top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

FAIR PLAY COMO MODELO DE GESTÃO

  • há 1 dia
  • 1 min de leitura

Fair play virou palavra de moda. Mas na gestão, ela tem peso.

E o primeiro erro é confundir fair play com simplicidade ou ingenuidade. Não é.
Fair play é modelo de gestão. É jogar limpo dentro da regra, com cobrança, mérito e respeito. Empresa não é campo de guerra. Mas também não é roda de amigos. É ambiente de resultado. E resultado sustentável só vem quando as regras são claras.

O que é fair play na prática?

1. Regras claras.
Todo mundo sabe o que dá ponto e o que dá cartão. Avaliação sem surpresa. Promoção por entrega, não por proximidade. Isso gera confiança.

2. Competição saudável.
Você compete para ser melhor, não para derrubar o colega. O objetivo é o time ganhar. Quando um cresce, puxa os outros. Quando um sabota, o jogo inteiro perde.

3. Responsabilidade.
Errou, assume. Acertou, é reconhecido. Feedback é dado na lata, sem politicagem. Cobrança existe. Elogio também.

Líder que pratica fair play não "passa a mão na cabeça". Ele orienta, cobra e reconhece. Sem atalho e sem puxada de tapete.

Por que isso importa?
  • Porque talento não fica onde o jogo é sujo.
  • Porque cultura tóxica gasta energia com fofoca em vez de produtividade.
  • Porque cliente percebe quando o time interno está desalinhado.
  • No curto prazo, quem corta caminho pode até ganhar. No longo prazo, quem joga limpo constrói nome, equipe e reputação

Fair play não é fraqueza. É estratégia. É gestão madura. É escolha de quem quer ficar no jogo por muito tempo.
Por Mírian Alves Tana - 46 anos, casada, 2 filhos, Supervisora de Gestão de Pessoas há 14 anos no Grupo Porto Seco
Por Mírian Alves Tana - 46 anos, casada, 2 filhos, Supervisora de Gestão de Pessoas há 14 anos no Grupo Porto Seco

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page