Capacitação em PICC e Protocolo de Manchester fortalece equipe do Hospital Bom Pastor
16 de abr.
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Divulgação
O Hospital Bom Pastor (HBP), em Varginha, segue com sua agenda contínua de capacitação profissional e, nesta semana, promoveu mais uma etapa de treinamentos voltados aos enfermeiros da unidade.
Entre terça-feira (14) e sexta-feira (17), os profissionais participam do curso de PICC (Cateter Central de Inserção Periférica), técnica essencial para o atendimento de pacientes que necessitam de terapias intravenosas prolongadas. A capacitação contribui diretamente para a redução de riscos, prevenção de complicações e melhoria dos resultados clínicos, além de ampliar a autonomia e a segurança dos enfermeiros na realização de procedimentos mais complexos.
O domínio das etapas de inserção, manutenção e manejo do PICC permite uma atuação mais precisa e eficaz, garantindo maior segurança tanto para os pacientes quanto para as equipes de saúde. A atualização constante, por meio de cursos especializados, também se torna indispensável diante dos avanços e inovações na área da saúde.
Segundo o presidente da Fundação Hospital do Município de Varginha (FHOMUV), o médico Armando Fortunato Filho, “As aulas teóricas e práticas são de extrema importância para a prática profissional dos enfermeiros, pois proporcionam o aprimoramento de conhecimentos teóricos e habilidades técnicas essenciais para a assistência segura e de qualidade aos pacientes”.
Além disso, os enfermeiros do HBP também participaram, nos dias 6 e 8 deste mês, de uma capacitação sobre o Protocolo de Manchester, que incluiu atividades teóricas e práticas voltadas à classificação de risco em atendimentos de urgência e emergência.
A diretora do hospital, Rosana Morais, destacou a relevância do treinamento. “Esse sistema de classificação de risco é uma ferramenta fundamental para garantir que os pacientes sejam atendidos de forma rápida, segura e de acordo com a gravidade de seu quadro clínico, contribuindo para a organização do fluxo de atendimento e a otimização dos recursos disponíveis”, afirmou.
A qualificação dos profissionais nesse protocolo permite uma avaliação mais criteriosa e padronizada, reduzindo falhas na triagem e promovendo maior equidade no atendimento. O conhecimento também fortalece a tomada de decisão clínica, aumenta a segurança do paciente e eleva a qualidade da assistência prestada.
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