Polícia Civil apreende seringas e prende dois por comércio ilegal de remédio em MG
há 10 horas
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Divulgação
PCMG prende homem e mulher por venda ilegal de medicamento controlado em Contagem.
Um homem de 26 anos e uma mulher de 41 foram presos em flagrante pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), suspeitos de envolvimento na comercialização ilegal de medicamento de uso controlado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A operação policial foi realizada na terça-feira (3/3). Durante as diligências, os investigadores apreenderam seringas já preenchidas com doses de 15 mg do medicamento, além de ampolas do fármaco, que estavam armazenadas em duas caixas térmicas de isopor.
No local também foram encontrados recipientes plásticos contendo sachês de gelo e compressas embebidas em álcool, além de sacolas de papel, embalagens plásticas, caixas térmicas para transporte e seringas, materiais que compunham kits preparados para comercialização e distribuição do produto.
Os policiais apreenderam ainda três cadernos com anotações contábeis relacionadas à atividade, dois aparelhos celulares e um carimbo médico.
A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia Especializada em Investigação de Crime Cibernético, vinculada ao Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes (Deccof).
Alegações dos suspeitos
Durante a abordagem, o homem relatou aos policiais que realizava a venda do medicamento controlado há cerca de uma semana, utilizando uma loja física e também grupos de troca de mensagens para oferecer o produto. Segundo ele, os medicamentos eram mantidos armazenados em sua residência.
O suspeito afirmou ainda que adquiria as doses da mulher de 41 anos, que teria se apresentado como médica. De acordo com o relato, ela seria responsável pelo fornecimento do medicamento, preparação do material e orientação aos clientes.
A mulher confirmou aos policiais que tinha conhecimento de que a comercialização era ilegal, porém apresentou versões contraditórias sobre a origem de um carimbo médico encontrado em sua bolsa, contendo o nome e o número de CRM de outra profissional.
Ela afirmou ser esteticista, formada em curso tecnólogo em estética, e disse ter cursado dez períodos de medicina. No entanto, durante o interrogatório, optou por permanecer em silêncio.
As investigações seguem em andamento para apurar a origem do medicamento e identificar possíveis outros envolvidos no esquema.
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