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  • Especialistas em educação têm opiniões divergentes sobre a lei federal que proíbe o uso de celular em sala de aula

    Reprodução O projeto de lei que limita o uso de celulares em escolas públicas e privadas de todo o país, desde a educação infantil até o ensino médio, foi sancionado pelo presidente Lula (PT) no último dia 13. Embora a medida seja definitiva, faltando apenas sua regulamentação, não há consenso entre profissionais da educação, alunos e professores sobre o assunto. Vanessa Portugal, diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte, destacou que, embora exista um acordo sobre a necessidade de controlar ou educar os alunos quanto ao uso de celulares, a proibição em si não é vista como uma solução ideal. "Alguns profissionais acreditam que a proibição é a única forma de controle, mas o maior desafio será lidar diretamente com as dificuldades e insatisfações que isso pode gerar", afirmou. O psicólogo e orientador educacional Marcos Henrique alerta que a decisão pode causar agitação emocional nos alunos. "O celular não é apenas uma ferramenta de comunicação, mas também proporciona conforto e segurança emocional. Muitos estudantes se sentem dependentes do aparelho para se conectar socialmente ou até mesmo para aliviar tédio e ansiedade", explicou. Renan Ferreirinha (PSD-RJ), relator do projeto na Câmara, defendeu que a proposta não condena o uso de tecnologia na educação, mas enfatiza que ele deve ser "consciente e responsável, com um propósito pedagógico e orientado". Para Marcos Henrique, uma proibição repentina pode resultar em irritabilidade, aumento do estresse e até sintomas de abstinência digital, como inquietação e dificuldade de concentração. Paulo Leite, superintendente do Sindicato das Escolas Particulares, observa que o uso excessivo de celulares nas escolas tem sido motivo de preocupação, e muitas instituições têm adotado a limitação do uso. "A escola deve ser um ambiente de interação social, onde os alunos aprendem a se relacionar e a desenvolver sua capacidade de comunicação", disse. A estudante Ana Júlia Barros, de 18 anos, considera a lei absurda. "O celular ajuda muito, por exemplo, para abrir PDFs e tirar fotos do quadro quando não há tempo de copiar. E por que não pode usar no recreio? Não é um momento para relaxar?", questiona. Sua mãe, Valéria Barros Freitas, professora da rede particular, vê a medida com bons olhos, embora ache extremo proibir o uso até nos intervalos. "Já perdi as contas de quantas vezes precisei disputar a atenção dos alunos com o celular", comentou. Para o psicólogo Marcos Henrique, a aceitação da medida pode ser facilitada com um diálogo claro sobre seus benefícios. "Se os jovens compreenderem os benefícios da proibição, como o aumento da concentração e o incentivo a interações saudáveis, essa mudança será mais bem recebida", sugeriu. A doutora em psicologia pela USP, Karen Scavacini, vê a proibição dos celulares como uma oportunidade para melhorar a interação social dos alunos. "Eles terão mais tempo para interagir uns com os outros, praticar brincadeiras e interações offline. Isso pode resultar em maior concentração e melhor retenção do conteúdo, uma vez que os professores não terão que competir com os smartphones pela atenção dos alunos", concluiu. Fonte: O tempo

  • Governo de Minas lança ações imediatas para mitigar impactos das chuvas no Estado

    Divulgação O Governo de Minas apresentou nesta quarta-feira (15/1), em Belo Horizonte, uma série de ações emergenciais para mitigar os impactos do período chuvoso em todo o estado. Entre as medidas anunciadas pelo governador Romeu Zema estão duas novas linhas de crédito criadas pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Uma das linhas, no valor de R$ 50 milhões, será destinada a micro e pequenos empresários prejudicados pelas chuvas, com taxa de juros de 0,9% ao mês. A outra linha é voltada à construção de habitações populares, com o objetivo de realocar famílias que vivem em áreas de risco. “Nosso objetivo é que o trabalho seja feito com todo critério e cuidado para garantir a segurança dos mineiros, e que as cidades consigam retomar a economia e atender às demandas sociais. Algumas empresas perderam totalmente seus estoques devido à água ou lama. Estamos atuando para que essas empresas não tenham sua continuidade prejudicada”, afirmou Zema. Apoio às prefeituras e obras de infraestruturaAlém do crédito, o BDMG Solidário continua oferecendo financiamentos acessíveis e rápidos para municípios em estado de emergência ou calamidade pública, viabilizando obras de pavimentação, drenagem e reformas em prédios públicos. O Governo de Minas também anunciou a distribuição de vigas, bueiros e mata-burros para atender demandas emergenciais dos municípios, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra). Assistência social e recuperação ruralPara reforçar a atuação das prefeituras, foi antecipado o Piso Mineiro de Assistência Social para municípios que decretaram emergência. Segundo Zema, a medida visa fortalecer o atendimento social e garantir eficiência nas ações locais. Outra frente de atuação destacada foi a recuperação de estradas rurais danificadas pelas chuvas. Na região de Ipatinga, 165 detentos estão auxiliando na remoção de entulho e limpeza de vias públicas. Mobilização humanitária e prevençãoDesde o início do período chuvoso, o Gabinete Militar do Governador e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil têm mobilizado equipes técnicas para vistoriar áreas de risco e apoiar municípios. Ações de urbanização, drenagem e segurança de encostas estão sendo conduzidas para prevenir danos futuros. Em Ipatinga e Santana do Paraíso, regiões severamente afetadas, engenheiros voluntários do Crea-MG estão reforçando as vistorias de imóveis atingidos por enchentes e deslizamentos, garantindo a segurança da população. “Há um foco maior em Ipatinga devido ao impacto significativo. Mas, temos equipes permanentes em todas as regionais da Defesa Civil para realizar ações preventivas e de atendimento emergencial”, destacou o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Paulo Roberto Rezende. Fonte: Agência Minas

  • Micro e pequenas empresas impulsionam empregos em Minas Gerais com 68,7% do saldo

    As Micro e Pequenas Empresas (MPEs) mantiveram um papel de destaque na geração de empregos em Minas Gerais em 2024. Até novembro, elas foram responsáveis por 68,7% do saldo de novos postos de trabalho no estado, o que equivale a 142.653 oportunidades para os mineiros. O setor de serviços foi o principal motor desse crescimento, com um saldo positivo de 71.625 vagas no acumulado do ano. Na sequência, destacaram-se os setores de comércio (25.380 vagas), indústria de transformação (22.346) e construção civil (17.749). Minas Gerais ocupa a segunda posição nacional em geração de empregos pelas MPEs, atrás apenas de São Paulo, que alcançou 380.365 novas vagas no período. Apesar disso, a participação das MPEs mineiras no total de vagas geradas é mais expressiva (68,7%) do que no estado paulista (58,7%). Somente em novembro de 2024, as MPEs criaram 2.054 vagas em Minas, enquanto médias e grandes empresas (MGEs) registraram um saldo negativo de 944 postos de trabalho. O levantamento foi realizado pela plataforma Inteligência do Sebrae Minas, utilizando dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, os números refletem políticas consistentes. “O atual lugar de destaque ocupado pelas micro e pequenas empresas mineiras na geração de empregos é resultado das ações realizadas no Estado desde 2019, que garantem um cenário menos burocrático e mais encorajador para se empreender em Minas”, afirmou. Desempenho por setorEm novembro, o setor de comércio liderou com a criação de 5.777 vagas, enquanto o setor de serviços ficou em segundo lugar, com 3.060. Por outro lado, a construção civil registrou um saldo negativo de 3.724 postos, acompanhada pela agropecuária (-2.808), indústria de transformação (-153) e extrativa mineral (-98). Bárbara Castro, analista do Sebrae Minas, atribui o desempenho do comércio às contratações temporárias para o fim do ano. “No setor de construção civil, o cenário segue incerto por conta dos juros elevados. Já no agro, fatores como sazonalidade entre safras e condições climáticas, como a seca prolongada, influenciam negativamente”, explicou. Região Central lidera no estadoAs MPEs da região Central foram responsáveis por 53.460 novas vagas em 2024, seguidas pelo Triângulo Mineiro (16.232) e Sul de Minas (16.093). Em novembro, a liderança regional também ficou com a região Central, com 1.158 novos postos, seguida por Jequitinhonha e Mucuri (765) e Norte (596). Fonte: Agência Minas

