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CPI do Crime Organizado ouve TH Joias e vota pedidos de convocação e quebra de sigilo nesta quarta-feira

  • 25 de fev.
  • 2 min de leitura


Reprodução
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Nesta quarta-feira (25), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado Federal realizou a oitiva do ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, no contexto de investigações sobre a atuação de organizações criminosas e suas conexões com setores legais da economia brasileira.

TH Joias, que está detido desde setembro do ano passado sob acusações que incluem ligação com o Comando Vermelho (CV), foi ouvido pelos integrantes da CPI no âmbito dos trabalhos programados para esta sessão.

Além da oitiva, os parlamentares aprovaram nesta quarta uma série de requerimentos importantes, que abrangem pedidos de convocações de autoridades e pedidos de quebra de sigilo de instituições e empresas vinculadas ao caso em investigação.

Entre os documentos que estão sendo analisados pelo colegiado estão requerimentos para convocar autoridades como o comandante do Exército e os governadores dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e do Distrito Federal, além de solicitações de informações relacionadas à atuação de facções criminosas e ao chamado “novo cangaço”.

A CPI também colocou em pauta e deve votar pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa Maridt Participações S.A., da qual o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, é sócio, junto com seus irmãos, e de outras entidades financeiras envolvidas na investigação.

A aprovação desses pedidos está sendo considerada estrategicamente relevante para que a comissão obtenha informações detalhadas sobre movimentações financeiras e a atuação dessas instituições no contexto das suspeitas de crime organizado e lavagem de dinheiro que motivaram a abertura da CPI.

Os senadores também deliberaram convites para que ministros do STF — como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes — e suas respectivas esposas ou representantes — como a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Moraes — compareçam à CPI para prestar esclarecimentos, embora tais convites não tenham caráter obrigatório.

O conjunto de votações no colegiado nesta quarta reforça a continuidade e a ampliação das investigações da CPI do Crime Organizado, com foco em aprofundar a apuração de supostas conexões entre ações ilícitas de facções criminosas e estruturas formais da economia e da administração pública brasileira.

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Gazeta de Varginha

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