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Como funciona a tornozeleira eletrônica no Brasil: regras, prazos e penalidades

  • 21 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura
A tornozeleira eletrônica, determinada pelo STF ao ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (18), é um dispositivo criado pela Lei nº 12.258/2010 para permitir que investigados e condenados cumpram pena fora da prisão, desde que sigam regras definidas.
Usada em medidas cautelares, prisões domiciliares, saídas temporárias, cumprimento de pena domiciliar e medidas protetivas em casos de violência doméstica, ela combina monitoramento com restrição de liberdade.
O equipamento usa GPS e sinal de celular para rastrear a localização em tempo real, enviando os dados para uma central que opera 24 horas por dia. Ele é resistente à água, possui bateria recarregável e emite um alerta imediato às autoridades caso seja violado.
O uso da tornozeleira exige do monitorado:
  • Manter o aparelho íntegro, sem removê-lo ou bloquear o sinal;
  • Manter a bateria carregada;
  • Respeitar áreas e horários definidos pelo juiz;
  • Evitar contato com vítimas, quando aplicável;
  • Receber visitas técnicas e cumprir orientações da Justiça.
O prazo de uso depende da situação: geralmente até 90 dias para medidas cautelares (prorrogáveis), até o fim da condenação para penas e enquanto houver risco para vítimas em medidas protetivas.
Quem descumpre as regras pode perder benefícios como prisão domiciliar, sofrer advertências, ser reconvocado para audiências ou até ser imediatamente preso novamente.
A Justiça considera a tornozeleira uma alternativa eficiente para reduzir superlotação carcerária e ao mesmo tempo controlar o condenado.

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Gazeta de Varginha

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