  • Jornal Gazeta de Varginha Edição 11.616

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  • Unimed Varginha completa 52 anos de história e compromisso com a saúde

    No dia 15 de janeiro de 2025, a Unimed Varginha celebrou 52 anos de uma trajetória marcada por dedicação, qualidade e excelência no atendimento à saúde. Desde sua fundação, a cooperativa médica tem se consolidado como um dos principais pilares da saúde suplementar na região, oferecendo aos seus beneficiários acesso a um serviço de saúde humanizado e de qualidade. A Unimed Varginha, que iniciou suas atividades com um número reduzido de médicos cooperados e um pequeno quadro de beneficiários, hoje conta com uma estrutura robusta e um portfólio de serviços que inclui atendimento em diversas especialidades médicas, além de hospital e centro de diagnóstico próprios. O crescimento da cooperativa ao longo dessas cinco décadas reflete o compromisso constante com a melhoria dos serviços prestados e com a promoção da saúde. “A Unimed Varginha tem como propósito cuidar das pessoas com responsabilidade e excelência. Ao longo desses 52 anos, nos dedicamos para que a saúde de nossos beneficiários fosse cada vez mais segura, eficiente e acessível. Este aniversário é a celebração de nossa história, mas também é um marco para o futuro, com a contínua busca pela inovação e pela satisfação dos nossos clientes”, afirma doutor Paulo Roberto Magalhães Swerts, diretor presidente da Unimed Varginha. Entre os principais diferenciais da Unimed Varginha estão o atendimento em sua rede de cuidados próprios, a ampla rede de médicos cooperados e profissionais de saúde altamente qualificados e a constante evolução no uso de tecnologias para garantir um atendimento eficaz e de qualidade. A cooperativa também se destaca pela promoção de ações preventivas e de conscientização para a saúde, com programas e campanhas voltados à qualidade de vida de seus beneficiários. Além disso, a Unimed Varginha tem se firmado como um importante agente de desenvolvimento local, gerando empregos e contribuindo para o crescimento econômico da cidade e da região. Sobre a Unimed Varginha A Unimed Varginha é uma cooperativa de médicos que presta serviços de saúde em Varginha e região, com o objetivo de proporcionar aos seus beneficiários um atendimento humanizado, de qualidade e com acesso a uma ampla rede de profissionais e unidades de saúde. Com 52 anos de história, a cooperativa hoje possuí mais de 55 mil beneficiários e conta com uma equipe composta por 319 médicos cooperados e 658 colaboradores, todos comprometidos com a entrega de um atendimento humanizado e de qualidade.

  • Presidente da Coreia do Sul, é preso após tentativa de golpe

    Reprodução O presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, afastado do cargo pelo Parlamento depois de um processo de impeachment, foi preso nesta terça-feira (14), manhã de quarta (15) no horário local, no âmbito do inquérito que investiga se ele cometeu insurreição ao decretar lei marcial e suspender os direitos políticos do país em uma tentativa de autogolpe em dezembro. Essa foi a segunda tentativa da polícia de executar o mandado de prisão autorizado pela Justiça sul-coreana contra Yoon. Assim como aconteceu no último dia 3, apoiadores do político tentaram barrar a entrada das forças de segurança à residência oficial do presidente, e a guarda presidencial chegou a erguer barricadas com veículos nas ruas próximas ao imóvel. Antes da prisão, um assessor de Yoon havia dito que o presidente prestaria depoimento voluntariamente se a polícia deixasse sua residência oficial primeiro. Logo em seguida, porém, a imprensa do país noticiou sua prisão, e as autoridades confirmaram o desfecho do impasse, que durou horas. A justificativa para a ordem de prisão é a recusa de Yoon de prestar depoimento e colaborar com a investigação -o presidente faltou diversas vezes a interrogatórios, tanto no caso criminal quanto no julgamento do Tribunal Constitucional que avalia o impeachment aprovado pelo Parlamento. O crime de insurreição é um dos poucos contra os quais um presidente sul-coreano não tem imunidade. O caso pode resultar em uma sentença de prisão perpétua ou mesmo pena de morte, embora o país não execute ninguém desde 1997. Ainda que esteja afastado do cargo, Yoon tecnicamente ainda é presidente da Coreia do Sul até que o Tribunal Constitucional, órgão judicial máximo do país, decida se chancela ou anula a decisão da Assembleia Nacional -por isso, ele ainda mora na residência oficial e tem uma equipe de segurança ao seu dispor. Imagens da televisão sul-coreana antes da prisão mostravam policiais tentando afastar uma multidão de apoiadores e acessar o imóvel pela porta da frente e pelos fundos. Yoon não deixava a residência oficial há semanas e se cercou de seguranças. A defesa do presidente afastado dizia que a ordem de prisão é ilegal e que teria o objetivo de humilhá-lo politicamente. Entre os apoiadores que obstruíram o trabalho dos policiais estão parlamentares do partido de Yoon e seus próprios advogados de defesa. No último dia 3, a polícia e autoridades que investigam o caso tentaram prender Yoon, sem sucesso. Após um tenso impasse de seis horas de duração, os agentes desistiram de cumprir o mandado devido à resistência dos guardas presidenciais. No último dia 7, a Justiça emitiu uma nova ordem de prisão. Ao avançar contra a residência, as autoridades avisaram aos apoiadores de Yoon reunidos em frente à residência oficial que resistir à polícia poderia resultar em prisões e acusações, mas eles continuaram gritando palavras de ordem e exibindo cartazes. A maioria das mensagens fazia referência à teoria da conspiração disseminada pelo presidente de que as eleições de 2024, na qual o partido governista virou minoria na Assembleia Nacional, foram fraudadas -não há qualquer evidência nesse sentido. Ainda assim, a suposta fraude foi uma das razões utilizadas por Yoon para justificar a tentativa de autogolpe em dezembro passado, quando o presidente tentou utilizar as Forças Armadas para fechar o Parlamento e deu início à mais grave crise política do país asiático em décadas. Nesta terça, Yoon faltou pela segunda vez a uma audiência do Tribunal Constitucional que julga seu impeachment. Os advogados do presidente afirmam que as tentativas do gabinete anticorrupção de prendê-lo o impedem de se defender no caso que determina se ele será removido do cargo. A próxima audiência do caso está marcada para quinta-feira (16). O chefe interino da Justiça, Moon Hyung-bae, afirmou que, se Yoon também não comparecer a ela, o processo seguirá com seus advogados o representando. O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul tem 180 dias para decidir se remove Yoon do cargo ou se restaura seus poderes presidenciais. Fonte: O Tempo.

