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Irã rebate críticas de Trump e defende contraproposta como razoável e generosa

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O Irã rejeitou as críticas feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à sua contraproposta para encerrar a guerra envolvendo o país, os EUA e Israel. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, afirmou que o plano apresentado por Teerã era razoável e generoso, destacando que as medidas propostas buscavam não apenas atender aos interesses do país, mas também garantir estabilidade e segurança regional e global.

Durante uma coletiva de imprensa transmitida pela televisão iraniana, Baghaei declarou que todas as propostas incluídas no documento consistiam em demandas consideradas responsáveis. Segundo ele, o conteúdo foi elaborado com foco no bem-estar coletivo, indo além dos interesses nacionais iranianos.

As declarações ocorreram após Trump classificar a proposta iraniana como totalmente inaceitável. A crítica foi feita no domingo, um dia antes da resposta oficial do governo iraniano, evidenciando o desacordo entre as partes sobre os termos para encerrar o conflito.

De acordo com o porta-voz iraniano, as exigências apresentadas incluíam o fim da guerra na região e a interrupção do que foi descrito como pirataria marítima contra navios iranianos. Além disso, o Irã pediu a liberação de ativos financeiros que estão congelados em bancos estrangeiros devido à pressão exercida pelos Estados Unidos.

A mídia estatal iraniana também informou que a contraproposta inclui o reconhecimento da soberania do país sobre o Estreito de Ormuz, atualmente bloqueado, além do pagamento de indenizações por danos causados pela guerra.

Baghaei afirmou ainda que o Irã continuará focado em seus interesses nacionais, independentemente de obstáculos no processo. Segundo ele, o país pretende agir de todas as formas necessárias para garantir esses objetivos, mesmo diante da oposição manifestada por Trump.

O porta-voz também criticou a postura de Washington, afirmando que os Estados Unidos continuam insistindo em exigências consideradas irrazoáveis e unilaterais. A declaração reforça o impasse entre os dois países em relação aos termos para encerrar o conflito.

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Gazeta de Varginha

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