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  • Povos indígenas questionam norma de MG sobre consulta a comunidades afetadas por licenciamento ambiental

    Reprodução A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto estadual promulgado pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema. A medida, regulamentada pelo Decreto Estadual 48.893/2024, trata da consulta prévia a povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais impactados por licenciamentos ambientais. O caso será analisado pelo ministro Flávio Dino. A Apib argumenta que o decreto impõe restrições e condições que contrariam a Constituição Federal e a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil. Entre as violações apontadas estão a limitação da definição de povos indígenas apenas aos reconhecidos pela Funai e a exigência de certificação específica para comunidades quilombolas. Segundo a entidade, essas medidas desrespeitam a competência exclusiva da União para legislar sobre povos indígenas e normas gerais de direito ambiental. O decreto também condiciona o reconhecimento de terras indígenas às que já foram homologadas pela União, o que, segundo a Apib, exclui muitas comunidades de seus direitos constitucionais. Para as comunidades quilombolas, é exigida certificação pela Fundação Cultural Palmares e pela Comissão Estadual para o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais de Minas Gerais, medida considerada restritiva pela Apib. A entidade solicita liminar para suspender os efeitos do decreto até o julgamento do mérito da ação, alegando que a norma pode causar danos irreparáveis. Segundo a Apib, há o risco de que povos indígenas e tradicionais sejam excluídos de consultas obrigatórias em processos de licenciamento ambiental que impactem seus territórios. A ação põe em evidência um debate sobre a autonomia dos estados em regulamentar direitos de povos indígenas e tradicionais e os limites impostos pela legislação federal e internacional.

  • Prefeitura de Varginha inaugura o Mercado Municipal “Maura da Silva Meneguci”

    Divulgação Um espaço que tanto a população quanto produtores do hortifrutigranjeiros e visitantes mereciam em Varginha. A Prefeitura entrega nesta tarde do dia 30 de dezembro o novo Mercado Municipal denominado “Maura da Silva Meneguci” com benção do Padre João Batista Maximo Scj da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário. O funcionamento, porém, será em breve. Construído próximo ao atual Mercado do Produtor, na Rua Orminda Vasconcelos, o novo espaço tem arquitetura moderna com um projeto de boxes, praça de alimentação, estacionamento, espaço kids e também um espaço para eventos. O imóvel tem 6.000m² de área construída e teve investimentos da ordem de R$ 18 milhões do município. São dois andares. No piso térreo são 89 boxes. Externamente tem mais 10 boxes e também uma brinquedoteca e o espaço para eventos. No piso superior, 13 lojas, uma ilha e um restaurante compõem o espaço. A construção do Mercado Municipal demandou um projeto maior que incluiu uma rotatória que pôs fim a um trecho até então crítico no trânsito marcado pela confluência de veículos de regiões populosas com Sion/Santana/Damasco, Cidade Nova, Vila Floresta e Centro. Agora, os veículos já circulam com fluidez e maior segurança para condutores, passageiros e pedestres. ““Uma nova rua também foi construída pela Prefeitura interligando a região do Mercado Municipal à Av. dos Expedicionários, no Bairro Santana. O prefeito Vérdi Melo afirma estar feliz ao concretizar melhorias que refletem diretamente na vida das pessoas que vivem ou trabalham ou visitam a cidade. “Um novo mercado era o anseio de Varginha com uma espaço digno à altura do que merecem os feirantes e a população”, declarou. Vérdi ainda completou registrando que “o combo de obras nessa região era uma necessidade e felizmente conseguimos realizar”. Denominação O nome do Mercado Municipal é uma homenagem à saudosa Maura da Silva Meneguci, uma proposição do vereador Dr. Lucas Gabriel. Varginhense, Da. Maura era de região conhecida por produtos rurais e doces caseiros, o bairro da Vargem. Filha de pais feirantes, Adelina Cainelli da Silva e Joaquim Pedro da Silva, casou-se com Lourenço da Anunciação Meneguci, união que resultou em nove filhos: Maria Marta, Márcio, Lourival, Flávio, Luis Fernando, Flaviano, Alessandra Aparecida, Maura Cecília e Joaquim; 11 netos e quatro bisnetos, sendo que a família se consagrou no ramo de pastelaria. Da. Maura tem um feito marcante na religiosidade, tendo sido a fundadora da Igreja Nossa Senhora de Lourdes, na Gruta. Faleceu em 2019, aos 81 anos deixando um legado de valorização à família, obras sociais e trabalho. ““Filhos e familiares de Da. Maura compareceram à cerimônia de inauguração do Mercado Municipal “Maura da Silva Meneguci”. As filhas Maura Cecília e Alessandra lamentam não poder estar presente. Alessandra, emocionada, declarou que “essa homenagem é surreal, pois minha mãe foi muito guerreira, batalhadora e muito humana, ajudou muito as pessoas”

  • Combustíveis Registram Alta em 2024: Gasolina Sobe 10,2% e Etanol, 20,4%

    Reprodução O ano de 2024 encerrou com aumentos expressivos nos preços dos combustíveis no Brasil, especialmente no etanol hidratado e na gasolina, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com os dados da última semana do ano (22 a 28 de dezembro), comparados ao mesmo período de 2023 (24 a 30 de dezembro), o etanol subiu 20,4%, alcançando a média de R$ 4,12 por litro, enquanto a gasolina teve alta de 10,2%, encerrando o ano a R$ 6,15 por litro, ante R$ 5,58 no ano anterior. ““O diesel S-10, amplamente utilizado e menos poluente, apresentou um aumento mais modesto de 3,1%, com o litro sendo comercializado a R$ 6,13, mesmo com os preços congelados ao longo do ano pela Petrobras.““O impacto da alta também foi sentido em outros combustíveis. O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), ou gás de cozinha, teve um aumento de 6,8% no preço do botijão de 13 quilos, chegando a R$ 107,86. Já o Gás Natural Veicular (GNV) subiu 5,4%, com o metro cúbico sendo vendido por R$ 4,64.“Essas elevações destacam o impacto de fatores como a dinâmica do mercado internacional, as políticas de preço da Petrobras e o cenário econômico nacional. Para os consumidores, o aumento nos combustíveis reforça a necessidade de planejamento financeiro em meio a uma inflação que afeta diretamente itens essenciais do orçamento doméstico e empresarial.

