top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Fiemg é premiada por abrir portas das indústrias ao diálogo sobre igualdade de gênero

  • gazetadevarginhasi
  • 12 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
Fiemg é premiada por abrir portas das indústrias ao diálogo sobre igualdade de gênero
O presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, recebeu o Selo Mulheres Libertas das mãos da desembargadora Evangelina Castilho Duarte (Crédito: Euler Junior / TJMG)
TJMG concede Selo “Mulheres Libertas” à Fiemg por ações de prevenção à violência contra a mulher.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, recebeu, no dia 11 de agosto, o Selo “Mulheres Libertas”, concedido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv). A honraria reconhece pessoas, empresas e instituições que desenvolvem projetos voltados à prevenção da violência contra a mulher, à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento feminino.

A solenidade ocorreu na sede da Fiemg, em Belo Horizonte, e contou com a presença da superintendente da Comsiv, desembargadora Evangelina Castilho Duarte, responsável pela entrega da homenagem. O reconhecimento foi motivado pelo projeto “Capacitação das Indústrias para a Prevenção da Violência contra a Mulher”, que leva para o ambiente empresarial debates, orientações e práticas de enfrentamento ao assédio e à violência de gênero, aproximando a iniciativa privada dessa pauta social.

Ao receber o selo, Flávio Roscoe agradeceu a parceria com o TJMG e ressaltou o compromisso da federação com o tema. “Sinto-me honrado por receber esse selo e agradeço ao Tribunal e à senhora desembargadora, em nome da Coordenadoria, pela gentileza”, declarou.

A desembargadora Evangelina Duarte destacou que a participação de empresas é essencial para transformar padrões culturais enraizados. “A Fiemg abriu as portas das empresas e indústrias para o diálogo e para o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, promovendo a sensibilização de diferentes públicos, de operários a gerentes”, afirmou.

O último reconhecimento havia sido concedido, em março de 2025, à juíza Rosimere das Graças do Couto, presidente da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis) e primeira mulher a assumir o cargo, abrindo caminho para outras magistradas.

Criado em março de 2021, durante o encerramento da 17ª Semana Justiça pela Paz em Casa, o Selo “Mulheres Libertas” integra uma política de boas práticas instituída pela Portaria Conjunta nº 1.162/PR/2021, que estabelece os critérios para sua concessão.
Fonte: TJMG

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page