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Masoud Pezeshkian confirma morte de Esmail Khatib em ataque de Israel

  • há 7 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, confirmou a morte de Esmail Khatib, ministro da Inteligência do país, após um ataque realizado por Israel. A confirmação foi feita nesta quarta-feira (18), colocando fim às dúvidas sobre o destino do integrante do alto escalão do governo iraniano.

Esmail Khatib era considerado uma figura central no aparato de inteligência do Irã. Clérigo e político de linha-dura, ele havia trabalhado diretamente no gabinete do aiatolá Ali Khamenei e assumiu o comando do Ministério da Inteligência em agosto de 2021.

Ao comentar o ataque, Masoud Pezeshkian também mencionou a morte de outras autoridades iranianas, como Ali Larijani e Aziz Nasirzadeh, além de familiares e integrantes das equipes dessas lideranças. Em declaração publicada, o presidente afirmou que as mortes causaram forte impacto dentro do governo.

O ataque que resultou na morte de Esmail Khatib ocorreu na noite de terça-feira (17), segundo informações do ministro da Defesa de Israel, Israel Katz. Ele declarou que a operação fez parte de uma estratégia mais ampla para atingir membros da liderança iraniana.

Israel Katz também afirmou que, junto ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, autorizou as forças israelenses a atacar qualquer autoridade iraniana de alto escalão sempre que houver oportunidade, sem necessidade de novas autorizações. A medida indica uma intensificação das ações militares contra o Irã.

O episódio ocorre no contexto de um conflito em larga escala entre Irã, Estados Unidos e Israel, iniciado em 28 de fevereiro. Desde então, diversas autoridades iranianas foram mortas em ataques, além de alvos militares e estratégicos atingidos.

Como resposta, o Irã realizou ataques contra interesses dos Estados Unidos e de Israel em vários países do Oriente Médio. O conflito também já provocou milhares de vítimas e se expandiu para outras regiões, incluindo o Líbano, com a participação do Hezbollah em ações contra Israel.

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Gazeta de Varginha

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