  • Deputados Aprovam Projeto de Lei para Contratação de Segurança Privada em Escolas de Minas Gerais

    Reprodução Os deputados estaduais aprovaram um Projeto de Lei que autoriza a contratação de segurança privada para atuar nas escolas de Minas Gerais. A aprovação do texto ocorreu após negociações entre parlamentares de diferentes espectros políticos, resultando em uma proposta de consenso. O projeto original, de autoria do deputado Bruno Engler (PL), passou por alterações significativas. A previsão de segurança armada foi retirada, mas o texto mantém a possibilidade de instalação de câmeras de monitoramento, detectores de metais e a designação de policiais militares, inclusive durante períodos de folga, para reforçar o policiamento nas instituições de ensino. Bruno Engler celebrou a aprovação, argumentando que a medida representa um avanço importante para a segurança dos estudantes na rede estadual. Já a deputada Beatriz Cerqueira (PT) destacou que a proposta final preserva o consenso e eliminou a ideia de segurança armada, que, segundo ela, poderia representar um risco aos alunos ao permitir a presença de civis armados nas escolas. A iniciativa visa criar um ambiente escolar mais seguro, equilibrando a necessidade de proteção com a preocupação em evitar situações que possam comprometer a segurança dos estudantes e profissionais da educação.

  • Tentativas de feminicídio sobem 56% em Minas Gerais em 2024, revela Sejusp

    Reprodução Minas Gerais enfrenta um preocupante aumento nos casos de violência contra mulheres. Entre janeiro e outubro de 2024, o estado registrou 217 tentativas de feminicídio, representando um aumento de 56% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram notificadas 139 ocorrências. Os dados, fornecidos pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), destacam um cenário alarmante de insegurança para as mulheres. O levantamento aponta que, em média, cinco mulheres foram vitimadas por semana e 22 por mês no estado. O mês de março foi o mais violento, com 28 ocorrências registradas. Especialistas destacam a necessidade de medidas mais robustas para prevenir a violência, amparar as vítimas e combater a impunidade. A advogada criminalista e especialista em violência contra a mulher, Isabela Pedersoli, reforça que os esforços atuais ainda são insuficientes. “Quanto mais o Estado investir em espaços e profissionais capacitados para acolher e processar as demandas das vítimas, maior será a chance de revertermos esse quadro. É necessário investir em estrutura e na educação, promovendo uma mudança cultural para combater a visão de que mulheres são meros objetos de pertencimento masculino”, alerta. Isabela também aponta a importância de construir delegacias especializadas, capacitar agentes públicos e fortalecer redes de apoio. “O endurecimento das penas para feminicídio é importante, mas por si só não resolve o problema. Educação e acolhimento são fundamentais para transformar a realidade. Em nota, o Governo de Minas Gerais reafirmou seu compromisso com políticas de combate à violência contra a mulher e a aplicação da Lei Maria da Penha, destacando ações voltadas à prevenção e ao auxílio das vítimas. Contudo, especialistas argumentam que os números mostram a urgência de reforçar as ações existentes e criar novas estratégias de prevenção. O aumento significativo das tentativas de feminicídio em Minas Gerais ressalta a necessidade de políticas públicas mais abrangentes e um esforço coletivo para promover a equidade de gênero e a segurança das mulheres. Fonte:Otempo

  • Incêndio Destrói Marcenaria em Estiva e Bombeiros Contêm Chamas após 3h30

    Reprodução Um incêndio de grandes proporções destruiu uma marcenaria localizada às margens da rodovia Fernão Dias, em Estiva (MG). A área atingida, de aproximadamente 190 m², foi completamente consumida pelas chamas, que também ameaçaram o depósito de um restaurante situado no mesmo terreno. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta de 1h30 da madrugada e utilizou cerca de 6 mil litros de água ao longo de 3h30 para combater o fogo. Quando os militares chegaram ao local, as chamas já haviam se espalhado,consumindo maquinários e madeiras armazenadas como matéria-prima. A estrutura da marcenaria, composta por telhado de galvanizado e colunas de madeira, entrou em colapso devido à intensidade do fogo. Apesar disso, os bombeiros conseguiram evitar que o incêndio atingisse o depósito do restaurante próximo. Após confinar o fogo na área da marcenaria, foi realizado o rescaldo para impedir que as chamas se reacendessem. Felizmente, não houve vítimas, apenas danos materiais significativos. A rápida ação dos bombeiros evitou que o incêndio causasse danos ainda maiores, protegendo outras estruturas no local. Fonte: G1

  • Decreto de Lula aumenta salário mínimo em R$ 106; valor subirá para R$ 1.518 em 2025

    Reprodução Diante da nova regra para limitar o reajuste do salário mínimo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decretou, nesta segunda-feira (30), o aumento do valor em R$ 106 — garantindo que o mínimo vá de R$ 1.412 para R$ 1.518 a partir de quarta-feira (1º). O novo salário irá vigorar em 2025, e a mudança afeta mais de 53 milhões de brasileiros porque o aumento também impacta politicas como seguro-desemprego, abono salarial e aposentadorias. O incremento do salário mínimo em R$ 106, decretado pelo presidente em cerimônia no Palácio da Alvorada, foi definido a partir da nova regra fixada pelo pacote de contenção fiscal para limitar o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação. Na última sexta-feira (27), Lula deu sanção à lei que altera a política de reajuste do salário mínimo para adequá-la ao arcabouço fiscal. A regra prevê que o aumento real será limitado à banda mais alta do arcabouço — que começa em 0,6% e freia em 2,5% — pelos próximos cinco anos. Antes da sanção dessa regra, o reajuste não era limitado a algum teto. A política de valorização do salário mínimo considerava o cálculo da inflação no período de 12 meses com o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. Entretanto, pela nova lei, o reajuste se limitará ao arcabouço fiscal — significa que ele não pode ser inferior a 0,6% acima da inflação ou superior a 2,5% também acima da inflação. Ainda que a regra restrinja a valorização do salário mínimo, ela continua garantindo um crescimento real — portanto, maior que a inflação. A mudança compõe o pacote de contenção fiscal sugerido pelo Ministério da Fazenda e votado com alterações pelo Congresso Nacional neste mês de dezembro. O ministério de Fernando Haddad propôs um conjunto de mudanças em benefícios e políticas com o intuito de equilibrar as contas públicas. O cálculo da Fazenda prevê uma economia de R$ 15,3 bilhões nos próximos anos com a alteração na regra de valorização do salário mínimo. A redução dos gastos é aguardada porque benefícios pagos pelo Governo Federal são vinculados ao salário mínimo, e, portanto, são reajustados anualmente a partir do aumento dele. Com a regra antiga, o salário mínimo iria para R$ 1.528, segundo previsão anterior. Entretanto, a nova lei impacta em uma redução de R$ 10 — fixando o mínimo em R$ 1.518. Fonte:O tempo