  • Exportações de MG alcançam recorde de US$ 41,8 bilhões em 2024

    Reprodução As exportações de Minas Gerais bateram recorde em 2024, somando US$ 41,8 bilhões. O valor é o mais alto desde 2011, quando o Estado registrou o pico de vendas ao exterior. Os dados foram apresentados pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) nesta terça-feira (14). A negociação de produtos com outros países em 2024 teve um aumento de 4,1% em relação a 2023. O resultado, segundo a Fiemg, consolidou Minas Gerais como um dos líderes do comércio exterior brasileiro, respondendo por mais de 12% das exportações totais do país no ano passado. Entre os produtos mais exportados por Minas estão minério de ferro (29,95%), café (18,7%), soja (6,99%), açúcar (5,67%) e ferroligas (5,40%), que juntos somaram quase US$30 bilhões. E os principais destinos são China (36,61%), Estados Unidos (11,01%), Alemanha (3,81%), Argentina (3,67%) e Holanda (3,24%). Esse desempenho do Estado acompanha uma tendência verificada nos últimos cinco anos (2019 a 2024), quando o volume das exportações de Minas Gerais apresentou um crescimento contínuo, acompanhando a tendência nacional tanto em quantidade quanto em valor. Além disso, a alta do dólar também impacta positivamente no crescimento do valor das exportações. E a expectativa para 2025 é positiva, reflexo tanto da valorização do câmbio quanto da conjuntura internacional, de acordo com a analista de Negócios Internacionais da Fiemg, Verônica Winter. “China, Estados Unidos, Alemanha e Argentina continuam como principais parceiros comerciais de Minas Gerais. A expectativa é de que as relações comerciais continuem crescentes com esses países, considerando o cenário das relações econômicas e políticas internacionais como a posse do novo presidente americano e o avanço das negociações no âmbito do acordo Mercosul - União Europeia”, avaliou. De acordo com a especialista, há alguns desafios que podem impactar as exportações mineiras ao longo do ano. “Um deles é em relação ao impacto do setor de metalurgia mineiro que vem sendo drasticamente afetado pelo aço importado da China, que vem crescendo nos últimos anos”, destacou. Entre os municípios mineiros que mais contribuíram para o desempenho das exportações mineiras no último ano estão Araxá, que se destaca pela exportação de ferro-ligas, Nova Lima, que se destaca pela exportação de minério de ferro e ouro, e Conceição do Mato Dentro, também com minério de ferro. Assim como aumentaram as exportações, as importações mineiras também cresceram no ano passado, atingindo o montante de US$16,9 bilhões (aumento de 9,73% em relação ao ano anterior). Ainda assim, o saldo da balança comercial mineira cresceu e fechou o ano com o valor de US$ 24,9 bilhões, o maior dos últimos três anos . Entre os principais produtos importados pelo Estado estão carros (5,84%), caminhões (3,27%) e hulhas e briquetes de carvão (3,24%) utilizados pela indústria siderúrgica. E a maioria dos produtos importados por Minas Gerais vem da China (25,74%), Estados Unidos (11,78%) e Argentina (9,23%). Outro destaque foi o aumento significativo na entrada de sangue, soros e vacinas para fins terapêuticos, possivelmente impulsionado pela instalação de centros de distribuição de multinacionais farmacêuticas na região de Extrema, no Sul do Estado. “Esse movimento tem o potencial de destacar Minas Gerais como um polo estratégico para atrair investimentos internacionais no setor farmacêutico nos próximos anos”, complementou a analista. Ainda segundo ela, as importações mineiras em 2024 cresceram mais em valor do que em volume, resultado da valorização do dólar frente ao real. “Embora o volume das importações tenha se mantido estável, houve um aumento significativo no valor dos produtos importados”, explicou. Nesse sentido, Verônica reforça que essa valorização do câmbio pode impactar negativamente as importações em 2025. “Em relação à taxa de câmbio temos uma expectativa de que o real se mantenha desvalorizado diante do dólar, o que inicialmente favorece as exportações, no entanto, apresenta-se também como um ponto de atenção em relação às importações de máquinas e insumos para a produção industrial”, finalizou. Fonte: O Tempo.

  • Clássico entre Itambé Minas e Sada Cruzeiro marca embate entre times de melhor campanha da Superliga

    Reprodução A quarta-feira (15) será marcada por um dos maiores clássicos do voleibol nacional. Logo mais, às 21h, Itambé Minas e Sada Cruzeiro se enfrentam em jogo válido pela segunda rodada do returno da Superliga Masculina 2024/25, na Arena UniBH, em Belo Horizonte. Esse será o duelo entre os clubes de melhor campanha no campeonato. O Minas soma 29 pontos, com 10 vitórias e duas derrotas. Já o Sada Cruzeiro, líder da competição, tem 32 pontos, 11 vitórias e uma derrota. Para o jogo, o técnico do Minas, Guilherme Novaes, terá os desfalques de duas peças importantes do time: o ponteiro Paulo, que se recupera de uma entorse no tornozelo direito, e o oposto Abouba, que sofreu um estiramento no adutor da perna esquerda. O técnico, inclusive, destacou a qualidade de sua equipe, mesmo com as baixas. “Apesar dos desfalques, estamos trabalhando forte e adaptando diversas situações para nos prepararmos da melhor forma possível. Sabemos da qualidade da equipe do Cruzeiro, principalmente no saque e no ataque, então precisamos minimizar os erros e pressioná-los durante todo o jogo. Temos um grupo muito unido e corajoso, e vamos em busca do resultado positivo”, disse Guilherme Novaes. Já o comandante do Sada Cruzeiro, Filipe Ferraz, segue com o desfalque do central Cledenilson, que rompeu o tendão de aquiles contra o Suzano, ainda no primeiro turno. Sobre o confronto com o Minas, Filipe ressaltou a importância deste clássico e elogiou a força do adversário. “É sempre um jogo especial. Um clássico cheio de rivalidade e qualidade técnica. O Itambé Minas tem um grande time e é muito bem comandado pelo Guilherme Novaes, que é um excelente treinador. Tenho certeza de que será um grande jogo, disputado ponto a ponto, e nosso time vai precisar manter o foco e a intensidade durante toda a partida. Estamos preparados para dar o nosso melhor e proporcionar um grande espetáculo para os torcedores”, destacou o treinador do Sada Cruzeiro. No primeiro turno da Superliga, o Sada Cruzeiro venceu o Minas por 3 sets a 2, em um jogo bastante equilibrado. No mesmo mês, a Raposa venceu o adversário por 3 sets a 1 na final do Campeonato Mineiro. Vale ressaltar que a partida de logo mais terá transmissão do SporTV, TV Rede Minas e VBTV.

