Operação mira falsos médicos que atuavam em hospital particular na Zona Leste de São Paulo
26 de mai.
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Reprodução
Uma operação realizada nesta terça-feira investiga um grupo suspeito de atuar com falsos médicos em um hospital particular localizado na Zona Leste de São Paulo. As apurações apontam que pessoas sem formação adequada exerciam funções médicas dentro da unidade de saúde, incluindo atendimentos a pacientes.
Segundo a investigação, os suspeitos utilizavam registros profissionais irregulares e documentos falsificados para trabalhar no hospital. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados e reuniu materiais considerados importantes para o avanço das apurações.
As investigações começaram após denúncias sobre irregularidades nos atendimentos realizados na unidade hospitalar. A polícia passou a analisar escalas de plantão, contratos e registros apresentados pelos profissionais suspeitos de exercer ilegalmente a medicina.
De acordo com os investigadores, alguns dos envolvidos atuavam em áreas consideradas sensíveis dentro do hospital. A suspeita é de que o grupo tenha conseguido acesso às funções médicas por meio de documentos falsificados e informações fraudulentas apresentadas durante processos de contratação.
Durante a operação, agentes apreenderam celulares, computadores, documentos e materiais utilizados pelos investigados. O conteúdo recolhido será analisado para identificar a extensão da atuação do grupo e a participação de cada suspeito no esquema investigado.
A investigação também busca esclarecer se houve participação de funcionários administrativos ou responsáveis pela contratação dos profissionais. As autoridades apuram como os suspeitos conseguiram atuar na unidade de saúde sem que as irregularidades fossem detectadas anteriormente.
Os envolvidos poderão responder por crimes como exercício ilegal da medicina, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa. As apurações seguem em andamento para identificar outras possíveis vítimas e verificar se há mais pessoas ligadas ao esquema.
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