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Jogador do Vasco, David Corrêa, é alvo de operação contra tráfico de drogas e armas no RJ

  • há 19 minutos
  • 2 min de leitura
Foto: Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro
Foto: Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro


O atacante do Vasco da Gama David Corrêa, conhecido como DVD, é alvo de uma operação da Polícia Civil que investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas e armas. A ação foi realizada na manhã desta segunda-feira (31) e também apura possíveis vínculos de atletas profissionais e empresários com o grupo.

No Rio de Janeiro, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao jogador, incluindo sua residência, na Barra da Tijuca, e o centro de treinamento do Vasco, em Jacarepaguá. As diligências são coordenadas pela 14ª DP (Leblon), com apoio da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Desarme) e de outras unidades do Departamento-Geral de Polícia da Capital.

A investigação é conduzida pela Polícia Civil do Espírito Santo e envolve uma organização criminosa com atuação em diferentes estados. Batizada de “A Tropa”, a operação cumpre quatro mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal. Aproximadamente 100 policiais civis participam da ação, com apoio de unidades especializadas, incluindo a Superintendência de Polícia Especializada, a Coordenadoria de Recursos Especiais e o Núcleo de Operações e Transporte Aéreo.

Segundo a Polícia Civil capixaba, o nome da operação faz referência à forma como os próprios investigados se referiam ao grupo criminoso. As diligências são realizadas de maneira integrada e simultânea em diferentes cidades e unidades da Federação.

Além de David Corrêa, outro jogador de futebol é investigado na operação: Hayner Willian Monjardim Cordeiro, lateral-direito que pertence ao Santos e está emprestado ao Vila Nova, de Goiás. A apuração busca esclarecer possíveis relações dos atletas com a organização criminosa.

Por causa do sigilo do inquérito, a Polícia Civil ainda não divulgou quais seriam especificamente as suspeitas atribuídas a cada jogador nem informou, na atualização consultada, se houve apreensão de materiais nos endereços ligados aos atletas ou aos clubes.

O Vasco afirmou que “colabora com as autoridades e aguarda a conclusão das investigações”.

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Gazeta de Varginha

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