  • Megaoperação no Rio para prender 14 criminosos do CV

    Reprodução As polícias Civil e Militar estão empenhadas em desarticular o núcleo financeiro do Comando Vermelho, uma das facções criminosas mais poderosas do Rio de Janeiro, no Complexo do Alemão, na Zona Norte da capital fluminense. As forças de segurança, como parte da Operação Torniquete, realizaram nesta quarta-feira (15) uma série de ações, com o cumprimento de 14 mandados de prisão em diversos pontos da comunidade e outras áreas do Rio de Janeiro. Até o momento, seis pessoas foram presas. ““Nesta fase da operação, o foco está em desestruturar a operação financeira da facção, visando principalmente os familiares e os operadores responsáveis pela gestão do fundo financeiro conhecido como "Caixinha do CV". Este esquema envolve a movimentação de grandes quantias de dinheiro oriundas de atividades criminosas relacionadas ao tráfico de drogas, extorsões, roubos e outros crimes.““As investigações, conduzidas pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), revelaram um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, no qual milhões de reais foram movimentados de forma ilícita, com o objetivo de financiar a expansão das atividades da facção e fortalecer sua estrutura criminosa. De acordo com os dados obtidos pelas autoridades, a facção utilizou mais de 4.888 operações financeiras para ocultar valores provenientes de crimes, totalizando mais de R$ 21,5 milhões. ““Moradores das comunidades afetadas têm relatado intensas trocas de tiros e barricadas sendo montadas pelos criminosos para dificultar o avanço das equipes de segurança, que enfrentam resistência tanto dentro quanto fora da favela, demonstrando a violência com a qual a facção tenta proteger seus interesses e operações. Esses episódios de confronto acontecem com frequência durante as ações das forças de segurança no Complexo do Alemão, uma área com um alto índice de violência e domínio do tráfico de drogas.““Os alvos da operação foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO), e estão sendo investigados por crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, ambos relacionados ao tráfico de drogas. Além disso, os membros da facção são acusados de utilizar o esquema de lavagem para ocultar seus lucros ilícitos e reinvestir esses recursos em novas atividades criminosas, perpetuando o ciclo de violência e expansão da facção.““O cumprimento dos mandados judiciais, que estão sendo executados também em outros estados como a Bahia e a Paraíba, foi autorizado pela 1ª Vara Criminal Especializada do Rio de Janeiro. A operação tem como principal objetivo asfixiar financeiramente as facções criminosas, dificultando o financiamento de suas atividades criminosas, que incluem o tráfico de drogas, roubos e furtos de veículos e cargas, além da disputa de territórios controlados pela organização. ““A segunda fase da Operação Torniquete, que começou em setembro de 2024, já resultou na prisão de mais de 300 pessoas envolvidas com facções criminosas no Rio de Janeiro. A operação busca atingir a estrutura financeira das organizações, impedindo que seus recursos sejam usados para ampliar a violência e o poder dessas facções. Ao enfraquecer a base econômica das facções, as autoridades esperam reduzir o impacto dessas organizações na vida dos cidadãos, principalmente nas comunidades que são diretamente afetadas pela presença dessas facções.““O sistema de arrecadação de recursos, conhecido como "Caixinha do CV", funciona por meio do pagamento de taxas mensais por líderes de pontos de venda de drogas nas comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. Esses pagamentos são feitos para garantir acesso a fornecedores de entorpecentes, apoio logístico, além de apoio bélico para manter o controle territorial e assegurar o funcionamento do tráfico. Em troca, os responsáveis pelas "bocas de fumo" recebem suporte para continuar suas operações de tráfico e proteção contra possíveis investidas policiais. ““O Ministério Público revelou que os valores arrecadados com esse esquema de cobrança são utilizados para financiar a compra de drogas, armamentos, expandir as áreas de atuação da facção, pagar propinas a policiais e outros envolvidos no esquema, oferecer assistência aos membros da facção presos, além de financiar crimes como extorsões e roubos de cargas e veículos. A operação busca desmantelar esse sistema de financiamento e reduzir o poder da facção na região, interrompendo suas fontes de receita e enfraquecendo sua estrutura criminosa. ““Com a continuidade das investigações e o cumprimento das ordens judiciais, as autoridades esperam não apenas desarticular o núcleo financeiro do Comando Vermelho, mas também interromper o ciclo de violência e impunidade que há anos afeta a sociedade fluminense. A Operação Torniquete tem demonstrado ser um esforço significativo para combater o poder das facções e reduzir os impactos de suas atividades criminosas na vida das pessoas. Fonte: CNN.

  • Professora condenada por estupro de vulnerável contra aluna

    Reprodução O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) condenou uma professora da rede pública por estupro de vulnerável e pelo fornecimento de bebidas alcoólicas a duas menores de idade. Somadas, as penas chegam a 32 anos e 3 meses de prisão. o Caso foi divulgado pelo tribunal nesta segunda-feira (13/01). Segundo a acusação, a professora cometeu diversos atos libidinosos contra uma de suas alunas. O Ministério Público afirma que os abusos aconteceram no banheiro e na biblioteca da escola em que a ré trabalhava. Como a vítima era menor de 14 anos, crime é considerado estupro de vulnerável. Em outra ocasião, a mulher ofereceu bebidas alcoólicas a duas estudantes da mesma escola, ambas menores de 18 anos. O Crime está previsto no artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Duas vítimas relataram que a professora se aproximava e ganhava a intimidade dos alunos. Uma delas mencionou que, por meio de um aplicativo de mensagens, a mulher pedia para tocar o seu corpo. Outra vítima reportou que a professora confirmou estar em um "relacionamento" com uma das alunas e deu detalhes sobre a intimidade delas. Alunos denunciaram a professora após uma palestra da Polícia Civil na escola. Adolescentes procuraram a policial para relatar situações de abuso sexual praticadas pela ré. Após a formalização da denúncia, as investigações foram iniciadas. Os casos aconteceram entre maio e julho de 2023. "Entendo que a conduta social da acusada deve ser valorada negativamente, eis que se utilizou da profissão e da função pública para se aproximar da vítima e praticar o crime de estupro", disse o juiz Ramiro Baptista Kalil, em decisão. A mulher foi condenada a 28 anos e 9 meses de reclusão por estupro de vulnerável e 3 anos e 6 meses por fornecer bebida alcoólica a menores. Ela também deverá pagar, a título de danos morais, R$ 15 mil de indenização a cada uma das três vítimas. A professora está presa desde setembro de 2023, no Presídio Estadual Feminino de Guaíba. Decisão do TJRS cabe recurso. Sua identidade não foi revelada, portanto a reportagem não conseguiu entrar em contato com sua defesa. O espaço permanece aberto. Fonte: O Tempo.

  • Justiça de SP nega prisão preventiva de PM que matou estudante de medicina

    Repordução A Justiça negou o pedido de prisão do policial militar Guilherme Augusto Macedo, responsável por disparar o tiro que matou o estudante de medicina Marco Aurélio Cárdenas Acosta, 22, em novembro do ano passado em São Paulo. No lugar da prisão, a juíza Luciana Menezes Scorza determinou o comparecimento mensal em juízo, a obrigação de manter endereço atualizado e as proibições de contatar familiares da vítima e testemunhas da acusação por qualquer meio e de deixar a capital por mais de oito dias sem autorização prévia. A juíza também argumenta que Macedo tem bons antecedentes e que não tentou prejudicar ou retardar as investigações. Na sexta-feira (10), foram divulgadas as imagens das câmeras corporais usadas por Macedo, responsável pelo tiro, e por seu companheiro de viatura, Bruno Carvalho do Prado. Os policiais passaram a perseguir o estudante de medicina após ele dar um tapa no retrovisor da viatura em que eles estavam, na avenida Conselheiro Rodrigues Alves, na Vila Mariana, zona sul da capital. O veículo não foi danificado. O estudante, que estava sem camiseta, de calça jeans e chinelos, foi perseguido até o hotel onde estava hospedado com uma garota. Ele foi morto com um tiro na barriga quando estava encurralado em um portão. As imagens mostram o jovem desarmado e sem oferecer resistência. Mesmo baleado, ele foi ameaçado outras vezes pelo policial. Os dois foram indiciados sob suspeita de homicídio, mas a Polícia Civil só havia pedido, com anuência do Ministério Público, a prisão preventiva de Macedo. Em uma entrevista coletiva na casa da família na última quarta-feira (8), a mãe do estudante, Silvia Mónica Cárdenas Prado, 55, criticou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o secretário da Segurança Pública paulista, Guilherme Derrite, pelo que considerou uma falta de controle da Polícia Militar. "Eu quero justiça, eu quero desse miserável do Tarcísio ao menos um pedido de desculpas", disse Silvia Mónica Cárdenas Prado, 55. Ela listou diversos casos de violência policial recentes, como um homem jogado no rio e a morte de uma criança durante uma operação em Santos, no litoral de São Paulo. Já na última segunda-feira (13), Tarcísio afirmou entender as críticas dos pais do estudante de medicina Marco Aurélio Cárdenas Acosta, 22, morto por um policial militar em novembro do ano passado. "Acho que no lugar deles eu estaria procedendo da mesma forma. Existe um desejo de ver justiça, eu acho que essa justiça tem que acontecer e vai acontecer, porque os responsáveis serão apresentados à Justiça, irão a julgamento", disse, durante entrevista no aeroporto de Guarulhos. Médicos do Hospital das Clínicas, os pais do estudante têm pedido reiteradamente a exoneração de Derrite e do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cássio Araújo de Freitas, que apontam como responsáveis diretos pela morte do filho. O casal também já cobrou pedidos de desculpas do governador, que segue sem procurá-los diretamente. Fonte: O Tempo.

