BlackRock diminui participação na Copasa e volta a ficar abaixo de 5% da companhia
há 10 horas
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FotoDivulgação/A gestora americana BlackRock reduziu sua participação acionária na Copasa para 4,986%, após vender parte de suas ações ordinárias. No início de outubro, a investidora havia ultrapassado a marca de 5% dos papéis da companhia mineira.
BlackRock reduz participação acionária na Copasa e volta a ficar abaixo de 5%
A gestora americana BlackRock reduziu sua participação acionária na Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). A mudança foi comunicada ao mercado nesta quarta-feira (4/11), após a empresa receber um aviso formal da investidora sobre a alteração em sua posição acionária.
De acordo com o documento, em 30 de outubro de 2026, a BlackRock passou a deter 18.960.416 ações ordinárias da Copasa, o equivalente a aproximadamente 4,986% do total de papéis dessa categoria emitidos pela companhia.
Além das ações, a gestora possui 76.372 derivativos financeiros vinculados a ações ordinárias, com liquidação financeira. Esse volume corresponde a cerca de 0,020% das ações ordinárias da empresa.
Segundo a BlackRock, a participação na Copasa tem finalidade exclusivamente de investimento. A gestora informou que não pretende interferir no controle acionário ou na estrutura administrativa da companhia.
O comunicado também esclarece que não existem contratos ou acordos firmados pela investidora relacionados ao exercício do direito de voto ou à compra e venda de valores mobiliários emitidos pela empresa.
“Não foram celebrados, pela BlackRock, quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício de direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela companhia”, informa o documento.
A redução ocorre após a gestora ampliar sua participação na Copasa no início de outubro. Na ocasião, a BlackRock passou a deter aproximadamente 19,03 milhões de ações ordinárias, correspondentes a 5,005% do capital social da companhia.
Com a movimentação mais recente, a participação recuou para 4,986%, fazendo com que a gestora voltasse a ficar abaixo do patamar de 5% das ações ordinárias da empresa.
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