Brasil pede tratamento igualitário no comércio global antes de encontro com os EUA
há 13 horas
1 min de leitura
Nos últimos dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a enfatizar a posição do Brasil no cenário internacional, pedindo que o país e outras nações emergentes sejam tratados de forma igualitária nas relações comerciais globais. Em declarações que antecedem um encontro oficial com autoridades dos Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil não busca uma “nova Guerra Fria” nas relações bilaterais, mas sim condições justas que não privilegiem certas economias em detrimento de outras.
Essa afirmação ressalta uma crítica frequente de países da América Latina e África sobre práticas comerciais que, segundo eles, criam distorções e barreiras injustas ao acesso a mercados e à competitividade de suas exportações. O presidente brasileiro reafirmou que deseja um ambiente de cooperação que respeite a igualdade de condições, sobretudo em setores que envolvem tecnologia, bens manufaturados e commodities.
A posição do Brasil ocorre em um momento em que temas como tarifas, subsídios e acordos comerciais estão no centro das negociações entre grandes potências econômicas — e podem influenciar decisões em fóruns multilaterais como a Organização Mundial do Comércio (OMC).
A expectativa é de que o encontro com autoridades americanas resulte em conversas substanciosas sobre comércio, tarifas de importação e outras questões econômicas que vêm impactando fluxos comerciais internacionais.
Comentários