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Espólio de tio de Suzane von Richthofen gera disputa judicial e conflito por bens em São Paulo

  • gazetadevarginhasi
  • há 2 minutos
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O espólio de Miguel Abdalla Neto, tio materno de Suzane von Richthofen, tornou-se foco de uma disputa judicial e patrimonial em São Paulo, envolvendo conflitos sobre a administração imediata dos bens deixados pelo falecido. A situação inclui controvérsias sobre a posse de um veículo, intervenções físicas na residência e acusações de invasão sem autorização judicial.

Em documento encaminhado à Justiça e obtido pela CNN Brasil, a defesa de Suzane confirmou que ela determinou a soldagem do portão e da porta de entrada da residência de Miguel, localizada no bairro do Campo Belo, além de ter assumido a posse de um automóvel Subaru XV que pertencia ao tio.
Segundo a defesa, as medidas tiveram caráter preventivo, com o objetivo de proteger o patrimônio após o imóvel ter sido alvo de invasões e furtos logo após a confirmação da morte de Miguel. Relatos indicam que móveis, documentos e quantias em dinheiro teriam sido levados da residência.

Diante desse cenário, Suzane e um filho de uma prima do falecido informaram à Justiça que decidiram soldar os acessos da casa para evitar novos saques. A iniciativa, no entanto, é contestada por Silvia Magnani, que afirma ter sido companheira de Miguel por mais de dez anos.

Em nota oficial, Silvia declarou “profunda indignação” com as ações realizadas no imóvel, afirmando que houve troca de fechaduras e soldagem das entradas sem qualquer autorização do Poder Judiciário. Para ela, as medidas configuram invasão e uso indevido de um bem que integra o espólio.

Outro ponto central da disputa envolve o veículo Subaru XV, de placa RCL-2B56. Suzane comunicou ao juízo que o automóvel encontra-se em sua posse, estacionado em local considerado seguro, sem utilização, aguardando decisão judicial sobre seu destino.

A defesa de Silvia Magnani contesta a permanência do carro com a sobrinha de Miguel, classificando o episódio como uma “subtração planejada” de um bem pertencente ao espólio. Silvia sustenta que não houve consentimento para a retirada do veículo.

Silvia também afirma ter sido a única responsável pelos procedimentos relacionados ao sepultamento de Miguel Abdalla Neto e declarou que vem colaborando com as investigações da Polícia Civil, tanto sobre a morte quanto sobre as invasões ocorridas no imóvel.

A Polícia Civil de São Paulo investiga o óbito de Miguel como morte suspeita, uma vez que o corpo foi encontrado sem sinais aparentes de violência. Como Miguel não era casado formalmente, não possuía filhos nem irmãos vivos, ainda não há definição judicial sobre quem deve administrar oficialmente os bens, o que tem intensificado o conflito pelo controle imediato do patrimônio.

Gazeta de Varginha

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