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Delegado e outros nove réus recebem penas de até 50 anos em operação contra quadrilha em Minas

  • gazetadevarginhasi
  • 25 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
Delegado e outros nove réus recebem penas de até 50 anos em operação contra quadrilha em Minas
Divulgação
Operação Transformers: dez integrantes do núcleo policial e jurídico de organização criminosa são condenados.

Dez pessoas acusadas de integrar o núcleo policial e jurídico de uma organização criminosa atuante na Zona da Mata mineira foram condenadas pelos crimes de organização criminosa, corrupção e tráfico de drogas.

A Operação Transformers foi deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Juiz de Fora, em outubro de 2022, com o objetivo de desarticular a quadrilha que atuava na região.

Entre os condenados, um delegado da Polícia Civil recebeu pena de 50 anos, seis meses e oito dias de prisão pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, tráfico de drogas e associação para o tráfico. Os demais nove réus, incluindo seis policiais civis, dois advogados e um traficante, foram sentenciados a penas que variam de cinco a 37 anos de reclusão.

A condenação decorreu de Ação Penal movida pelo MPMG contra os integrantes do núcleo “corrupção policial e jurídico” da quadrilha, que, entre 2018 e 2022, operava em Juiz de Fora e região. O grupo criminoso contava com aproximadamente 30 membros, denunciados em quatro ações penais distintas.
Além desta ação (Nº 5048026-88.2022.8.13.0145), já foram julgadas e condenadas 19 pessoas pertencentes aos núcleos “liderança e controle financeiro” (Nº 5052769-44.2022.8.13.0145), “logística e fornecimento de veículos” (Nº 5051652-18.2022.8.13.0145) e “operacional” (Nº 5052223-86.2022.8.13.0145).

Segundo a denúncia, a organização criminosa tinha papel relevante na produção e distribuição de drogas na região, movimentando cerca de R$ 257 milhões provenientes do tráfico. Policiais civis faziam parte do esquema, recebendo altos valores a título de propina em troca de apoio e participação direta nas atividades ilícitas.

Os réus ainda podem recorrer da decisão judicial.
Fonte: MPMG

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Gazeta de Varginha

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