  • AGU orienta governo a não pagar R$ 4,2 bi em emendas de comissão

    Reprodução A Advocacia-Geral da União (AGU) orientou o governo federal a não pagar 4,2 bilhões de emendas de comissão que haviam sido bloqueados por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em parecer divulgado nesta segunda-feira (30), a Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou ser "prudente" adotar uma "interpretação mais segura" da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação ao bloqueio dos repasses de emendas parlamentares. Dino, em decisão no domingo (29), manteve o bloqueio, mas liberou exceções para o pagamento de algumas emendas, como as que haviam sido empenhadas (reservadas) até 23 de dezembro. A AGU destacou haver "dúvida razoável" sobre se as emendas listadas em ofício assinado por 17 líderes partidários, no total de R$ 4,2 bilhões, estariam incluídas nas exceções liberadas por Dino. Esse documento foi questionado no STF, o que levou ao bloqueio dos repasses. A AGU entende que a interpretação mais cautelosa deve ser mantida até que um eventual esclarecimento judicial seja dado. No caso das emendas destinadas à saúde, a AGU informou que os recursos já depositados nos Fundos de Saúde podem ser movimentados até o dia 10 de janeiro de 2025, mas qualquer nova movimentação deverá ser precedida pela criação de uma conta corrente específica. Já as emendas impositivas (de execução obrigatória) para a saúde podem ter seu empenho autorizado até 31 de dezembro, mas os pagamentos dependem da criação da conta corrente específica. O ministro Flávio Dino justificou a liberação excepcional das emendas para "evitar insegurança jurídica" para estados, municípios, empresas e trabalhadores. No entanto, ele apontou incoerências e contradições no processo orçamentário, mencionando que o documento com as emendas apresentava "incoerências internas" e "confronto com a ordem jurídica pátria". A manifestação da Câmara, que defendia a legalidade das emendas, foi enviada a pedido de Dino, que solicitou explicações sobre o pagamento das emendas no valor de R$ 4,2 bilhões. Essas emendas, assinadas por 17 líderes partidários, estavam sendo questionadas no STF por partidos como PSOL e Novo, que alegaram irregularidades no processo, como a falta de transparência e o não cumprimento dos ritos adequados para as indicações. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), responsável por suspender o funcionamento das comissões da Câmara, negou qualquer irregularidade nas indicações. As emendas parlamentares têm sido um tema de discussão intensa entre os Três Poderes ao longo de 2024, e uma nova lei para regulamentar os repasses foi sancionada em novembro. O pagamento de todas as emendas foi suspenso desde agosto, por decisão do STF, mas foi retomado em 2 de dezembro, com novas regras estabelecidas por Dino para os repasses. Fonte: CNN

  • “Terão o mesmo destino do Hamas e Hezbollah”, diz Israel na ONU sobre Houthis

    Reprodução O embaixador de Israel nas Nações Unidas, Danny Danon, emitiu um "aviso final" aos militantes Houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, para que interrompessem seus ataques a Israel. Caso contrário, ele afirmou que os Houthis arriscariam o mesmo "destino miserável" de grupos como o Hamas, Hezbollah e o regime de Bashar al-Assad da Síria, que tentaram destruir Israel no passado. Danon enfatizou que Israel tem a capacidade de atingir qualquer alvo no Oriente Médio, incluindo o Irã, e que o país não toleraria ataques de representantes iranianos. Os Houthis, que dispararam drones e mísseis contra Israel em apoio aos palestinos durante os conflitos em Gaza, foram advertidos por Danon de que não haveria espaço para a impunidade. O embaixador também ressaltou a prontidão de Israel em defender seu povo, independentemente da distância, e que as forças israelenses não hesitariam em agir contra o terror. Além disso, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, já havia alertado os Houthis, informando que Israel estava apenas "começando" após ataques a vários alvos no Iêmen, como o aeroporto de Sanaa e instalações de energia. O secretário-geral assistente da ONU para o Oriente Médio, Khaled Khiari, expressou preocupação com a escalada da violência, alertando que os ataques em curso podem colocar a estabilidade regional em risco, afetando a segurança, a economia e a situação humanitária. Em meio a isso, Israel segue em conflito com o Hamas em Gaza, enquanto também mantém tensões com o Hezbollah e o Irã, realizando bombardeios em várias frentes, incluindo a Síria, o Iêmen e o Iraque. Fonte:CNN

  • Mordidas e queimaduras de cigarro: mulher é suspeita de torturar filho de 3 anos na Paraíba

    Reprodução Uma mulher foi presa no último sábado (28) em João Pessoa (PB) por suspeita de torturar o filho de 3 anos. A prisão ocorreu após a criança ser internada no Hospital de Emergência e Trauma da cidade com vários sinais de maus-tratos.De acordo com as informações da delegada Kimberly Caetano, responsável pelo caso, o garoto tinha ferimentos na cabeça, múltiplas lesões pelo corpo, como marcas de mordidas, arranhões e queimaduras provocadas por bitucas de cigarro, e uma fratura no nariz. A mulher passou por audiência de custódia e foi encaminhada ao presídio da região ainda no sábado. Segundo a delegada, a investigação teve início em 13 de dezembro, quando o menino foi levado ao hospital com várias lesões pelo corpo –que foram confirmadas por meio de exame de corpo de delito. A criança ficou internada até o dia 27 de dezembro, sob a responsabilidade do Conselho Tutelar e do pai. Após receber alta, o garoto foi encaminhado para a guarda do pai e da avó materna, enquanto as investigações continuam em andamento. A prisão preventiva da mãe foi realizada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e Juventude. Ainda conforme a delegada, o inquérito já foi enviado ao Judiciário e aguarda a denúncia do Ministério Público da Paraíba. O caso segue sendo apurado pelas autoridades. Fonte:CNN

  • Minas Gerais enfrenta risco de novas tragédias com barragens abandonadas e sem manutenção, alerta estudo

