China rejeita acusações de trabalho forçado e critica proposta dos EUA de ampliar tarifas comerciais
há 2 dias
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A China voltou a negar acusações de trabalho forçado e criticou a proposta dos Estados Unidos de ampliar tarifas sobre produtos importados do país. A reação ocorreu após novas medidas comerciais anunciadas por Washington, em meio às disputas econômicas entre as duas maiores economias do mundo.
Autoridades chinesas afirmaram que as alegações relacionadas ao uso de trabalho forçado não possuem fundamento e classificaram as acusações como injustificadas. O governo de Pequim também declarou que as medidas tarifárias propostas pelos Estados Unidos representam uma forma de pressão comercial e podem prejudicar as relações econômicas entre os dois países.
A resposta chinesa ocorreu após autoridades norte-americanas defenderem novas restrições comerciais com base em preocupações relacionadas às cadeias produtivas e às condições de trabalho em determinados setores. As medidas fazem parte de um conjunto de ações que vêm sendo discutidas pelo governo dos Estados Unidos para ampliar o controle sobre importações consideradas sensíveis.
O governo chinês declarou que combate práticas de trabalho forçado e destacou que possui legislação e mecanismos voltados para impedir esse tipo de ocorrência. Representantes do país também afirmaram que as acusações apresentadas pelos Estados Unidos não foram acompanhadas de provas que sustentem as alegações.
Além de contestar as denúncias, Pequim criticou o uso de instrumentos comerciais unilaterais por parte dos Estados Unidos. Autoridades chinesas argumentaram que medidas desse tipo podem gerar instabilidade nas cadeias globais de produção e afetar o comércio internacional.
A manifestação ocorre em um contexto de disputas comerciais recorrentes entre os dois países. Nos últimos anos, China e Estados Unidos adotaram tarifas e restrições mútuas em diferentes setores, mantendo um cenário de tensões econômicas e negociações periódicas sobre comércio exterior.
Pequim informou que continuará acompanhando os desdobramentos das propostas norte-americanas e defendeu que eventuais divergências sejam resolvidas por meio de diálogo e negociações entre as partes.
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