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Operação policial em Duque de Caxias resulta em prisão de influenciadora fitness e companheiro pela comercialização irregular de fármacos

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Agentes da Delegacia do Consumidor (Decon) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prenderam em flagrante nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, a influenciadora digital Larissa da Silva Caetano Anunciação, de 382 mil seguidores nas redes sociais, e o companheiro Marcus Vinícius Silva da Anunciação, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, por comercialização ilegal de medicamentos, incluindo produtos voltados ao emagrecimento, sem autorização e fora das normas sanitárias vigentes no Brasil.

A ação ocorreu no cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara de Garantias da Comarca da Capital, em endereços relacionados ao casal, momento em que os policiais localizaram em sua residência diversos medicamentos e suplementos em condições consideradas impróprias, inclusive armazenados em geladeira, sem registro sanitário ou comprovação de origem lícita, indicando que eram oferecidos irregularmente ao público.

Entre os itens recolhidos pelas autoridades estavam fármacos e produtos que incluíam canetas com princípio ativo tirzepatida, substância utilizada em medicamentos para emagrecimento cuja comercialização é regulada e cuja oferta fora do sistema formal de saúde configura prática proibida.

Segundo a investigação, a influenciadora utilizava suas plataformas digitais para anunciar e promover a venda dos medicamentos de forma ilegal, aproveitando-se do interesse de seguidores e do apelo do segmento de saúde e estética para alavancar a distribuição dos produtos. Os agentes também apreenderam dispositivos eletrônicos, como celulares e computadores, que serão periciados para auxiliar na continuidade da apuração sobre fornecedores, rotas de comercialização e outras eventuais infrações.

O delegado responsável pela Decon informou que a comercialização de medicamentos sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) representa crime contra a saúde pública e contra a relação de consumo, cujo enquadramento legal pode resultar em penas que atingem até décadas de reclusão, considerando as circunstâncias e a quantidade de produtos envolvidos.

Os presos foram conduzidos à Central de Flagrantes e permanecem à disposição da Justiça, com o prosseguimento das investigações voltado a identificar a cadeia de distribuição dos medicamentos e eventuais responsáveis pela sua fornecimento e promoção irregular.

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Gazeta de Varginha

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