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Governo de São Paulo Conclui Privatização da Sabesp com Redução Tarifária e Meta de Universalização de Saneamento

  • 23 de jul. de 2024
  • 2 min de leitura
Governo de São Paulo Conclui Privatização da Sabesp com Redução Tarifária e Meta de Universalização de Saneamento
Divulgação
O governo de São Paulo finalizou nesta terça-feira, 23, o processo de privatização da Sabesp. A cerimônia, realizada na bolsa de valores B3, marcou o fim de um processo que começou em fevereiro do ano passado. Com a liquidação da oferta de ações na última segunda-feira, 22, a privatização se concretizou, dando início ao novo contrato de concessão pela Unidade Regional de Serviços de Abastecimento de Água Potável e Esgotamento Sanitário Sudeste (Urae-1).

A privatização também trouxe uma redução tarifária de 10% para as tarifas social e vulnerável, 1% para a residencial e 0,5% para as demais categorias. A ação do Estado foi vendida a R$ 67, levantando R$ 14,77 bilhões, valor cerca de 20% abaixo do preço atual da ação, que fechou a última sessão a aproximadamente R$ 87.

Durante a cerimônia na B3, secretários e empresários destacaram o papel social da Sabesp. Rafael Benini, secretário de Parcerias em Investimentos, enfatizou que, embora a Sabesp seja agora minoritariamente estatal, ela continua sendo um patrimônio de São Paulo. André Salcedo, diretor-presidente da Sabesp, reforçou o compromisso da empresa com a população, destacando a continuidade do espírito "Sabespiano".

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que a escolha do modelo de desestatização visa deixar um legado, garantindo que a Sabesp possa operar com excelência e eficiência, além de alcançar a universalização dos serviços de água e esgoto antes do previsto, de 2033 para 2029.

Na semana passada, um acordo foi assinado para impedir a venda das ações pela Equatorial até 31 de dezembro de 2029, prazo para a universalização do saneamento no Estado. A privatização envolveu a participação de 17,9 mil pessoas físicas e fundos institucionais, totalizando 220,4 milhões de ações vendidas, reduzindo a participação do governo de São Paulo na Sabesp de 50,3% para 18%.

Além dos cortes nas tarifas, a privatização busca antecipar a universalização dos serviços de água e esgoto, com um investimento planejado de R$ 260 bilhões até 2060.
Fonte: Revista Oeste

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Gazeta de Varginha

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