  • Waack: Governo usa regulação das redes para embate político

    Reprodução A questão da regulação das redes sociais no Brasil é um tema de grande relevância e impacto social, afetando diretamente a dinâmica política, a liberdade de expressão e as instituições nacionais. Embora a regulação das plataformas digitais seja um assunto com profundas implicações sociais, o governo brasileiro, sob a liderança de figuras como o ministro Haddad, tem tratado a questão sob a ótica de marketing político, focando mais nas disputas eleitorais e no domínio da narrativa política do que no real impacto que uma regulação poderia ter para a sociedade como um todo.““Historicamente, o controle da mídia e a tentativa de estabelecer uma narrativa dominante têm sido temas controversos e até mesmo criticados, com o governo atual adotando uma postura que denuncia um sentimento de inferioridade em relação aos adversários políticos no uso das redes sociais. A alegação do governo é de que as grandes empresas de tecnologia (big techs) se associaram à extrema-direita, o que intensifica a polarização e torna ainda mais difícil o debate sobre a regulação dessas plataformas. O ponto principal aqui é que o governo enxerga a questão da regulação como uma batalha política, relacionada a uma luta por poder e influência eleitoral, em vez de uma medida que visa solucionar problemas sociais, como a disseminação de desinformação ou a violação de privacidade dos usuários.“Esse enfoque político e a polarização que ele alimenta tornam o processo de regulação um desafio ainda maior. A discussão sobre a necessidade e os limites dessa regulação é legítima e precisa ser debatida amplamente no Congresso Nacional, que é a instituição competente para definir essa questão. Contudo, a postura do Executivo e do Supremo Tribunal Federal (STF) tem se mostrado preocupante, pois ambos parecem entender que a regulação é uma questão de sua competência exclusiva, ultrapassando os limites da Constituição e ignorando o processo legislativo adequado. “O impacto das big techs na política global é outra variável importante nesse cenário. O alinhamento dessas empresas com interesses específicos, principalmente com o governo dos Estados Unidos, cria uma nova realidade política e econômica, que exige uma reflexão sobre como os países, incluindo o Brasil, devem lidar com essa dinâmica. No contexto europeu, por exemplo, há um entendimento mais restrito sobre a liberdade de expressão nas redes sociais, em comparação com os Estados Unidos, onde o debate sobre o tema é muito mais amplo e permissivo .““No Brasil, ainda não há consenso sobre a regulação das redes sociais, o que reflete a falta de um diálogo eficaz entre os diversos atores políticos, sociais e jurídicos. O que se observa, na realidade, é uma grande desconfiança por parte da população em relação aos responsáveis por conduzir essa regulação. Muitos veem a regulação como uma ferramenta de controle, e não como uma forma de proteger os direitos dos cidadãos ou garantir a democracia nas plataformas digitais. Em um ambiente de polarização política e desinformação, o marketing político não é a solução para a construção de um consenso sobre o tema. A regulação das redes sociais precisa ser abordada com seriedade, com base em princípios democráticos e respeitando as competências constitucionais. Fonte: CNN.

  • Após crítica de Zema, Pacheco defende Propag: ‘é momento de agradecer’

    Reprodução O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), saiu em defesa do Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados junto à União (Propag), afirmando que, com a sanção do projeto, o momento é de “agradecer” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Autor da proposta, o parlamentar emitiu uma nova nota sobre o tema na noite desta terça-feira (14 de janeiro), após o governador Romeu Zema (Novo) criticar os vetos do projeto, acusando o governo Lula de repassar para os Estados “a conta de sua gastança”. ““No texto, o senador ainda aponta que é necessário “aproveitar a oportunidade” para equacionar um problema histórico das dívidas dos estados com a União. Em Minas, o valor é de cerca de R$ 165 bilhões.““Por meio desse programa, o Governo Federal abre mão de receber juros, permite o alongamento da dívida em 30 anos e aceita receber ativos diversos como pagamento”, lembra Pacheco. “É a chance de conciliar o pagamento efetivo da dívida com os investimentos que o estado precisa em diversas áreas, e sem impor aos servidores públicos os ônus injustos do RRF. Isso é bastante significativo e precisa ser reconhecido”.“Na manhã desta terça-feira, o presidente do Congresso já havia classificado o Propag como “solução efetiva”. Como destacado por Pacheco, o texto tem "eixos muito importantes e preservados”, como no caso da redução dos juros e o alongamento do prazo para pagamento.““O Propag foi sancionado nesta terça-feira (14 de janeiro) pelo presidente Lula. A versão final publicada preserva a federalização de estatais, mas deixa de fora a utilização de um fundo criado pela reforma tributária para abater as dívidas.“Os vetos, entretanto, foram alvo de críticas do governador Zema, que alegou que trarão um prejuízo de R$ 5 bilhões para os cofres públicos do Estado de Minas Gerais entre 2025 e 2026. Fonte: O Tempo.

  • Queimadas no Brasil agravam degelo recorde na Antártica

    Reprodução Um relatório do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) revela o maior declínio da história no gelo marinho nas regiões polares em 2023 e 2024, com áreas de degelo equivalentes a grandes países europeus, o estudo aponta que há influência das queimadas no Brasil para o cenário na Antártica. Para o pesquisador, Rodrigo Goldenberg Barbosa, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), as queimadas no bioma amazônico contribuem para o degelo recorde, tornando o processo um ciclo vicioso. “É como se fosse um grande ciclo, um influencia o outro. O ‘carbono negro’, gerado pelos incêndios, é levado para Antártica pelos ‘rios atmosféricos’, o que diminui a capacidade de refletir o sol, absorvendo ainda mais calor, portanto facilita o degelo”, aponta Barbosa. O estudo alerta para os impactos dessas mudanças climáticas, que já se manifestam em desastres ambientais e desregulação do ciclo hídrico. O projeto Com-ANTAR, que ajuda na comunicação da ciência brasileira no continente gelado, liderado pelo professor Ronaldo Christofoletti, coordenador do relatório, destaca a conexão entre o derretimento das regiões polares com o aquecimento global e os desastres ambientais. “O degelo marinho recorde, assim como o fato de 2024 ser o ano mais quente da história, reforça os alertas sobre os impactos das mudanças climáticas”, diz Christofoletti. O documento, intitulado “O declínio recorde do gelo marinho em 2023-2024: um alerta para o planeta”, apresenta dados alarmantes sobre a redução da cobertura de gelo na Antártica e no Ártico, e as graves consequências para o equilíbrio climático global. Em 2023, a Antártica registrou a menor cobertura de gelo marinho desde o início dos registros, em 1979, já em 2024, a extensão de gelo atingiu a segunda menor marca, com um déficit de 898.000 km² em relação à média histórica, área comparável aos territórios somados da França e Alemanha. No Ártico, a redução da cobertura de gelo em 2024 foi de 1.994.000 km² abaixo da média, superando a área de sete países europeus juntos. Ano mais quente O estudo ressalta que o ano de 2024 foi o mais quente já registrado, superando o recorde anterior de 2023, e que o aquecimento global ultrapassou o limite de 1,5 °C em relação aos níveis pré-industriais, estabelecido pelo Acordo de Paris. A quebra dessa barreira climática é considerada um marco alarmante para os cientistas. O relatório enfatiza a importância do gelo marinho para o equilíbrio dos ecossistemas polares e para o clima global. O gelo fornece habitat essencial para diversas espécies e contribui para o efeito albedo, refletindo a luz solar de volta ao espaço. Fonte: CNN.