    Reprodução O rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que deixou um rastro de destruição e mortes, reacendeu o debate sobre a eficiência da fiscalização da mineração no Brasil. Especialistas alertam que o problema pode ser ainda mais grave no futuro, caso envolva empresas de pequeno porte, desativadas ou até falidas, sem recursos para arcar com os danos de um desastre. Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), as barragens mais vulneráveis de Minas Gerais pertencem a empresas inativas. Um exemplo crítico é a barragem da Mina Engenho, localizada em Rio Acima e operada pela Mundo Mineração, que suspendeu suas atividades há mais de seis anos. Sem manutenção desde então, a única sinalização no local são placas alertando sobre a presença de substâncias tóxicas, como arsênico e mercúrio, usadas na extração de ouro.““Embora a situação da Mina Engenho seja a mais grave, ela está longe de ser isolada. Outras duas minas desativadas, segundo apuração, apresentam riscos maiores do que a barragem da Vale em Brumadinho antes de seu rompimento. Essa questão já está sendo investigada pelo Ministério Público de Minas Gerais, que busca identificar responsabilidades e prevenir novos desastres.““Em 2016, a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) identificou cerca de 400 minas abandonadas ou desativadas em Minas Gerais, algumas das quais possuem barragens sem relatórios de segurança atualizados. Entre os casos mais preocupantes estão as estruturas da Mundo Mineração, Minar Mineração Aredes e Topázio Imperial Mineração. Para especialistas, o risco iminente dessas barragens é uma bomba-relógio ambiental. O professor Carlos Martinez, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), descreve a situação como "desesperadora". "O custo de um desastre ambiental e social causado por essas minas abandonadas será inevitavelmente pago pelo poder público. Muitas dessas empresas já nem existem mais, o que deixa o estado à beira do colapso," alerta. Além do impacto ambiental, um possível rompimento dessas barragens colocaria em risco milhares de vidas, afetaria comunidades locais e comprometeria a economia do estado. Os especialistas defendem que medidas urgentes, como a manutenção preventiva e a monitorização constante, sejam tomadas para evitar tragédias. O debate sobre a responsabilidade ambiental no setor de mineração é urgente, especialmente em um estado como Minas Gerais, que possui uma das maiores concentrações de barragens do país. Sem ações efetivas, a conta pode chegar de forma devastadora. Fonte:CorreiodoPovo

  • CEMIG completa 25 anos no Índice Dow Jones de Sustentabilidade

    A Cemig celebrou, na segunda-feira (16/12), a inclusão da companhia, pelo 25º ano consecutivo, no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World). Neste ano, a empresa é a única do setor elétrico das Américas presente no seleto grupo de empresas globais reconhecidas por suas práticas em ESG (Ambiental, Social e Governança). Além disso, a companhia é uma das poucas corporações mundiais presentes ininterruptamente no índice desde a sua criação, em 1999. O DJSI World, elaborado pela S&P Global e auditado pela Deloitte, avalia o desempenho em sustentabilidade de 3.300 empresas. No setor elétrico mundial, foram avaliadas 73 companhias e apenas a Cemig e outras 7 europeias foram incluídas no índice. A avaliação, que é muito rigorosa, considera questionários, relatórios anuais, informações públicas e a capacidade de criar valor para os acionistas a médio e longo prazo. Em 2024, a nota da Cemig teve uma evolução de 6 pontos em relação ao ano anterior. A empresa conquistou a liderança nos blocos Transparência e Reporte, geração renovável e Direitos Humanos, consolidando sua posição como referência em sustentabilidade no setor elétrico mundial. De acordo com o presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, a inclusão pelo 25º ano consecutivo no índice Dow Jones é resultado de uma estratégia minuciosa da empresa na agenda ESG. O executivo também reafirma o compromisso da companhia com um futuro mais sustentável, impulsionando a transição energética no Brasil e servindo como modelo para o mercado. “O setor de energia é fundamental para a descarbonização no mundo. A sociedade só conseguirá mitigar as emissões com a liderança do setor elétrico. As grandes tendências do mundo são a geração de energia renovável para enfrentar as mudanças climáticas e a inteligência artificial generativa. E elas estão interconectadas, pois não é possível crescer em inteligência artificial e avançar na descarbonização sem o correspondente aumento de oferta de energia limpa”, afirma o executivo. De acordo com Reynaldo Passanezi Filho, a sustentabilidade é um pilar fundamental da estratégia da companhia, garantindo um futuro mais próspero para a empresa, para Minas Gerais e para o planeta. “A Cemig é uma das precursoras na agenda de ESG no Brasil e a presença no Índice Dow Jones de Sustentabilidade, há tanto tempo, demonstra a importância desse assunto para a empresa, mesmo quando ele ainda não era tão presente nas discussões na sociedade e nas empresas”, afirma. Outros reconhecimentos da companhia Em novembro passado, durante a COP 29, no Azerbaijão, a Cemig aderiu ao Utilities for Net Zero Alliance (Uneza), iniciativa que reúne as principais concessionárias e empresas de serviços públicos do setor elétrico com o objetivo de promover soluções de energia limpa e avançar no processo da transição energética global e da descarbonização da economia.  A empresa é a primeira empresa do setor elétrico com origem brasileira a fazer parte dessa aliança. Em julho passado, a Cemig foi reconhecida, mais uma vez, no FTSE4Good index series, importante índice projetado para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). A empresa performou 3,8 pontos, o que representa um crescimento de mais de 9% em relação ao ano anterior, acima da média do setor elétrico (com média de 2,8 pontos) em todos os temas avaliados. A Cemig obteve notas máximas nos pilares Anticorrupção, Mudança Climática e Biodiversidade. Além disso, a companhia também se destacou no pilar Governança, com a nota 4,5 de 5. Os índices FTSE4Good são usados por uma ampla variedade de participantes do mercado para criar e avaliar fundos de investimento responsáveis e outros produtos. A iniciativa, que foi criada em 2008, busca estimular a cultura corporativa de inventário de emissões de GEE no Brasil para uma agenda de enfrentamento às mudanças climáticas nas organizações, proporcionando instrumentos e padrões de qualidade internacional para contabilização dessas emissões. A Cemig se inscreveu no programa em 2023 e, logo no primeiro ano de participação, conquistou o selo.

