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Chile volta a exigir uso de máscaras em unidades de saúde até 31 de agosto

  • há 17 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O Ministério da Saúde do Chile anunciou a retomada do uso obrigatório de máscaras em determinadas unidades de saúde do país. A medida passa a valer a partir de 1º de abril e seguirá em vigor até 31 de agosto, como parte das ações para enfrentar o aumento de doenças respiratórias durante os meses mais frios.

A obrigatoriedade se aplica a locais considerados de maior risco de transmissão, incluindo serviços de urgência, tanto públicos quanto privados, além de unidades de diálise e setores de onco-hematologia. A regra abrange todas as pessoas que circulam nesses ambientes, como profissionais de saúde, pacientes, acompanhantes, funcionários administrativos e estudantes em formação.

De acordo com as autoridades chilenas, a decisão foi tomada diante da elevação sazonal de vírus respiratórios, comum durante o outono e o inverno. Nesse período, há aumento significativo na procura por atendimento médico e nas internações causadas por doenças como gripe e outras infecções respiratórias.

O subsecretário de Redes Assistenciais, Julio Montt, afirmou que a medida busca reduzir a transmissão em ambientes com grande circulação de pessoas. Já a subsecretária de Saúde Pública, Alejandra Pizarro, destacou que a iniciativa tem como objetivo proteger tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde.

Além da obrigatoriedade nos serviços de saúde, o governo também recomenda o uso de máscaras em outras situações, como em casos de sintomas gripais, em ambientes fechados com aglomeração e no contato com pessoas mais vulneráveis.

As autoridades sanitárias também orientam sobre os tipos de máscaras mais indicados, como as cirúrgicas, as de três camadas e respiradores de alta eficiência, incluindo modelos como N95 e KN95. A medida faz parte da Campanha de Inverno, que reúne ações voltadas à redução dos impactos das doenças respiratórias no sistema de saúde chileno.

O governo informou ainda que a obrigatoriedade poderá ser revista antes do prazo final, caso haja melhora nas condições epidemiológicas. Até o momento, porém, a previsão é de que a regra permaneça válida até o fim de agosto.

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Gazeta de Varginha

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