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MPMG participa de campanha nacional em defesa da população em situação de rua

  • gazetadevarginhasi
  • 20 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
MPMG participa de campanha nacional em defesa da população em situação de rua
Divulgação
MPMG integra campanha nacional “A Rua Não é Escolha” em defesa da população em situação de rua.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) aderiu à campanha nacional “A Rua Não é Escolha”, iniciativa criada em referência à Semana Nacional de Luta da População em Situação de Rua, que acontece entre os dias 18 e 22 de agosto. A mobilização foi proposta pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), a partir de solicitação do Grupo Nacional em Apoio Comunitário, Participação e Inclusão Sociais, e Combate à Fome (GNA-Social), e conta com o engajamento de diversas instituições do país.

A ação busca ampliar a visibilidade da população em situação de rua, combater estigmas e reforçar a garantia de direitos fundamentais, como moradia, alimentação e saúde. Segundo o MPMG, a adesão à campanha tem como objetivo sensibilizar a sociedade e fortalecer o debate público em torno da inclusão social e da dignidade humana.

Durante toda a semana, serão divulgados materiais informativos e de conscientização sobre a realidade enfrentada por pessoas em vulnerabilidade, além da importância de políticas públicas que assegurem acolhimento e proteção a esse segmento da sociedade.

Na última terça-feira (19), foi lembrado o Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, data instituída em memória das vítimas do chamado “Massacre da Sé”, ocorrido em 2004, em São Paulo, quando sete pessoas em situação de rua foram assassinadas enquanto dormiam na Praça da Sé. O episódio mobilizou a sociedade civil, ganhou repercussão internacional e impulsionou a criação de políticas públicas voltadas ao tema, como o Decreto nº 7.053/2009, que instituiu a Política Nacional para a População em Situação de Rua.

Ao reforçar a mensagem da campanha “A Rua Não é Escolha”, o MPMG destaca que o direito a uma vida digna é inegociável e deve ser assegurado pelo poder público, sendo passo essencial para reduzir desigualdades e promover justiça social.
Fonte: MPMG

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Gazeta de Varginha

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