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CEO e ex-sócio do Grupo Fictor são alvos de operação da PF por fraudes bancárias

  • 25 de mar.
  • 2 min de leitura
Reprodução
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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (25), a Operação Fallax, que tem como alvo o CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, e o ex-sócio da empresa, Luiz Rubini. A ação ocorre no contexto de investigações sobre fraudes bancárias e envolve mandados cumpridos em diferentes estados.

De acordo com a investigação, foram realizados mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Rafael Góis na cidade de São Paulo. Luiz Rubini também é alvo de mandado na capital paulista. Até o início da operação, pelo menos 13 pessoas haviam sido presas pela Polícia Federal.

A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes contra a Caixa Econômica Federal, além de crimes como estelionato e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado valores superiores a R$ 500 milhões.

As investigações tiveram início em 2024, após a identificação de indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e do uso de empresas para movimentar e ocultar recursos.

Ainda segundo a Polícia Federal, os envolvidos utilizavam empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem do dinheiro. Funcionários inseriam dados falsos em sistemas bancários para permitir saques e transferências indevidas, enquanto os valores eram posteriormente convertidos em bens de luxo e criptoativos.

Ao todo, estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Também foram determinadas medidas como bloqueio de bens e quebra de sigilos bancário e fiscal de dezenas de pessoas e empresas.

Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e corrupção. As penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão, segundo as autoridades.

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Gazeta de Varginha

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