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Anvisa autoriza produção nacional de vacina contra chikungunya pelo Butantan

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Anvisa autoriza produção nacional de vacina contra chikungunya pelo Butantan
Divulgação
Anvisa autoriza produção de vacina contra chikungunya pelo Instituto Butantan.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina contra a chikungunya, denominada Butantan-Chik.

Com a medida, o imunizante poderá ser incorporado ao Sistema Único de Saúde e será destinado à população entre 18 e 59 anos exposta ao vírus. A autorização também oficializa o Butantan como local de produção da vacina.

A vacina já havia sido aprovada pela Anvisa em abril de 2025, porém a produção estava vinculada às fábricas da farmacêutica Valneva. Agora, o processo de formulação e envase passa a ser realizado no Brasil, mantendo os padrões de qualidade, segurança e eficácia.

Segundo o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás, a produção nacional permitirá a oferta do imunizante a um custo mais acessível, ampliando o alcance da vacinação.

Resultados e aplicação
Estudos realizados com cerca de 4 mil voluntários nos Estados Unidos indicaram que 98,9% dos participantes desenvolveram anticorpos neutralizantes. Os efeitos adversos observados foram, em sua maioria, leves ou moderados, como dor de cabeça, fadiga, febre e dores musculares.

Em fevereiro de 2026, a vacina começou a ser aplicada no SUS em municípios com maior incidência da doença, como parte de uma estratégia piloto do Ministério da Saúde.

Além do Brasil, o imunizante já foi aprovado no Canadá, Europa e Reino Unido.

O que é chikungunya?
A chikungunya é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e da zika.

Os principais sintomas incluem:
  • Febre alta súbita (acima de 38,5°C)
  • Dores intensas nas articulações
  • Dor muscular e de cabeça
  • Manchas vermelhas na pele

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, cerca de 500 mil casos foram registrados no mundo em 2025. No Brasil, houve mais de 127 mil notificações e 125 mortes, segundo o Ministério da Saúde.

A doença pode evoluir para dores crônicas nas articulações, que podem persistir por meses ou até anos, impactando significativamente a qualidade de vida dos pacientes.
Fonte: AgBrasil

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Gazeta de Varginha

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