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Loja de roupas é interditada por vender canetas emagrecedoras ilegais em Pouso Alegre

  • gazetadevarginhasi
  • 29 de jan.
  • 2 min de leitura
Loja de roupas é interditada por vender canetas emagrecedoras ilegais em Pouso Alegre
Divulgação
Loja de roupas é interditada por venda ilegal de canetas emagrecedoras em Pouso Alegre.

Uma loja de roupas foi interditada pela Vigilância Sanitária após a constatação da venda irregular de canetas emagrecedoras em Pouso Alegre, no Sul de Minas. A ação ocorreu nesta terça-feira (27), após denúncia, e resultou na prisão do proprietário do estabelecimento, que foi encaminhado à Polícia Civil.

A fiscalização foi realizada em uma loja localizada na Rua Adolfo Olinto, na região central da cidade. No local, os agentes encontraram frascos do medicamento Tirzepatida, de origem paraguaia, armazenados dentro do estabelecimento comercial.

O produto não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, por isso, é proibido no Brasil. Diante da irregularidade, a Vigilância Sanitária determinou a interdição imediata da loja e a apreensão dos medicamentos, conforme prevê a legislação sanitária vigente.

Em nota, a Prefeitura de Pouso Alegre destacou que vender, armazenar ou distribuir medicamentos sem registro na Anvisa, especialmente em locais sem autorização sanitária para atividades relacionadas à saúde, configura infração sanitária grave e representa risco à saúde pública.

O município também alertou os consumidores sobre os perigos do uso desses produtos. Segundo a administração municipal, medicamentos comercializados de forma irregular podem ter ingressado no país sem refrigeração adequada e sem condições seguras de armazenamento, o que compromete a eficácia e pode causar danos à saúde.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia reconhece que o uso de canetas emagrecedoras representa um avanço no tratamento da diabetes e da obesidade, mas reforça que esses medicamentos devem ser produzidos por laboratórios autorizados pela Anvisa e submetidos a rigorosos testes de qualidade e pureza antes da comercialização.

A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito para apurar o caso. O empresário é suspeito de vender medicamento emagrecedor falsificado ou adulterado. A prisão em flagrante foi ratificada, e ele foi encaminhado ao Presídio de Pouso Alegre, onde permanece à disposição da Justiça.

Segundo a Polícia Civil, o crime se enquadra no artigo 273 do Código Penal, que trata da falsificação, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais.
Fonte: OndaPoços

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