top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Moraes defende remoção de conteúdos violento sobre escolas em até 1 hora

  • 19 de abr. de 2023
  • 2 min de leitura

TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou a defender a regulação das redes sociais como medida contra os ataques às escolas. Durante participação na reunião do Palácio do Planalto, em conjunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), governadores, ministros, prefeitos e chefes dos Três Poderes, Moraes afirmou que a experiência de combate às fake news nas eleições de 2022 pode ser usada como uma ação contra discursos de ódios e a propagação de conteúdos que incentivem racismo, suicídio e também a violência no ambiente escolar. Para o magistrado, o “modus operandi” usado para incentivar os ataques é o mesmo utilizado no período eleitoral. “É idêntico ao modus operandi que foi usado contras as urnas eletrônicas, contra a democracia. O mesmo modus operandi instrumentalizado pelo dia 8 de janeiro. Não há nenhuma diferença, é exatamente idêntico”, ponderou Moraes.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou a defender a regulação das redes sociais como medida contra os ataques às escolas. Durante participação na reunião do Palácio do Planalto, em conjunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), governadores, ministros, prefeitos e chefes dos Três Poderes, Moraes afirmou que a experiência de combate às fake news nas eleições de 2022 pode ser usada como uma ação contra discursos de ódios e a propagação de conteúdos que incentivem racismo, suicídio e também a violência no ambiente escolar. Para o magistrado, o “modus operandi” usado para incentivar os ataques é o mesmo utilizado no período eleitoral. “É idêntico ao modus operandi que foi usado contras as urnas eletrônicas, contra a democracia. O mesmo modus operandi instrumentalizado pelo dia 8 de janeiro. Não há nenhuma diferença, é exatamente idêntico”, ponderou Moraes.


JovemPan

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page