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Operação Áquila apreende mais de 700 medicamentos proibidos e prende quatro pessoas no Sul de Minas

  • há 14 minutos
  • 2 min de leitura

Reprodução
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Entre os dias 17 e 22 de agosto, a Receita Federal e a Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais (PMRv) realizaram a Operação Áquila, uma ação integrada de fiscalização voltada ao combate ao contrabando, ao descaminho e à circulação de mercadorias irregulares introduzidas no país.
A operação foi realizada no Sul de Minas Gerais, na rodovia MG-050, entre os municípios de São Sebastião do Paraíso e Piumhi. Ao longo dos cinco dias de fiscalização, as equipes atuaram na abordagem e verificação de veículos suspeitos de transportar mercadorias estrangeiras em situação irregular.
Durante as ações, foram apreendidas mais de 700 unidades de medicamentos para emagrecimento cuja entrada e comercialização no Brasil são proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além dos medicamentos, também foram encontrados outros produtos, como cigarros eletrônicos, perfumes, cosméticos, eletrônicos, aparelhos celulares e notebooks.
As apreensões resultaram na retirada de diversas mercadorias de circulação. A operação também terminou com quatro pessoas presas e três veículos apreendidos durante as fiscalizações realizadas na rodovia.
Segundo as autoridades, a Operação Áquila identificou e interceptou cargas de mercadorias estrangeiras que haviam ingressado irregularmente no território nacional. Os produtos tinham como destino a comercialização em Minas Gerais e também em estados das regiões Norte e Nordeste do país.
Entre os itens apreendidos estavam medicamentos que não possuíam autorização da Anvisa para importação e comercialização no Brasil. A ausência desse controle sanitário impede a garantia de que os produtos atendam aos requisitos de qualidade, segurança e eficácia exigidos pela legislação brasileira.
De acordo com as informações da operação, a circulação desses medicamentos sem a autorização necessária pode representar riscos à saúde dos consumidores, justamente pela falta das verificações sanitárias previstas para produtos comercializados no país.
A Operação Áquila contou ainda com o apoio da equipe aérea da Receita Federal, que utilizou um helicóptero durante a fiscalização. A aeronave auxiliou na localização e no acompanhamento de veículos que tentaram fugir das abordagens realizadas pelas equipes em solo.
O helicóptero também prestou apoio logístico na condução das pessoas presas durante a operação até a unidade da Polícia Federal em Divinópolis, contribuindo para o deslocamento após as ocorrências registradas durante as fiscalizações.
Ao todo, participaram da ação 20 servidores da Receita Federal e 32 policiais militares rodoviários. As equipes atuaram de forma integrada na fiscalização dos veículos suspeitos e na identificação de mercadorias estrangeiras que estavam em situação irregular.
Ao final dos cinco dias de operação, a ação resultou na apreensão de medicamentos, cigarros eletrônicos, perfumes, cosméticos e diferentes equipamentos eletrônicos, além de aparelhos celulares e notebooks. Também foram registradas quatro prisões e a apreensão de três veículos, como parte das medidas adotadas durante a fiscalização na MG-050.

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Gazeta de Varginha

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