  • Cuidado com os fogos de artifício: um alerta para as festas de fim de ano

    Divulgação A chegada do Réveillon traz consigo a tradição da soltura de fogos de artifício. No entanto, o uso desses artefatos com estampidos causa danos significativos ao meio ambiente, aos animais e à saúde humana. Em várias cidades do Sul de Minas, legislações locais proíbem fogos de artifício que geram poluição sonora, buscando proteger tanto pessoas quanto animais. Os impactos nos animais são severos, já que eles possuem audição sensível. Fortes estrondos podem provocar tremores, diarreia, pânico, autolesões e até brigas entre os que estão em abrigos. Para proteger os pets, recomenda-se mantê-los em um ambiente seguro e tranquilo, longe de correntes e com som ambiente que amenize os ruídos externos. Riscos à saúde humana e segurança pública Dados do Ministério da Saúde mostram que entre 2019 e 2022, mais de 1.500 pessoas foram internadas no SUS devido a acidentes com fogos de artifício. Em 2023, 266 casos já foram registrados até setembro. Especialistas da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão alertam para o risco de queimaduras graves, amputações e lesões nos olhos e ouvidos. Para minimizar riscos: Utilize prolongadores ao manusear rojões. Compre fogos em lojas especializadas. Não reutilize artefatos que falharem ao acender. Evite consumir álcool antes de manusear fogos. Crianças devem ser mantidas afastadas de qualquer tipo de artefato pirotécnico. Em casos de queimaduras ou ferimentos graves, é essencial lavar a área afetada, proteger com um pano limpo e buscar atendimento médico imediatamente. Celebrar é importante, mas empatia e segurança devem guiar as festividades. Opte por alternativas silenciosas e respeite todas as formas de vida. Fonte: SUS

  • Sedese lança cartilha para intensificar combate ao trabalho infantil em Minas Gerais

    Divulgação A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) deu um passo decisivo no enfrentamento ao trabalho infantil em Minas Gerais com o lançamento da cartilha “Trabalho Infantil em Minas Gerais - Reflexões e estratégias do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)”. A publicação visa orientar profissionais da assistência social e gestores municipais, fornecendo ferramentas para combater essa realidade e assegurar os direitos de crianças e adolescentes. Elaborada pela Subsecretaria de Assistência Social (Subas), a cartilha detalha as diretrizes do PETI, que integra a Política Nacional de Assistência Social desde 2011. Com abordagem intersetorial, ela destaca cinco eixos de atuação: mobilização territorial, identificação de casos, proteção social às famílias, defesa e responsabilização, além de monitoramento e avaliação. Destaque para dados e estratégias locaisO documento apresenta dados regionais coletados pelo Sistema Único de Assistência Social (Suas), que guiam ações estratégicas. “É crucial que os profissionais saibam identificar e notificar os casos, mas também promovam ações que assegurem os direitos dessas crianças e adolescentes”, reforçou Eliana Saffi, diretora de Proteção Social de Média Complexidade da Sedese. Intersetorialidade como ferramenta essencialA integração entre assistência social, saúde e educação é outro ponto destacado na cartilha, que oferece exemplos práticos para ajudar prefeituras a implementar soluções eficazes. A iniciativa também busca engajar a sociedade na conscientização sobre os prejuízos do trabalho infantil e a importância da proteção integral dos jovens. F onte: Agencia Minas

  • Carro capota em colisão em Poços de Caldas; gestante é hospitalizada

    Divulgação Na tarde de ontem, um acidente envolvendo dois veículos mobilizou equipes de socorro em Poços de Caldas. A colisão ocorreu no cruzamento das ruas São Paulo e Capitão Quinzinho Junqueira, após um dos motoristas não respeitar a sinalização de "pare". Com o impacto, um dos carros chegou a capotar, mas seus dois ocupantes saíram ilesos. No outro veículo, uma gestante sofreu uma fratura no membro superior. Ela foi prontamente atendida pelo SAMU e conduzida ao hospital para os devidos cuidados. O acidente reforça a importância de atenção e respeito às sinalizações de trânsito, especialmente em cruzamentos movimentados. Fonte: CBMG

  • Governo de Minas lança Prêmio Riqueza dos Vales para destacar transformações no Vale do Lítio

    Divulgalçao O Prêmio Riqueza dos Vales, iniciativa do Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom), busca reconhecer histórias de superação e a evolução econômico-social dos municípios do Vale do Lítio. A edição 2024 tem como tema “Transformação”, incentivando a produção de conteúdos que evidenciem mudanças positivas na região, como geração de emprego, melhoria da qualidade de vida e valorização cultural. Categorias e inscrições O concurso está aberto a cidadãos, jornalistas, fotógrafos, produtores de conteúdo e estudantes que podem participar em nove categorias, abrangendo de reportagens jornalísticas a vídeos para redes sociais, redações e até homenagens a cidadãos modelo. As inscrições começaram em 2 de dezembro e seguem até 30 de maio de 2025, pelo site riquezasdosvales.com.br. O edital completo também está disponível na plataforma. Premiação e critérios O prêmio totaliza R$ 450 mil, com R$ 30 mil para o primeiro lugar, R$ 15 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro em cada categoria. Os critérios de avaliação incluem relevância, qualidade técnica, originalidade e impacto. Comissões julgadoras compostas por representantes da Secom, EMC, Codemge e outras Secretarias de Estado avaliarão os trabalhos. Vale do Lítio: polo de desenvolvimento O Vale do Lítio, lançado em 2023, é composto por 14 municípios do Norte e Nordeste de Minas Gerais que abrigam a maior reserva de lítio do país. A região está em franco desenvolvimento graças a políticas públicas voltadas à atração de empresas, qualificação profissional e inovação tecnológica. Segundo o secretário Bernardo Santos, o prêmio não apenas registra as histórias de transformação da região, mas também valoriza a força e a resiliência dos mineiros. “Queremos dar visibilidade à superação e ao esforço dessas pessoas, levando esperança e energia para os mineiros e inspirando outros brasileiros”, afirmou. Fonte: Agência Minas

