top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Preços do petróleo disparam após novos ataques dos EUA ao Irã e retomada de sanções

  • há 4 minutos
  • 2 min de leitura
Reprodução
Reprodução


Os preços internacionais do petróleo registraram forte alta nesta quarta-feira (8) após uma nova escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. O movimento ocorreu depois que os Estados Unidos realizaram novos ataques contra o território iraniano, em resposta a ações atribuídas ao Irã contra embarcações comerciais nas proximidades do Estreito de Ormuz. Além disso, Washington restabeleceu sanções às exportações de petróleo iraniano, ampliando as preocupações do mercado com o abastecimento global.

Por volta das 6h40 (horário de Brasília), os contratos futuros do petróleo Brent, referência internacional, avançavam 5,95%, sendo negociados a US$ 78,58 por barril. No mesmo horário, o petróleo WTI, referência dos Estados Unidos, registrava alta de 5,81%, cotado a US$ 74,54 por barril.

A valorização da commodity reflete o aumento da percepção de risco entre os investidores diante da possibilidade de interrupções no fornecimento de petróleo. O Estreito de Ormuz, localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, é uma das principais rotas de transporte da produção mundial da commodity, e qualquer agravamento da situação na região costuma provocar reações imediatas nos mercados internacionais.

O restabelecimento das sanções às exportações iranianas também reforçou as preocupações dos agentes financeiros sobre uma eventual redução da oferta global de petróleo. A combinação entre o conflito militar e as medidas econômicas elevou a busca por ativos ligados ao setor de energia, impulsionando as cotações dos contratos futuros negociados nos mercados internacionais.

O mercado segue acompanhando os desdobramentos do confronto entre Estados Unidos e Irã, já que novas ações militares ou mudanças nas sanções podem provocar novas oscilações nos preços da commodity nos próximos dias. Enquanto isso, investidores monitoram os impactos do conflito sobre o fluxo de petróleo e sobre a estabilidade do comércio internacional de energia.

Gazeta de Varginha

bottom of page