top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Anvisa aprova medicamento para tratar doença de Chagas em crianças e adolescentes

  • há 2 dias
  • 1 min de leitura
Anvisa aprova medicamento para tratar doença de Chagas em crianças e adolescentes
Divulgação/Lampit® (nifurtimox) foi aprovado para uso em pacientes de 0 a 17 anos e amplia as opções de tratamento contra a doença de Chagas no Brasil.
Anvisa aprova novo medicamento para tratamento da doença de Chagas em crianças e adolescentes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento Lampit® (nifurtimox) para o tratamento da doença de Chagas em pacientes pediátricos. A autorização contempla recém-nascidos com peso mínimo de 2,5 quilos, crianças e adolescentes de até 17 anos.

A aprovação representa um avanço no enfrentamento de uma das principais doenças negligenciadas do país, ampliando as opções terapêuticas para uma enfermidade que ainda afeta milhares de brasileiros, especialmente em regiões mais vulneráveis.

A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e continua sendo considerada um importante problema de saúde pública no Brasil. Classificada como uma doença negligenciada, ela recebe menor investimento em pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos e vacinas, apesar do impacto significativo na saúde da população.

A infecção pode permanecer silenciosa por muitos anos, dificultando o diagnóstico precoce. Quando não tratada, a doença pode evoluir para complicações graves, principalmente no coração e no sistema digestivo, aumentando os riscos de incapacidade e morte.

O Lampit® é um medicamento antiparasitário que atua combatendo o Trypanosoma cruzi. Seu mecanismo de ação consiste na produção de substâncias que provocam danos ao parasita, levando à sua eliminação do organismo.

Com a aprovação do registro pela Anvisa, o medicamento passa a integrar as opções disponíveis para o tratamento da doença de Chagas na população pediátrica, oferecendo uma alternativa importante para crianças e adolescentes diagnosticados com a infecção.
Fonte: Anvisa

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page