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Moraes pede explicações sobre falhas em tornozeleira eletrônica de Débora Rodrigues

  • há 21 horas
  • 2 min de leitura
Moraes pede explicações sobre falhas em tornozeleira eletrônica de Débora Rodrigues
Divulgação/O ministro Alexandre de Moraes determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo explique as falhas registradas na tornozeleira eletrônica de Débora Rodrigues dos Santos. O prazo para apresentação das informações é de cinco dias.
Moraes determina que São Paulo esclareça falhas em tornozeleira eletrônica de condenada pelos atos de 8 de janeiro.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (27) que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo apresente esclarecimentos sobre as falhas registradas na tornozeleira eletrônica utilizada por Débora Rodrigues dos Santos.

A decisão foi tomada após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que solicitou a apuração para verificar se as perdas de sinal do equipamento ocorreram por falhas operacionais ou por eventual violação do dispositivo de monitoramento.

A Secretaria terá cinco dias para prestar as informações ao Supremo.

Cumprimento de prisão domiciliar
Débora Rodrigues dos Santos cumpre prisão domiciliar desde março de 2025, na cidade de Paulínia (SP), onde reside.

Entre as medidas impostas pela Justiça, ela é monitorada por tornozeleira eletrônica, está proibida de utilizar redes sociais e não pode manter contato com outros investigados relacionados ao mesmo processo.

Caso as determinações judiciais sejam descumpridas, a prisão domiciliar poderá ser revogada e ela poderá retornar ao sistema prisional.

Condenação
Débora foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Segundo a condenação, ela participou da invasão às sedes dos Três Poderes e pichou com um batom a frase "Perdeu, mané" na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede do Supremo Tribunal Federal.

Com a nova decisão, o STF aguarda as informações da administração penitenciária paulista para verificar a origem das falhas registradas no equipamento de monitoramento eletrônico e definir os próximos passos do caso.
Fonte: AgBrasil

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Gazeta de Varginha

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