  • Bolo envenenado: linha do tempo mostra quem é quem na tragédia familiar rodeada de intrigas no RS

    Reprodução A história do bolo envenenado em Torres, no Rio Grande do Sul, chocou o país ao revelar uma trama familiar, onde Deise Moura dos Anjos é a principal suspeita de uma série de envenenamentos por arsênio. A aparente tranquilidade de uma confraternização familiar foi interrompida por um crime que chocou o país. O que era para ser um encontro festivo na véspera de Natal de 2024, transformou-se em uma tragédia com a ingestão de um bolo envenenado, resultando na morte de três pessoas e deixando outras duas hospitalizadas. Para entender a complexidade deste caso, que envolve mortes suspeitas, relacionamentos familiares conturbados e a possibilidade de outros envenenamentos, a CNN mostra uma linha do tempo detalhada dos eventos e seus principais personagens. Acompanhe a seguir os detalhes dessa história que chocou o Brasil. Em 2020, José Lori da Silveira Moura, pai de Deise, morreu aos 67 anos em Canoas, supostamente por cirrose. A polícia suspeita que Deise o tenha envenenado gradualmente com pequenas doses de arsênio ao longo do tempo e planeja exumar o corpo para confirmar a hipótese. De acordo com a polícia, as investigações mostraram que a suspeita fez a compra de arsênio ao menos duas vezes, entre esse e o próximo evento, por ora, registrado alguns anos depois. Em setembro de 2024, Paulo Luiz dos Anjos morre por uma suposta intoxicação alimentar. Um dia antes, filho e nora haviam visitado Paulo em sua residência. Após a exumação do corpo, o Instituto Geral de Perícia (IGP) identificou que um leite em pó, envenenado com arsênio, foi o que causou a morte do sogro de Deise. Ainda sobre a aquisição do arsênio, os investigadores identificaram duas aquisições entre setembro e dezembro de 2024. Neste período, após a morte do sogro, Deise tenta manipular a família dizendo que a causa da intoxicação poderia ser uma banana que Diego dos Anjos, filho de Paulo e Zeli, havia levado. Com isso, de acordo com a polícia, a suspeita tenta evitar a perícia do corpo. Em 23 de dezembro de 2024, Zeli dos Anjos prepara um bolo para uma confraternização familiar. As investigações indicam que a farinha utilizada no preparo, que estava contaminada com arsênio, poderia ter sido ingerida em outro evento, com as amigas de Zeli, dias antes do café da tarde em família. O evento só não aocnteceu porque algumas pessoas desmarcaram, e as ausências cancelaram o encontro. Seis pessoas da família consomem o bolo envenenado, sendo elas: Zeli, suas irmãs Neuza e Maida, sua sobrinha Tatiana, seu sobrinho-neto Matheus. Apenas Jefferson, marido de Neuza, não foi hospitalizado. Saiba quem são as vítimas do bolo envenenado no Rio Grande do Sul Na madrugada de 24 de dezembro, Neuza e Maida faleceram após ingerirem um bolo com arsênio, enquanto Tatiana, Matheus e Zeli foram hospitalizados em estado grave. Em 25 de dezembro, Tatiana não resistiu e morreu. Matheus e Zeli permaneceram hospitalizados. No mesmo dia, a perícia esteve no imóvel, onde o bolo foi consumido, em uma casa em Arroio do Sal (RS), onde o alimento foi feito. Em 3 de janeiro, Matheus, sobrinho-neto de Zeli, recebe alta do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Torres (RS). Em 5 de janeiro de 2025, Deise Moura dos Anjos foi detida preventivamente por triplo homicídio qualificado e tripla tentativa de homicídio. Em 6 de janeiro, a perícia descartou intoxicação por degradação de alimentos por alta quantidade de arsênio encontrado em amostras, coletadas das vítimas. A investigação policial revelou a presença de arsênio no bolo e na farinha utilizada. A perícia confirmou que a substância tóxica foi adicionada intencionalmente à farinha. Fotos inéditas mostram doce sendo periciado para encontrar arsênio Em 8 de janeiro, a CNN apurou que a polícia exumou o corpo de Paulo Luiz dos Anjos para investigar a causa de sua morte. A perícia confirmou que ele também consumiu arsênio, reforçando a suspeita de que Deise o envenenou. Nos dias seguintes, as investigações passaram a apurar a hipótese de que Deise dos Anjos tenha tentado envenenar outras pessoas do seu convívio. Nessa terça-feira (14), a CNN apurou que a perícia avalia um pastel levado por Deise para sua sogra, Zeli dos Anjos, enquanto ela estava internada. Fonte: CNN.

  • Venezuela denuncia ataques a consulados em cinco países

    Reprodução O governo da Venezuela denunciou no domingo (12) ataques com bombas e pichações a cinco de seus consulados, e pediu “celeridade” às autoridades dos países onde estão as sedes diplomáticas. De acordo com a chancelaria venezuelana, sedes diplomáticas do país em Lisboa, em Portugal, Frankfurt, na Alemanha, Medellín, na Colômbia, Vigo, na Espanha, e San José, na Costa Rica, foram alvos de “agressões”. “Pedimos celeridade nas investigações para encontrar os responsáveis e que seja garantida a integridade de nossas instalações como estabelecido na Convenção de Viena”, diz o texto publicado pelo chanceler Yván Gil. Nas fotos divulgadas por ele, é possível ver uma bandeira venezuelana pichada, pichações e cartazes colados nas fachadas das sedes, além de um foco de incêndio na varanda de um dos edifícios. O consulado venezuelano em Lisboa foi atacado com um artefato explosivo na madrugada de sábado (11), após a posse de Maduro. O ministro das Relações Exteriores português, Paulo Rangel, condenou o ataque e ordenou um “reforço imediato da segurança e a correspondente investigação policial”, segundo comunicado. “É um ato intolerável. A inviolabilidade das missões diplomáticas tem de ser respeitada em todos os casos”, expressou a chancelaria portuguesa. O governo de Nicolás Maduro atribuiu os ataques à oposição, através dos “comanditos”, que eram grupos organizados para a campanha eleitoral. Fonte: CNN.

  • Turistas invadem área restrita em Noronha para tirar fotos e são multados; punição chega a R$ 10 mil

    Reprodução O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, em Fernando de Noronha autuou três turistas no último sábado (11) após elas serem flagradas em uma área de acesso proibido no mirante Dois Irmãos, dentro do parque nacional do arquipélago. As mulheres foram gravadas posando em um precipício, ignorando os avisos de um guia sobre os riscos e proibições de estar ali. O local é restrito devido à possibilidade de deslizamentos de pedras. De acordo com o ICMBio, as infratoras, cujos nomes não foram divulgados, foram identificadas pela Área Temática de Proteção das Unidades de Conservação Federais do arquipélago, e o caso será investigado. As multas para esse tipo de infração variam entre R$ 500 e R$ 10 mil. O acesso ao mirante Dois Irmãos é feito pelo Ponto de Informação e Controle da praia do Sancho, onde a trilha suspensa é equipada com sinalizações claras e mirantes cercados para garantir a segurança dos visitantes. As turistas teriam desrespeitado os limites estabelecidos, expondo-se a sérios riscos, conforme destacou em nota Lilian Hangae, chefe do Núcleo de Gestão Integrada do ICMBio em Fernando de Noronha. Durante a alta temporada, a fiscalização será intensificada, aumentando a presença de monitores e instalando mais placas informativas, ainda segundo o instituto. O órgão também diz apelar à colaboração de moradores e visitantes para reportar atos que violem as normas do parque nacional. A denúncia pode ser feita anonimamente e deve conter informações como nomes, fotos, vídeos ou descrição física dos infratores. Fonte: O Tempo.

