Pilotos e controladores relatam 18 casos de OVNIs no Brasil em 2025
há 3 horas
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Documentos da Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizados pelo Arquivo Nacional mostram que pelo menos 18 casos envolvendo Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) foram relatados no Brasil durante 2025. Os registros foram feitos por pilotos, controladores de tráfego aéreo e outras pessoas ligadas ao setor da aviação. A maior concentração ocorreu em Londrina, no Paraná, que reúne pelo menos cinco documentos com relatos de avistamentos.
Os registros descrevem principalmente a observação de pontos luminosos que não foram identificados. Segundo os documentos, os avistamentos ocorreram especialmente nos meses de novembro e dezembro de 2025. O Ceará aparece em seguida na quantidade de registros, com quatro ocorrências. Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro tiveram dois casos cada, enquanto Alagoas e Mato Grosso registraram um. Há ainda um documento cujo local não foi definido.
Um dos relatos de Londrina é datado de 23 de novembro de 2025. Um operador da torre de controle informou ter observado e filmado os objetos, embora o vídeo não esteja disponível entre os arquivos divulgados. O documento descreve um objeto de aparência branca e formato redondo. Segundo o registro, ele aparentava ser uma aeronave no controle de tráfego, desaparecia e reaparecia com frequência e permanecia visível por poucos minutos.
Outro caso registrado em Londrina envolve um piloto particular que relatou ter visto “luzes sobrenaturais” e comunicado a ocorrência ao Controle de Aproximação da cidade. O relato ganhou repercussão posteriormente, sendo associado à sequência de avistamentos registrados na região.
Em Guarulhos, na Grande São Paulo, um comandante da Latam relatou, em 1º de setembro de 2025, ter observado de duas a três bolas de luzes muito fortes. De acordo com o documento, elas apresentavam cores branca, vermelha e amarela e realizavam movimentos considerados irregulares. O piloto também afirmou que o fenômeno teria provocado uma espécie de turbulência seca em três ocasiões, durante um período total de aproximadamente meia hora.
A distribuição dos registros divulgados pelo Arquivo Nacional ficou da seguinte forma: Paraná, com cinco casos; Ceará, quatro; Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, dois cada; Alagoas, um; Mato Grosso, um; e um caso sem local definido. Os documentos reúnem relatos de diferentes profissionais do setor aéreo e tratam os objetos como fenômenos ainda não identificados.
Segundo a FAB, os documentos, vídeos, fotografias e relatos disponíveis no âmbito do Comando da Aeronáutica sobre fenômenos aéreos não identificados, referentes ao período de 1952 a 2025, foram transferidos para o Arquivo Nacional e estão disponíveis para consulta pública. A corporação informou que recebe, registra, cataloga e encaminha as ocorrências ao órgão responsável pelo arquivo.
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