  • Minas Gerais se consolida como destino turístico de referência para 2025

    Divulgação Minas Gerais destaca-se como um dos destinos mais completos do Brasil, unindo patrimônio cultural, belezas naturais e autenticidade às tendências globais do turismo para 2025. O estado oferece experiências que valorizam silêncio, contemplação, nostalgia e hospitalidade, alinhadas às preferências apontadas por estudos das plataformas Booking e Hyatt. Mantiqueira e Espinhaço: refúgios de tranquilidade e beleza A Mantiqueira de Minas, com montanhas, clima agradável e pousadas charmosas, é ideal para o chamado “silent travel” (viagem silenciosa). A região oferece spas, terapias naturais e experiências imersivas conectadas à natureza, além de uma gastronomia marcante, com azeites e vinhos locais. Outro destaque é a Cordilheira do Espinhaço, reconhecida como Patrimônio Natural pela Unesco. A combinação de turismo rural, paisagens contemplativas e hospedagens sustentáveis atrai quem busca equilíbrio e paz. A região, que inspirou o clássico "Grande Sertão: Veredas", oferece uma vivência cultural e literária única. Turismo intergeracional e conexões autênticas Minas Gerais é um destino inclusivo, atraente para viagens solo ou intergeracionais. Dados do Booking mostram que 88% dos Baby Boomers desejam financiar viagens para filhos e netos, e o estado apresenta roteiros ideais para essas conexões familiares, como cidades históricas e festas populares. Com 62% dos bens tombados do Brasil, Minas é um destino de nostalgia, onde ruas de pedra e casarões coloniais transportam visitantes ao passado. Segundo o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas de Oliveira, "Minas une diversidade e autenticidade, conectando os desejos do viajante contemporâneo à essência mineira". De norte a sul, o estado mantém seu compromisso com um turismo sustentável, oferecendo experiências que combinam tradição e modernidade. Seja na Mantiqueira, no Espinhaço ou nas cidades históricas, Minas Gerais reafirma sua posição como um dos destinos mais desejados do Brasil. Fonte: Agência Minas

  • Emater-MG promove feiras da agricultura familiar em Belo Horizonte e amplia oportunidades para produtores

    Divulgação A Unidade Regional da Emater-MG de Belo Horizonte (Uregi BH) realizou cerca de 30 feiras da agricultura familiar em 2024, promovendo a comercialização de produtos locais e fortalecendo a economia de pequenos produtores na capital mineira e cidades vizinhas. Com o sucesso das iniciativas, o projeto será ampliado em 2025, com mais edições previstas. Parcerias estratégicas e eventos de destaque Grande parte das feiras foi viabilizada pela parceria entre a Emater-MG, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Associação dos Técnicos Agrícolas de Minas Gerais (Atamg). O financiamento vem do Comitê Gestor do Dano Moral Coletivo, utilizando recursos oriundos da indenização social pelo rompimento da barragem em Brumadinho, em 2019. No segundo semestre de 2024, com a liberação de recursos e aquisição de kits e equipamentos, foram realizadas 15 feiras em locais como a Fundação Ezequiel Dias (Funed) e o Minascasa. Um dos grandes eventos ocorreu na Praça da Liberdade, atraindo moradores e turistas. A feira mensal na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizada nas primeiras quintas-feiras de cada mês, também se destacou. Com mais de 3 mil visitantes por edição, reúne cerca de 25 produtores oferecendo queijos artesanais, cafés especiais, mel, doces, embutidos e artesanato. Impacto na vida dos produtores Produtores como Marcelo Guimarães, de Casa Branca (Brumadinho), destacam os benefícios das feiras. “Participar dessas feiras é essencial para o meu negócio. Cerca de 60% do meu faturamento vem dessas vendas”, conta Marcelo. Os eventos recebem produtores de diversas cidades, como Brumadinho, Betim, Nova Lima, Sabará, Ouro Preto e outras regiões mineiras, fomentando a economia local e incentivando a troca de experiências. Planos para 2025 e como participar Em 2025, o projeto seguirá com foco na valorização da agricultura familiar. Produtores interessados podem se cadastrar nos escritórios locais da Emater-MG para receber suporte técnico e comercial. É necessário cumprir as exigências legais e estar assistido pela Emater-MG. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: uregi.belo.horizonte@emater.mg.gov.br. Fonte: Agência Minas

  • Coleta de lixo, saúde e lazer: veja o que funciona em Varginha no Ano Novo

    Divulgação A Prefeitura de Varginha anunciou como será o funcionamento das repartições públicas e serviços municipais durante o Réveillon. Na quarta-feira, 1º de janeiro, Dia da Confraternização Universal, não haverá expediente nas repartições públicas, conforme a Lei Federal nº 10.607/2002. Serviços essenciais e horários: Coleta de lixo: não será realizada no dia 1º. A Secretaria de Meio Ambiente orienta a população a evitar colocar resíduos para fora de casas ou empresas para prevenir sujeira em calçadas e vias públicas. Varrição: ocorrerá normalmente no dia 31, mas estará suspensa em 1º de janeiro. Capina: não será realizada nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro. Unidades de Saúde: fechadas nos dias 31/12 e 01/01. UPA e Pronto Atendimento do Hospital Bom Pastor: funcionarão 24 horas normalmente. Central Municipal de Vacinação: fechada nos dias 31/12 e 01/01. Lazer e espaços públicos: Zoológico: abrirá em horário reduzido no dia 31, das 9h às 12h, e estará fechado no dia 1º. Retoma o funcionamento normal no dia 2 de janeiro, das 9h às 16h. Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Parques Municipais Centenário e Novo Horizonte: abertos no dia 31, das 8h às 17h, e fechados no dia 1º. A Prefeitura reforça a importância de se programar para o período e deseja à população um feliz Ano Novo. Fonte: PMV

  • Entenda como fica a situação do governo sem Orçamento aprovado para 2025

    Reprodução Apesar de um mês intenso de votações no Congresso Nacional, o governo federal começará 2025 sem a aprovação do Orçamento para o ano. Ainda assim, o Executivo poderá cumprir com as despesas obrigatórias e essenciais, como salários, aposentadorias e serviços de saúde. Além disso, recursos deverão ser destinados a ações de prevenção de desastres e situações de emergência, como: Estados de calamidade pública; Operações de garantia da lei e da ordem; Fortalecimento do controle de fronteiras; Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em relação a outras despesas, a execução será limitada a 1/12 do valor previsto por mês, conforme estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que ainda precisa ser sancionada. Só após a sanção será possível saber com precisão quais despesas terão recursos limitados. O governo concentrou seus esforços na aprovação de pautas econômicas em dezembro, como o projeto de regulamentação da reforma tributária e o pacote de ajuste fiscal, deixando o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 para 2025. O objetivo era aprovar o orçamento até 31 de dezembro, mas, na prática, a votação precisaria ocorrer até 22 de dezembro, antes do recesso parlamentar. No entanto, o relator, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), decidiu adiar a análise e votação para fevereiro de 2025, alegando a necessidade de ajustar o texto em razão das medidas de ajuste fiscal aprovadas no fim do ano. Após a Comissão Mista de Orçamento (CMO), o Orçamento ainda precisará ser aprovado em uma sessão conjunta do Congresso Nacional. Em nota, o Ministério do Planejamento e Orçamento tranquilizou a população, afirmando que a não aprovação da LOA (Lei Orçamentária Anual) em 2024 não causará paralisações ou impactos no funcionamento do governo em 2025. Segundo o ministério, a execução das despesas obrigatórias ocorrerá conforme os valores previstos no PLOA, com base na LDO já aprovada pelo Congresso. Embora a situação seja incomum, não é inédita no Brasil. Desde a Constituição de 1988, em ao menos 11 ocasiões o projeto de lei orçamentária foi aprovado após dezembro. Em 2020, por exemplo, o Congresso não aprovou o orçamento do ano seguinte, adiando sua votação para março de 2021. Situação semelhante ocorreu durante o governo de Dilma Rousseff (PT) em 2014, quando a votação do Orçamento de 2015 foi transferida para março de 2015. Fonte:Cnn

