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PCMG cumpre mandado contra jovem de 16 anos por planejamento de massacres e conteúdos extremistas

  • gazetadevarginhasi
  • 13 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura
PCMG cumpre mandado contra jovem de 16 anos por planejamento de massacres e conteúdos extremistas
Divulgação
Adolescente é investigada por planejar ataques a escolas e divulgar conteúdos de ódio em Vespasiano.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (12/8), mandado de busca e apreensão na residência de uma adolescente de 16 anos em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A jovem é investigada por planejar massacres em instituições de ensino e divulgar conteúdos de ódio contra grupos minoritários.

As investigações começaram em abril, a partir de informações encaminhadas pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos de Ódio (Urcod), da Polícia Federal. Segundo apurado, a adolescente administrava perfis em redes sociais voltados ao planejamento de ataques e à propagação de discursos discriminatórios contra a população LGBTQIA+ e judeus.

A operação foi coordenada pela Divisão de Crimes Cibernéticos, vinculada ao Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes (Deccof).

Planejamento e conexões internacionais
A investigação revelou que a adolescente mantinha contato virtual com outros indivíduos para discutir estratégias e a confecção de artefatos explosivos artesanais. Entre seus interlocutores estava uma pessoa residente em Bagdá, no Iraque, com quem ela trocava vídeos e informações sobre a construção desses artefatos.

As publicações da jovem incluíam apologia a ideologias extremistas e a criminosos como Theodore Kaczynski e Jeffrey Dahmer, além da veiculação de símbolos nazistas nas redes sociais.

Medidas judiciais
Durante o cumprimento do mandado, foram apreendidos um celular e um notebook usados nas práticas investigadas. A adolescente foi conduzida à Divisão de Crimes Cibernéticos, onde confirmou a autoria dos perfis e o planejamento dos ataques, que incluíam uma faculdade, sem data ou local definidos.

O Juizado aplicou medidas cautelares à jovem, incluindo proibição de acesso à internet (exceto para atividades escolares), proibição de uso de redes sociais e contato com integrantes dos grupos extremistas, frequência obrigatória à escola, restrição de saída de casa (salvo para compromissos autorizados) e acompanhamento psicológico e psiquiátrico pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e Conselho Tutelar.
Fonte: PCMG

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Gazeta de Varginha

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