Manobra para retirar navio da Marinha encalhado na Praia da Macumba termina com segunda embarcação presa na areia
11 de mar.
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Uma operação para retirar uma embarcação da Marinha que havia encalhado na Praia da Macumba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, terminou com um novo imprevisto. Durante a tentativa de reboque realizada na terça-feira (10), um segundo barco também acabou parando na faixa de areia da praia, chamando a atenção de quem acompanhava a operação e de internautas nas redes sociais.
O primeiro navio envolvido no incidente é o cargueiro Guarapari, incorporado à Marinha em 1981 e utilizado para transporte de carga geral. A embarcação havia encostado na praia no fim da tarde de segunda-feira (9), após realizar uma manobra chamada “abicagem”. Segundo a Marinha, a ação ocorreu por “necessidades operacionais”, e a expectativa era que o navio fosse rebocado posteriormente.
Na tentativa de remover o cargueiro, outra embarcação foi enviada ao local para auxiliar na operação. Durante essa manobra, porém, o segundo barco também acabou encalhando na areia da praia. O momento foi registrado em vídeos que circularam nas redes sociais, mostrando a embarcação presa próxima à faixa de areia.
As condições do mar contribuíram para a dificuldade da operação. O litoral do Rio de Janeiro enfrentava um período de ressaca, com ondas que poderiam chegar a até três metros de altura. A própria Marinha havia emitido um aviso alertando sobre o mar agitado, com previsão de que as condições adversas permanecessem até a noite de quarta-feira (11).
A situação chamou a atenção de moradores e de usuários da internet, especialmente após a divulgação das imagens do segundo encalhe. Nas redes sociais, a tentativa frustrada de rebocar o navio gerou comentários e memes, muitos deles em tom bem-humorado sobre o episódio ocorrido na praia da Zona Oeste carioca.
Procurada pela reportagem para comentar o ocorrido, a Marinha ainda não havia se manifestado até o momento da publicação sobre o motivo da manobra que resultou no segundo encalhamento. A operação de retirada das embarcações depende das condições do mar, que continuam sendo monitoradas devido à ressaca.
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