  • Estudo da Unicamp aponta que cafeicultura no Sulde Minas pode reter carbono no solo por até 15 anos

    Reprodução Um estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) revelou que a cafeicultura no Sul de Minas tem o potencial de armazenar carbono no solo por até 15 anos, contribuindo de forma significativa para a mitigação das mudanças climáticas. A pesquisa, que envolveu cinco propriedades de médio porte, analisou 300 amostras de solo e considerou práticas locais que favorecem o sequestro de carbono. A escolha do Sul de Minas para o estudo foi estratégica, como explicou a pesquisadora Renata Gonçalves: "É uma região tradicional no cultivo de café, com vastas áreas dedicadas à produção, o que nos possibilitou coletar dados robustos." Segundo o engenheiro-agrônomo João Paulo da Silva, especialista no estudo, o sequestro de carbono ocorre quando o gás é retirado da atmosfera por meio da fotossíntese e armazenado nas plantas, especialmente nas raízes, folhas e caules. Esse processo ajuda a reduzir a concentração de carbono atmosférico, colaborando na mitigação do aquecimento global. João Paulo destaca que esse processo é similar ao que ocorre nas florestas: à medida que o café cresce, ele retira carbono da atmosfera e o armazena no solo e na planta. No entanto, após 15 anos, o potencial de sequestro começa a diminuir, o que exige a adoção de práticas para manter os estoques de carbono. O estudo também identificou várias estratégias para otimizar o armazenamento de carbono. Uma das práticas recomendadas é a redução do uso de adubos nitrogenados sintéticos, pois esses fertilizantes liberam óxido nitroso, um gás com um potencial de aquecimento global 273 vezes maior que o dióxido de carbono. Outra prática observada com bons resultados foi o manejo do solo por meio da deposição de matéria orgânica, como folhas e palha. Isso contribui para reter o carbono no solo, evitando que ele seja liberado como poluente. Renata Gonçalves enfatizou que os produtores têm adotado a prática de deixar mais resíduos orgânicos no solo, o que ajuda a armazenar o carbono de forma eficaz. Para João Paulo, o sequestro de carbono pela cafeicultura é uma ferramenta valiosa para um futuro mais sustentável. No entanto, ele alerta que é necessário adotar ações estruturais além da compensação de emissões. "Não basta apenas compensar as emissões. Precisamos reduzir a emissão de gases poluentes enquanto aumentamos a eficiência no sequestro de carbono", afirmou. A pesquisa destaca o papel crucial da cafeicultura sustentável, não apenas como uma produtora de alimentos, mas também como aliada no combate às mudanças climáticas, ressaltando a importância de estratégias combinadas para equilibrar emissões e retenção de carbono. Fonte:g1

  • Prefeitura de Varginha informa horáriode funcionamento das repartiçõesmunicipais neste Revéillon

    Rprodução Prefeitura de Varginha informa horário de funcionamento das repartições municipais neste Revéillon A Prefeitura de Varginha informa como será o funcionamento das repartições públicas municipais na quarta-feira 1º de janeiro, Dia da Confraternização Universal, de acordo com a Lei Federal nº 10.607/2002. Nesta segunda-feira, 23, o expediente de todos os setores da Prefeitura funciona normalmente. Na terça-feira, dia 31, será ponto facultativo conforme decreto municipal. Confira outras prestações de serviços: Coleta de lixo: NÃO HAVERÁ COLETA DE LIXO na quarta-feira, dia 1º. Portanto, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente - responsável por essa prestação de serviço - pede à população para que não coloque o lixo para fora de casa e das empresas visando evitar que se espalhe pelas calçadas e vias públicas. __ Varrição: será realizada normalmente no último dia do ano, 31. Já no dia 1º de janeiro não haverá varrição. __ Limpeza Urbana: o serviço de capina não será realizado na terça (31) e na quarta-feira (1º). __ Unidades de Saúde: fechadas nos dias 31/12 e 01/01/2025. __ UPA: atendimento 24h. __ Pronto Atendimento do Hospital Bom Pastor: atendimento 24h. __ Central Municipal de Vacinação: fechada nos dias 31/12 e 01/01/2025. __ Zoológico: abre das 9h às 12h no dia 31. No feriado, dia 1º estará fechado. Volta a abrir normalmente das 9h às 16h no dia 02. Entrada R$ 6,00 inteira e meia R$ 3,00. __ Parques Municipais Centenário e Novo Horizonte: funcionam na terça-feira, dia 31, das 8h às 17h. Fechados no dia 1º. __ Fundação Cultural: A sede administrativa da Fundação Cultural (Estação Ferroviária), Museu, Biblioteca e Theatro Capitólio: fechados nos dias 31/12 e 01/01.