  • Webinário AMM e Defesa Civil orientam gestores sobre medidas preventivas e recuperação de áreas afetadas pelas chuvas em Minas

    Auxiliar as administrações municipais neste cenário de adversidade, em que 30 municípios mineiros já decretaram estado de calamidade e emergência em 2025, é o objetivo da parceria entre a Associação Mineira de Municípios (AMM) e a Defesa Civil do Estado de Minas Gerais. Ao longo do ano são organizados eventos e palestras com foco em ações de planejamento e ações emergências no período chuvoso. O presidente da AMM e 1º vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Dr. Marcos Vinicius, reafirmou o compromisso da entidade com a orientação e o apoio aos gestores municipais neste momento crítico: “Estamos ao lado dos municípios mineiros, orientando os gestores sobre as medidas preventivas para a assistência à população e para a recuperação das áreas atingidas”, destacou. O último evento sobre o tema foi um webinário técnico para orientar os gestores sobre as medidas necessárias para a assistência à população e a recuperação das áreas atingidas, que está disponível no canal da AMMTV no Youtube. O evento apresenta orientações claras sobre como proceder com o decreto de estado de calamidade e emergência, bem como os benefícios e recursos disponíveis para os municípios. O vídeo continua disponível para consulta e é uma importante ferramenta para os gestores municipais entenderem os processos e as ações que podem ser adotadas nesse momento de crise. O webinário aborda temas essenciais, como: ·Parâmetros Legais; ·Sistemas S2ID e SDC; ·A atuação da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) no apoio aos municípios; ·Captação de recursos para ações de resposta e recuperação. Com o reconhecimento oficial da situação de anormalidade, os municípios podem solicitar apoio da Defesa Civil Estadual, incluindo materiais de ajuda humanitária, e acessar programas e benefícios disponibilizados pelo Estado. Após a análise e aprovação da documentação pelo Governo Estadual, será publicado um decreto de reconhecimento estadual da situação de emergência. A AMM permanece à disposição para oferecer suporte técnico e estratégico a todos os prefeitos e gestores municipais, reforçando o compromisso com a proteção da população e com a superação dos desafios impostos pelas fortes chuvas em Minas Gerais.

  • Palmeiras: Leila irá processar Dudu, do Cruzeiro

    Reprodução A briga entre Leila Pereira, presidente do Palmeiras, e Dudu, atacante do Cruzeiro, irá para os tribunais. Após o jogador fazer publicações nas redes sociais com ofensas direcionadas à mandatária, ela irá processá-lo. Leila considera inaceitáveis as ofensas de Dudu. Ele utilizou a abreviação “VTNC”, que diz respeito ao xingamento “vai tomar no c*”. O entendimento é que essa conduta seria machista e que não poderia ficar impune. Presidente do Palmeiras, Leila já acionou seus advogados para lidar com o caso de Dudu. Ela avalia que não ofendeu o jogador em suas declarações e que a resposta dele foi desproporcional. Além do xingamento inicial, feito na última segunda-feira (13), Dudu chamou Leila de “falsa” nesta terça (14). A ‘treta’ entre Leila Pereira e Dudu Em entrevista durante a apresentação do novo patrocínio máster do Palmeiras, a presidente criticou a postura do jogador no processo de saída do clube rumo ao Cruzeiro. “O Dudu no meio do ano passado, depois de ter sofrido aquela grave lesão, ficou quase nove meses parado, sendo tratado de uma forma como nós tratamos todos os nossos atletas… ele procurou o Cruzeiro, querendo se transferir para o Cruzeiro. Eu autorizei. O Dudu foi vendido no meio do ano, só não foi formalizado”, disse Leila. “E aí vocês viram tudo aquilo que aconteceu. Foi vendido por um valor relevante para o Palmeiras. Houve o envolvimento de torcida para que ele não fosse, ele não foi. Acabou indo no fim do ano, gerando um prejuízo de milhões para o Palmeiras”, completou à crítica. O atleta de 33 anos, por sua vez, não deixou barato. Pelo Instagram, Dudu rebateu Leila com ofensas e uma foto de seus títulos pelo Palmeiras. “O caminhão estava pesado e mandaram eu sair pelas portas do fundo! Minha história foi gigante e sincera, diferente da sua, senhora Leila Pereira. Me esquece, VTNC”, disparou o camisa 7. A esposa de Dudu também usou as redes sociais para criticar a postura da mandatária palmeirense. Paula Caroline Campos disse admirar a mandatária como mulher, mas destacou que, na sua visão, o problema de Leila com Dudu é “mais do que pessoal”. Fonte: CNN.

  • Primeiro Curso de Pajés reúne povo Tikmũ’ũn para celebrar cultura e espiritualidade indígena

    Entre os dias 10 e 13 de janeiro, a comunidade Tikmũ’ũn-Maxakali se reuniu na Aldeia Vila Nova, localizada na Terra Indígena Maxakali, em Minas Gerais, para o primeiro Curso de Pajés. O evento marcou um momento inédito de celebração e fortalecimento das práticas culturais, espirituais e sociais dos pajés, considerados pilares da tradição indígena. Durante o encontro, líderes espirituais, mulheres, crianças e agentes agroflorestais compartilharam saberes e experiências, reafirmando a profunda conexão do povo Tikmũ’ũn com sua terra, sua história e seus cantos sagrados. De acordo com Rosângela de Tugny, coordenadora-geral do projeto Hãmhi | Terra Viva, o encontro foi um marco histórico. “Com todas essas aldeias e toda essa contingência histórica que isolou os pajés, a oportunidade de se encontrarem nesse momento foi muito importante e intensa. A quantidade de cantos, a força deles, e o fato de reunir todos os pajés para cantar juntos foi algo muito marcante.” Trocas, memórias e cantos pela terra e pelo futuro Os pajés aproveitaram o encontro para destacar a necessidade urgente de "curar a terra" e relembraram figuras históricas que lutaram pela terra, como Cascorado e Capa Onça, lideranças assassinadas por reivindicarem a ampliação do território. A discussão reforçou o protagonismo dos Tikmũ’ũn na construção de projetos que não apenas promovam a sustentabilidade, mas também mantenham vivas as práticas culturais e a autonomia da comunidade. “Os pajés são cuidadores da história, guardam as memórias dos antepassados e estão passando os conhecimentos deles para os jovens, para continuar fortalecendo nosso território. Nós vamos curar a terra”, afirma Isael Maxakali, liderança, pesquisador Doutor pela UFMG, artista e cineasta. Outro momento forte foi a distribuição de sementes crioulas, incluindo sementes de Jerivá, doadas pela Teia dos Povos. Para Rosângela, a doação teve um simbolismo especial: “Houve muita lembrança das sementes dos ancestrais, e os pajés expressaram grande felicidade ao receber as sementes. Foi um momento de renovação e esperança.”, conta.  A vivência no viveiro-escola, chamado de "útero da floresta", também emocionou os participantes. Durante as atividades, grupos de pajés e mulheres cantaram entre as mudas, transformando o espaço em uma verdadeira "caixa acústica". Hãmhi | Terra Viva: uma transformação em curso O Curso de Pajés foi realizado em uma região que já vivencia os resultados positivos do projeto Hãmhi | Terra Viva, idealizado por um grupo de pesquisadores indígenas e não-indígenas, em parceria com o Instituto Opaoká e com o apoio do Ministério Público de Minas Gerais. Em um ano e meio, o projeto recuperou 150 hectares de Mata Atlântica e implementou 60 hectares de quintais agroflorestais, fortalecendo a soberania alimentar e cultural da comunidade. O evento se encerrou com intensas corridas de despedida, cantos e lágrimas, reforçando o entendimento coletivo sobre a importância de fortalecer os pajés e a tradição Tikmũ’ũn. Depoimentos de jovens da Aldeia Verde, que trabalham para manter vivas as práticas espirituais em meio à ausência de pajés mais velhos, reafirmaram o compromisso da nova geração com a continuidade das tradições.

