial do país — na terça-feira, 27. Na quarta-feira, 28, serão divulgados os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

  • Ministra do Turismo alerta para o cuidado com pessoas tóxicas diante dos pedidos de renúncia

    A ministra do Turismo, Daniela Carneiro, usou as redes sociais para dizer que é preciso ter “cuidado com o mal que se veste bem” e fez críticas a pessoas que considera “tóxicas, ingratas e negativas”. Sem mencionar nomes, Daniela comentou que “uma hora ou outra” se encontra com a maldade. “Não tem jeito. Uma hora ou outra você se encontra com a maldade. Pessoas tóxicas, ingratas, negativas. Alguns vão se disfarçar de bondosos, cuidado. Às vezes o mal se veste bem para ser mais mal ainda”, comentou em um vídeo publicado nas redes. Daniela Carneiro virou alvo do União Brasil desde que solicitou a desfiliação do partido em abril. O pedido é um dos motivos apontados por deputados da sigla para que ela deixe o comando do Ministério do Turismo. Apesar de negar a pressão sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a troca na pasta, o União Brasil já indicou até o substituto da ministra: o deputado federal Celso Sabino. A expectativa do Palácio do Planalto é de que Daniela Carneiro peça demissão do cargo. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui

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