  • Doenças similares à dengue e zika preocupam especialistas para 2025

    Reprodução A dengue registrou recordes históricos em 2024, mas a mudança regional e do tipo de infecções de doenças similares também tem mobilizado especialistas e o Ministério da Saúde para o próximo ano.É o caso do oropouche. Diferentemente das demais arboviroses transmitidas pelo Aedes Aegypti, como a dengue, chikungunya e zika, a doença é oriunda de um inseto chamado maruim. Conhecida desde os anos 1960 no Brasil, era interpretada como casos isolados no Nordeste. Isso mudou. Hoje, segundo Tânia Fonseca, coordenadora de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da FioCruz, um avanço inesperado já foi detectado no Espírito Santo, onde 3.112 casos foram confirmados. Em todo o país, são 10.940 casos de oropouche só neste ano. Os sintomas são similares aos da dengue, como dores musculares, náusea, diarreia e dor de cabeça. A especialista chama atenção para outro aspecto: a transmissão vertical --da gestante para o bebê. Similar à zika, o oropouche pode causar malformações no feto e até a morte.Em novembro, a FioCruz confirmou um caso de morte fetal no Ceará. Uma malformação também foi confirmada no Acre, enquanto 23 continuam em investigação. Em julho, a morte de dois adultos por oropouche aconteceu nos estados da Bahia e Maranhão, segundo a Saúde. "Além de lidar com a dengue, que já são quase 6 milhões e 700 mil casos, mais aproximadamente 270 mil casos de chikungunya, a gente ainda tem 10 mil casos de oropouche", diz Tânia. Até agosto deste ano, a chikungunya também já havia feito mais vítimas do que em todo o ano passado. Em novembro, foram 200 mil casos, 210 mortes confirmadas e 112 ainda em investigação, de acordo com o monitoramento da Saúde. Além da proliferação do mosquito pelo mapa, fatores como a baixa resistência a anticorpos estão entre alguns determinantes para a letalidade da doença.Segundo Tânia, a única arbovirose que retrocedeu em 2024 foi a zika, que não registrou nenhuma morte e 6.000 casos. Não há uma explicação para a redução, mas há um motivo para os recordes das demais arboviroses pelo país: a crise climática. Até então, a presença do Aedes Aegypti era atribuída a regiões mais úmidas e também em períodos mais quentes, como no verão. "Hoje, até nos lugares mais frios, como o Sul, a gente tem Aedes. Ou seja, o vetor também evoluiu. Ele se adaptou", afirma a especialista. Em novembro, um estudo concluiu que, até 2050, a projeção é que 40% dos casos de arboviroses sejam relacionados às mudanças climáticas. O Brasil foi um dos 21 países analisados. Atualmente, 19% dos casos brasileiros estão ligados à crise do clima.A razão é a mudança no regime de chuva e as mudanças abruptas de temperatura entre as estações. As duas características beneficiam a reprodução de mosquitos e insetos pelo país. Para Rivaldo Cunha, secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, o governo federal calcula um orçamento de R$ 1,5 bilhão em ações contra a arbovirose para o próximo ano, de campanhas a inspeções domiciliares de criadouros. "Passada a pandemia, o trabalho de [prevenção domiciliar] não foi retomado na sua mesma magnitude, no seu mesmo patamar que estava antes. Então, é uma coisa que nos preocupa para o próximo verão", diz. O valor inclui de inseticidas a compra de vacinas contra a dengue Qdenga, que Cunha reconhece ter sido utilizada ainda para uma parcela pequena população --4 milhões de crianças e adolescentes-- devido à limitação de capacidade de produção do laboratório japonês Takeda. A expectativa é substituí-la pela vacina do Instituto Butantan, que solicitou o registro à Anvisa na última segunda (16). Outra estratégia contra as arboviroses será ampliar para 40 municípios a soltura de mosquitos estéreis, geneticamente modificados, para frear a reprodução do aedes. Atualmente, Cunha diz que apenas três cidades do sudeste se beneficiaram do método na última década. Ao mesmo tempo, ele reconhece que ainda é preciso estudar mais o oropouche para traçar uma ação e evitar mais "uma dor de cabeça" como o surto de zika vírus, em 2015, quando mais de 10 mil infecções causaram microcefalia em bebês. "Nós não queremos vivenciar a mesma correria da zika com o oropouche", Fonte:Otempo

  • Liverpool faz 3 no 1º tempo e goleia West Ham no Campeonato Inglês

    Reprodução O Liverpool se despediu de 2024 em alto estilo. Neste domingo, o líder do Campeonato Inglês goleou o West Ham por 5 a 0, jogando fora de casa. Os visitantes fizeram 3 a 0 no primeiro tempo e já goleavam aos 8 minutos da etapa final. O time comandado por Arne Slot chegou à marca de 14 gols nos últimos três jogos. Após o resultado positivo, o Liverpool segurou uma boa vantagem na tabela. O primeiro colocado chegou aos 45 pontos, oito à frente do novo vice-líder, o Nottingham Forest, que tem um jogo a mais na tabela. Em terceiro está o Arsenal, com 36 e as mesmas 18 partidas já disputadas pelo Liverpool. O West Ham é apenas o 13º, com 23. No London Stadium, o primeiro tempo foi movimentado desde os minutos iniciais. Antes do relógio chegar ao sexto minuto, cada equipe já tinha uma ótima chance de gol. Salah perdeu para a oportunidade o Liverpool enquanto Lucas Paquetá desperdiçou para os anfitriões. O "lá e cá", porém, durou pouco, mesmo depois da lesão sofrida pelo zagueiro Joe Gomez, que deixou a partida ainda no primeiro tempo e virou preocupação para o técnico Arne Slot, do Liverpool E logo o goleiro Alphonse Areola se tornava um dos destaques da partida, com três defesas decisivas para a equipe anfitriã. Aos 29, o Liverpool começou a confirmar no placar sua superioridade em campo. Luis Díaz recebeu na intermediária, "tabelou" com um marcador e viu a bola surgir perfeita para a finalização: 1 a 0. O colombiano marcou seu oitavo gol na competição, sendo o 12º em 24 jogos na temporada europeia. O West Ham tentou respondeu na sequência. E Kudus acertou o pé da trave esquerda de Alisson. A reação dos anfitriões não passou disso. Do outro lado, o líder do campeonato manteve a pressão e buscou o segundo gol aos 39, em nova participação decisiva de Luis Díaz. Ele iniciou bela jogada pela direita, com uma troca de passes com Salah que resultou em finalização de Gakpo, diante do gol praticamente livre, para as redes. Antes do intervalo, o Liverpool chegou ao terceiro gol, aos 43. Após roubada de bola de Mac Allister, o ataque visitante trocou passes rapidamente até a bola parar nos pés de Salah. Com um chute rasteiro no cantinho, ele aumentou a vantagem do time na partida e também a sua liderança na artilharia do campeonato, com seu 17º gol - tem ainda 13 assistências. O ritmo alucinante do Liverpool foi mantido no início do segundo tempo. Aos 8, Alexander-Arnold arriscou chute de longe e viu a bola desviar na cabeça do zagueiro Kilman, morrendo no fundo das redes. O quarto gol sossegou o time visitante e reduziu a cadência do confronto. Slot aproveitou para poupar seus titulares, fazendo todas as quatro trocas restantes. Diogo Jota, Endo, Tsimikas e Elliott foram a campo. Mas, a esta altura, o Liverpool já jogava em rotação mais lenta, apenas administrando a boa vantagem no marcador. Mesmo assim, Jota selou a vitória ao marcar o quinto aos 37, após assistência de Salah. Fonte:O tempo

Gazeta de Varginha

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