  • Justiça nega pedido da 99 e mantém proibição de carona por moto em SP

    Reprodução Justiça de SP rejeita pedido da 99 e mantém proibição do transporte de passageiros por motos na capital. A Justiça de São Paulo negou o pedido da empresa 99 para revogar a proibição do serviço de caronas em motocicletas na capital paulista. O juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara da Fazenda Pública, determinou nesta quarta-feira (15) que o decreto da Prefeitura permanece em vigor. A empresa havia solicitado, no dia anterior, um mandado de segurança, alegando que a proibição era inconstitucional, uma vez que a Lei Federal da Política Nacional de Mobilidade Urbana prevê os serviços de mototáxi e transporte por aplicativos. No entanto, o juiz baseou sua decisão em um relatório do grupo de trabalho da Prefeitura, que avalia a segurança da modalidade de caronas em motos. O estudo, publicado em julho de 2024, concluiu que o serviço apresenta riscos à saúde pública e segurança, devido ao aumento de acidentes e ao impacto no equilíbrio dos motociclistas. Pimentel também apontou que tanto o Ministério Público quanto a Prefeitura precisam ser ouvidos antes de uma decisão final, de forma a assegurar a legalidade e a segurança dos usuários dessa forma de transporte na cidade de São Paulo. A 99 havia anunciado a oferta do serviço de carona em motocicletas, desafiando a proibição municipal em vigor há dois anos. Em resposta, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) criticou a atitude da empresa, chamando os responsáveis de "assassinos", dada a preocupação com o aumento da violência no trânsito. Entre janeiro e novembro de 2023, a cidade de São Paulo registrou 935 mortes no trânsito, com motociclistas sendo as vítimas mais afetadas. O SindimotoSP, sindicato dos motociclistas do estado, também se manifestou contra a iniciativa, afirmando que a proposta da 99 desrespeita as leis e poderia aumentar ainda mais o número de mortes no trânsito. Fonte:O tempo

  • Detentos auxiliam na limpeza de Santana do Paraíso após histórica chuva em cidade mineira

    Reprodução Após registrar a maior chuva da sua história, Santana do Paraíso, no Vale do Aço, em Minas Gerais, segue com ações de limpeza urbana. Aproximadamente 40 detentos do Sistema Prisional de Minas Gerais foram mobilizados para ajudar nos trabalhos, em uma parceria entre a prefeitura e a Polícia Penal. Os detentos estão auxiliando na limpeza das ruas e na desobstrução de vias tanto na zona urbana quanto rural, removendo lama e destroços deixados pelas fortes chuvas. Para realizar os serviços, a equipe recebeu autorização judicial. O temporal, que atingiu a cidade entre os dias 11 e 12 de janeiro, causou a destruição de residências, deixando 70 pessoas desabrigadas e afetando mais de 500 moradores. O prefeito Bruno Morato ressaltou que a parceria com a Polícia Penal é uma forma de promover a reintegração social, além de contribuir com a recuperação das estradas e a reestabelecimento da infraestrutura da cidade. Durante a tempestade, a cidade registrou 216 milímetros de chuva, o maior índice já documentado. O evento provocou desmoronamentos, alagamentos e grandes danos aos imóveis, deixando um saldo de uma pessoa morta e quatro feridas. Fonte:O tempo

  • Minasul realiza ação solidária e entrega bonés para pacientes do Vida Viva emVarginha

    Divulgação A Minasul, por meio de uma ação social promovida entre seus colaboradores, entregou nesta quarta-feira (15/02) bonés para pacientes atendidos pelo Vida Viva, em Varginha (MG). A iniciativa tem como objetivo elevar a autoestima de quem luta contra o câncer. A campanha contou com o apoio do Sicoob Credivar. O gesto de solidariedade nasceu de uma campanha interna de arrecadação de bonés, mobilizando os colaboradores da cooperativa. A ação foi idealizada com o intuito de proporcionar um momento de apoio e cuidado aos pacientes que enfrentam o câncer, um desafio que afeta não apenas a saúde física, mas também a emocional. Os bonés doados ajudarão na recuperação da autoestima dos pacientes, que muitas vezes se veem afetados pela perda de cabelo durante o tratamento. A entrega aconteceu na sede do Vida Viva. A cooperativa foi representada pelo gerente de marketing da Minasul, Renan Lenzi, e pelo analista de marketing, Leonardo Beneton. O material foi recebido pela presidente da instituição, Maryvone Mansur Bíscaro. De acordo com Renan Lenzi, a campanha foi um sucesso e contou com o engajamento de muitos colaboradores, que se mostraram dispostos a contribuir para essa causa tão importante. “Conseguimos unir os esforços de nossos colaboradores para fazer a diferença na vida de algumas dessas pessoas. Essa doação vai muito além de um simples objeto. Cada boné é um símbolo de carinho, de cuidado e de esperança para os pacientes do Vida Viva”, afirmou Renan. O Vida Viva, que há anos oferece apoio a pessoas em tratamento de câncer, é uma instituição de grande importância para a cidade de Varginha e região. A parceria com empresas e ações como a da Minasul são essenciais para que o trabalho da instituição continue a impactar positivamente a vida de tantas pessoas. A arrecadação de bonés contou com o apoio do Sicoob Credivar, parceiro da Minasul em várias ações de fomento ao desenvolvimento econômico, social e sustentável. Fonte:Minasul

  • Minas Gerais recebe mais de 32 milhões de turistas em 2024

    Reprodução Em 2024, Minas Gerais recebeu mais de 32 milhões de turistas, segundo o Observatório do Turismo de Minas Gerais, ferramenta da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), que acompanha o desempenho do setor no Estado. Desses, aproximadamente 42,6 mil foram turistas estrangeiros, representando um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior, conforme dados do Ministério do Turismo. Com um crescimento 100% superior à média nacional, o Estado se consolidou como líder no turismo no Brasil em 2024, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor de turismo se afirma como um pilar essencial para a economia mineira, contribuindo com cerca de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) de Minas e gerando quase 20 mil novos postos de trabalho entre janeiro e outubro de 2024. "O ano de 2024 ficará marcado como um período de grandes conquistas para o turismo em Minas Gerais. Os números demonstram que o Estado se consolidou como um destino de destaque, atraindo cada vez mais turistas nacionais e internacionais", afirmou o governador Romeu Zema. "Continuaremos a trabalhar para que Minas siga encantando o mundo, promovendo o desenvolvimento e fortalecendo nossa identidade mineira como símbolo de acolhimento e inovação", completou. Esse momento positivo do turismo mineiro é sustentado por estratégias de governo, como projetos icônicos, como o Carnaval da Liberdade, o Inverno em Minas e o Natal da Mineiridade. O Carnaval, por exemplo, teve um impacto de quase R$ 5 bilhões na economia do Estado, gerando mais de 100 mil empregos temporários. Durante a Semana Santa, 500 mil pessoas visitaram diversos destinos culturais e religiosos, movimentando 600 cidades. A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) também implementa ações contínuas, como o Plano Diretor do Turismo Verde, que promove o Selo Turismo Verde Minas e é coordenado pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge). Essas iniciativas promovem o turismo sustentável, com roteiros que combinam natureza, aventura e gastronomia em regiões como a Serra da Canastra, a Cordilheira do Espinhaço e o Circuito das Águas. Além disso, o ICMS Turismo beneficiou 569 municípios, um aumento de 13% em relação ao ano anterior, garantindo recursos para a melhoria da infraestrutura e divulgação do turismo em todo o Estado. “A parceria entre a Codemge e a Secult-MG é fundamental para impulsionar o desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais. Juntos, estamos valorizando nossa rica diversidade cultural, promovendo o turismo sustentável e criando novas oportunidades para a população”, afirmou Sérgio Lopes, presidente da Codemge. O avanço do turismo também se reflete no setor aéreo e hoteleiro. Minas conta com voos regulares para 14 cidades, facilitando o acesso aos destinos turísticos. O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, quebrou recorde de passageiros embarcados entre janeiro e novembro de 2024, com 11,3 milhões de pessoas, um aumento de 19% em relação ao ano anterior. Entre janeiro e novembro de 2024, a taxa de ocupação dos hotéis na região metropolitana de Belo Horizonte foi de 62,83%, enquanto no interior do Estado a ocupação ficou em 49,62%, um aumento de 10% em comparação com o mesmo período de 2023. Esse crescimento é impulsionado pela diversificação das atrações turísticas, como festivais culturais, gastronomia e ecoturismo. Fonte:O tempo

Gazeta de Varginha

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